The Siam com Banguecoque a seus pés

The Siam com Banguecoque a seus pés

Agitada, ruidosa, poluída. Sim, Banguecoque é isso tudo, e mais, muito mais. A capital da Tailândia também é exotismo, riqueza história, alma e hospitalidade. Descobri-la é um prazer, assim como prazerosa é uma estadia no hotel The Siam, um dos mais luxuosos da cidade.

Chegar a Banguecoque é sempre uma excitação, pois a cidade tem tanto de enigmática como surpreendente. Passear pelas suas ruas, visitar os mercados onde as cores se casam com os sons e com os cheiros numa caótica mas simultaneamente harmoniosa conjugação, entrar nos templos onde o incenso nos tolda os sentidos e Buda nos guia nas nossas aspirações, dar a conhecer ao palato a magia da gastronomia local e aos ouvidos a beleza da música tradicional, de tudo se compõe uma estada em Banguecoque.

Há muitos e bons hotéis na cidade, de todos os géneros e para todas as bolsas. Mas há hotéis que se destacam pela qualidade com que recebem os visitantes, como é o caso do The Siam, onde os hóspedes vão ficar rendidos ao luxo tomando com contacto desde o primeiro instante, quando chegam de barco ao cais privado do hotel.

Localizada a 45 minutos do aeroporto internacional de Banguecoque, vamos encontrar a unidade hoteleira rodeada por uma vegetação luxuriante pintada de um verde intenso e aromático, onde as cores das flores adquirem ainda mais vivacidade. Vizinho de Chao Praya, o rio que atravessa a cidade, o hotel está instalado no bairro real de Dusit onde surge como um refúgio privado composto por 39 aposentos.

Desenhado pelo prestigiado arquitecto Bill Bensley, o resort, que é já um dos mais aclamados desta zona real, possui todo ele uma forte influência da Art Deco, que embelecida com apontamentos thai tradicionais surge verdadeiramente cativante.

De tudo um pouco se compõe este mundo fora do nosso mundo, desde restaurantes, escola de cozinha, bar, café, spa, ginásio, terraço de ioga e ring de muay thai, modalidade tailandesa que mistura boxe e artes marciais, até salão de beleza, piscina infinity e loja de antiguidades, passando por uma galeria de arte e algumas casas tradicionais thai. Membro das prestigiadas associações de hotéis Virtuoso Hotels & Resorts and Small Luxury Hotels of the World (SLH), The Siam promete uma estada inesquecível, uma experiência única num dos mais exclusivos destino asiáticos.

Perdidos no paraíso

É assim que nos sentimos ao chegar ao The Siam. Por perdidos entenda-se sem saber por onde começar a usufruir de tanto luxo de tanta maravilha. Espaçosas as suites e pool villas estão repletas de mobiliário extremamente bem elaborado, camas king-size e elevados pé-direitos. Cada aposento foi concebido individualmente e decorado com obras de arte e antiguidades do virar do século XIX, e tem ao serviço um mordomo particular. Perdidos, lembram-se? No The Siam cada hóspede é transportado para uma experiência cultural como poucas, o qual apresenta a mais-valia de ter por cenário a placidez tranquila do rio fronteiriço.

As opções gastronómicas incluem Chon, o restaurante de assinatura de gastronomia Thai onde são servidas as iguarias imaginadas e concebidas na escola de cozinha ali existente, o Deco Bar & Bistro que serve comida caseira o som da melhor música jazz e o Café Cha conhecido pela variada pastelaria e cafés de excelente qualidade. Fora do edifício, à beira da piscina infinity, os hóspedes podem apreciar um snack ou tomar uma bebida fresca no Bathers.

Outra das perdições é o Opium Spa, o qual providencia a chegada dos visitantes a um momento quase celestial de inspiração e tranquilidade. A quem chega basta escolher entre um tratamento facial ou corporal que a sabedoria das terapeutas e os produtos Sodashi irão fazer o resto. E o resto é muito, pois experientes os terapeutas sabem assinalar quais são as exactas necessidades do visitante, aplicando os produtos da forma mais correcta e adequada para que o objectivo final seja plenamente alcançado. Como curiosidade, não podemos deixar de referir que o Opium Spa alberga também um teen spa e outro destinado às crianças, os quais são bastante requisitados.

Ma verdade este não é um hotel vulgar. Este é um hotel onde quem chega não só aprecia a viagem como o destino, ou seja, The Siam não vive sem Banguecoque e Banguecoque não vive sem The Siam. Faça as malas e vá comprovar isso mesmo!

Por Sandra M. Pinto