Há um novo restaurante com comida do mundo no Cais do Sodré. Veja as imagens

O peixe está no centro das atenções. Conheça o melhor desta cozinha de forte influência japonesa.

Chama-se Big Fish Poke Bar e trata-se da nova proposta da Multifood (dono de marcas como a Vitaminas, Wok to Walk e Lucky Burger) e a primeira do grupo português dedicada à gastronomia havaiana. Localizado no Cais do Sodré, em Lisboa, o seu nome é inspirado no atum, o peixe mais utilizado na confecção dos pokes havaianos.

Cá fora, a fachada em vitral a simular escamas e o puxador da porta com a mesma alusão, levantam um pouco do pano. E uma vez lá dentro, com 20 lugares sentados ao balcão e duas mesas para quatro comensais cada, este espaço prima pela decoração sóbria e minimalista, onde as madeiras naturais e plantas fazem a ligação à natureza.

Para apoiar o projecto, Rui Sanches, do grupo Multifood, convidou o americano Andrew Mayer, fundador do Poke OG em Miami, a vir até Portugal para desenvolver as receitas dos pokes juntamentec om Luís Gaspar, chef executivo do restaurante Sala de Corte e vencedor do concurso Chefe Cozinheiro do Ano em 2017. Andy trabalhou 15 anos com o conceituado chef japonês Roy Yamaguchi, pioneiro, há 35 anos, da chamada cozinha de fusão, e um dos membros fundadores do movimento Hawaii Regional Cuisine.

Já as entradas e sobremesas foram criadas por Luís Gaspar e Filipe Narciso, chef residente do Big Fish. Todas elas apresentam uma íntima ligação com os ingredientes utilizados nos pokes, reunindo a cultura havaiana e as influências japonesas com alguma portugalidade.

Olhando em detalhe para a carta, a refeição tem sempre início com a oferta de um snack, diferente todos os dias, que tem por base arroz desidratado e aproveita as aparas de peixe dos cortes dos pokes. Como entrada, as opções passam pela sopa miso com cogumelos enoki, rabanete e coentros com dashi de shitake e, para partilhar, pelo tuna musubi, inspirado na sanduíche rápida com o mesmo nome, típica da street food havaiana, e pelos sashimi scallops XO, as vieiras braseadas com XO, um molho com muito umami, Dynamite aioli, um aioli picante, molho de sésamo e lima kaffir.

Na carta, são nove as propostas de poke (que significa “pedaço” em havaino”) – Rainbow, Big Fish, Aloha Shrimp, Spicy Salmon, Hybrid, Blue Ocean, Tako, Vegghie Truffle e Rocky Pineaple – este dois últimos para vegetarianos. O cliente tem a possibilidade de optar por sete proteínas diferentes: atum, salmão, corvina, polvo, camarão, cavala ou tofu.

Mas a marca portuguesa não é esquecida. Na carta de sobremesas há malasada, sobremesa com grande semelhança às bolas de Berlim levada pelos portugueses para o Havai. Outro exemplo desta portugalidade é o coconut creamed rice, um arroz doce de coco, manga e gelado de matcha. Há, ainda, chocolate kilauea, com chocolate do Equador, wasabi, iogurte e sal negro do Hawaii, num tributo ao vulcão havaiano com o mesmo nome, conhecido por estar em actividade há 29 anos.

E não só no prato se encontra uma oferta variada. O responsável por isso é Fernão Gonçalves, que desenvolveu a carta de bar, composta por cocktails, como o Mai Tai de Abacaxi e Amendoim, chás quentes e frios, na sua maioria de origem asiática, como os sakes, em destaque na própria decoração do espaço. Aqui estão disponíveis referências como Junmai, Ginjo, Daiginjo, Nama, sakes envelhecidos e o Mio, o espumante de sake.

Percorra a fotogaleria abaixo para conhecer o espaço e algumas das propostas do menu:

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