Restauração e bebidas cria mais de 50 mil empregos em três anos

Em todo o ano de 2017, este setor liderou a criação de novo emprego na economia portuguesa.

Os números do turismo em Portugal enchem o olho e têm alimentado a confiança dos empresários do setor. Entre 2015 e 2017, mostra um relatório do Governo de monitorização da reposição da taxa do IVA nos serviços de alimentação e bebidas, foram criados 50 mil e 700 novos postos de trabalho. Em todo o ano de 2017, este setor liderou a criação de novo emprego na economia portuguesa.

“Estes dados comprovam a relevância desta medida fiscal, que permitiu estancar a destruição de emprego que se vinha a registar, com a perda acumulada de 29.600 de postos de trabalho entre 2013 e 2015, bem como impedir o contínuo encerramento de milhares de empresas, potenciando a sua recapitalização e a capacidade de manter e gerar novos postos de trabalho”, defende Mário Pereira Gonçalves, presidente da Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal, citado em comunicado.

A AHRESP saúda, assim, o Governo pela “assertividade e firmeza” na reposição da taxa do IVA a 1 de julho de 2016, considerando que “os resultados são manifestamente positivos”. Em três anos, estes novos postos de trabalho geraram uma receita fiscal adicional para o Estado de mais de 153 milhões de euros.

A associação lembra ainda que, apesar de as previsões iniciais do Governo terem apontado para uma perda acumulada de receita fiscal de 525 milhões de euros. O impacto efetivo da reposição da taxa do IVA nos serviços de alimentação e bebidas foi de apenas 106,75 milhões de euros.

“Perante estes factos que comprovam a necessidade da continuidade desta medida fiscal, a AHRESP aguarda a aplicação da autorização legislativa consagrada no Orçamento de Estado para 2019, que permite ao Governo ampliar a lista de bebidas tributadas à taxa intermédia, caminhando no sentido da reposição integral da taxa do IVA nos Serviços de Alimentação de Bebidas, melhorando a competitividade externa do país, e aproximando Portugal dos seus concorrentes turísticos internacionais, Espanha, França e Itália, todos com uma taxa de IVA de 10%”, pode ler-se em comunicado.

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