The Phoenician, na terra de apaches

No deserto de Sonora, o The Phoenician é um resort que, apesar de dedicar grande importância ao golfe, não descura qualquer outro dos aspectos que garantem uma estada memorável.

Habitado por tribos indígenas desde há 10 mil anos, o estado norte-americano do Arizona tornou-se mundialmente conhecido por ser terra dos índios, em particular das tribos dos navajos e, claro, dos apaches. A década de 1875 a 1885 constituiu o seu período mais marcante, conhecido como Velho Oeste, que foi contado e relatado em milhares de revistas, livros, séries televisivas e filmes. Quem não se lembra dos chefes apaches Cochise e Jerónimo, do general Crook e de Wyatt Earp? Na realidade as imagens associadas a esta região são as do índio apache, do soldado de cavalaria e do cowboy. Desde 1988 outra se juntou ao grupo, a do hotel Phoenician.

Refúgio supremo       

Erguido em pleno deserto de Sonora, com a montanha Camelback como pano de fundo, o resort está rodeado por uma paisagem esmagadora, comparável apenas ao que vamos encontrar no interior do hotel. A amplitude do espaço que envolve o Phoenician tem continuidade no tamanho das áreas que o integram, como o luxuriante jardim de 250 acres.

Mas o que realmente distingue este de outros resorts do género é a sua capacidade de oferecer uma experiência de viagem memorável. As acomodações vão desde os luxuosos aposentos até às villas residenciais, contando-se ao todo 654 aposentos privados, 454 dos quais instalados no edifício principal. Todos sem distinção possuem varandas e estão decorados com elegante mobiliário em rattan, artesanato da melhor qualidade e luxuosos tapetes de lã berberes. Já as ultra-espaçosas casas de banho são “forradas” a mármore italiano.

São quase infinitas as opções gastronómicas disponibilizadas no resort. De entre elas, parecem ganhar vida própria os restaurantes Mary Elaine’s, famoso pela moderna gastronomia francesa da responsabilidade do chef Bradford Thompson; The Terrace, com suculentos bifes e mariscos frescos; e Windows on the Green, ideal para degustar os sabores regionais. Depois existem os outros, o Café and Ice Cream Parlor, o Oasis and Canyon Pool Grills, o 19th Hole, o Phoenician Bake Shop, o Phoenician Lobby Tea Court, o Thirsty Camel Lounge e o Praying Monk. São onze sugestões que, apesar de muito diferentes, se equiparam na grande qualidade do serviço que prestam. A finalidade de tão vasto leque de opções é mesmo agradar a gregos e a troianos, tarefa árdua mas claramente alcançada!

Passar o tempo

Para preencher o tempo, além da visita quase obrigatória ao deserto, os hóspedes podem contar com uma série de estimulantes actividades. Obviamente, num resort que se integra na categoria de golfe este é o desporto mais incentivado. Para tal, foi construído um fabuloso campo de 27 buracos desenhado por Homer Flint e Ted Robinson. Quem não for apreciador ou, sendo, gosta de variar, pode sempre experimentar a qualidade de um dos 12 courts existentes no Tennis Garden, relaxar numa das nove apelativas piscinas ou num dos Garden Retreats, singelos recantos de paz escondidos no jardim onde se podem fazer piqueniques, ler ou, simplesmente, descansar. Quem viajar com crianças conta com o apoio do Funician Kid’s Club, onde os mais pequenos encontram durante todo o ano um mundo de diversão.

Não menos importante é o spa do hotel. Reconhecido como um dos top do país, o Centre for Well-Being trata cada visitante como um ser único e individualizado, procurando questionar as suas necessidades e exigências de forma a facultar um serviço o mais adequado possível. O spa é igualmente conhecido por desenvolver inovadoras terapias, como os tratamentos Reiki Chakra Balancing e Acussage e a massagem Table Thai.

Uma estada no Phoenician é uma experiência de puro prazer. Efectivamente, este resort de eleição é um espaço singular e muito, mas muito, especial!

Por Sandra M. Pinto

 

 

 

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