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	<title>Redação &#8211; Viagens e Resorts</title>
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	<description>Notícia sobre Viagens, Hotéis, Estadias e Resorts</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Sep 2024 14:25:30 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Redação &#8211; Viagens e Resorts</title>
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	<item>
		<title>Vila Galé investe 30 M€ em hotel na Amazónia a inaugurar em novembro de 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 11:12:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo empreendimento será um hotel boutique, localizado em três antigos armazéns do Porto Futuro II (os armazéns 8, 8A e 7, cada um com mais de 2.000 metros quadrados), contando com 206 quartos, bar, Satsanga Spa com piscina aquecida e coberta e três piscinas exteriores.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p>A Vila Galé anunciou hoje o início das obras do seu primeiro hotel na Amazónia, em Belém, no estado brasileiro do Pará, um investimento de 180 milhões de reais (30 milhões de euros) a inaugurar em novembro de 2025.</p>
<p class="text-paragraph">Em comunicado, o grupo refere que o Vila Galé Collection Amazónia – Belém tem como o objetivo dar resposta à procura hoteleira da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 30), que decorrerá nessa altura, no Pará.</p>
<p class="text-paragraph">O novo empreendimento será um hotel boutique, localizado em três antigos armazéns do Porto Futuro II (os armazéns 8, 8A e 7, cada um com mais de 2.000 metros quadrados), contando com 206 quartos, bar, Satsanga Spa com piscina aquecida e coberta e três piscinas exteriores.</p>
<p class="text-paragraph">“O projeto do hotel foi cuidadosamente planeado para cumprir as normas ambientais, garantindo que tanto a restauração quanto a operação sejam sustentáveis”, destaca a Vila Galé.</p>
<p class="text-paragraph">Citado no comunicado, o fundador e presidente da Vila Galé, Jorge Rebelo de Almeida, explica que o novo hotel “será todo dentro de armazéns, o que o torna diferente de todos os outros empreendimentos que fazem parte da rede”.</p>
<p class="text-paragraph">“Vamos manter o formato horizontal já existente, com o objetivo de preservar a integridade arquitetónica original, assim como a volumetria. Não vamos causar impacto na paisagem. Será surpreendente”, enfatiza.</p>
<p class="text-paragraph">No armazém 8, nas margens da Baía do Guajará, estarão localizados a receção, o ‘lobby’, o spa com piscina interior aquecida, o restaurante e o bar. O piso superior contará com quartos e duas salas de reuniões para eventos sociais e corporativos.</p>
<p class="text-paragraph">Já o armazém 7 será dedicado a quartos, tanto no piso térreo como no primeiro andar, e terá outra sala de reuniões, enquanto o armazém 8A incluirá uma área de estar, biblioteca e mais quartos.</p>
<p class="text-paragraph">Na área exterior do hotel existirão duas piscinas para adultos e uma piscina infantil equipada com parque aquático.</p>
<p class="text-paragraph">Atualmente, o grupo Vila Galé conta com 44 hotéis, sendo 32 em Portugal, 10 no Brasil, um em Cuba e outro em Espanha.</p>
<p class="text-paragraph">Este número irá aumentar nos próximos meses, já que para novembro deste ano está prevista a inauguração do Vila Galé Collection Sunset Cumbuco, no Ceará, e, em abril de 2025, do Vila Galé Collection Ouro Preto, primeiro empreendimento em Minas Gerais.</p>
<p class="text-paragraph">Em Portugal, o Vila Galé Casas D’Elvas tem abertura prevista para fevereiro de 2025, seguindo-se o Vila Galé Collection Ponte de Lima, em abril.</p>
</div>
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		<title>7 Dicas para conseguir comprar passagens aéreas baratas</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/7-dicas-para-conseguir-comprar-passagens-aereas-baratas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Apr 2024 07:30:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já está a planear a viagem para o verão? Siga as nossas dicas e descubra como é possível conseguir passagens aéreas baratas para as suas férias de sonho.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-v-8c3f8ba9="">Ainda é inverno, mas já está a sonhar com as próximas férias de verão? O anjinho diz-lhe ao ouvido que deve aproveitar o <a href="https://www.comparaja.pt/blog/como-aplicar-subsidio-de-ferias" target="_blank" rel="noopener">subsídio de férias</a> para poupar, ao passo que o diabinho incentiva aos mimos e a fazer a sua tão desejada viagem. Mas temos boas notícias: uma coisa não invalida a outra. Felizmente, nos dias de hoje já é muito fácil conseguir passagens aéreas baratas, bastando só ter alguns truques na manga. Neste artigo ensinamos-lhe quais.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">É preciso dedicar-se a esta pesquisa, mas garantimos que o tempo dispendido a procurar pelos melhores preços compensa e pode resultar numa viagem inesquecível e bastante em conta.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Antes de iniciar a sua procura, certifique-se de que tem um cartão de crédito e quais os benefícios que este engloba, uma vez que o cartão pode ser um <a href="https://www.comparaja.pt/blog/guia-compras-online" target="_blank" rel="noopener">grande aliado na sua poupança</a> durante as férias.</p>
<h2 id="heading-1" data-v-8c3f8ba9=""><b>#1 – Utilize mais do que uma companhia</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">Não é obrigatório utilizar a mesma companhia aérea nos voos de ida e de regresso.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">É importante comparar as diferentes rotas de que cada uma dispõe e perceber quais as ofertas mais vantajosas. Por exemplo, a Ryanair pode ter preços mais baixos para o voo de ida na data em que está a ponderar viajar. No entanto, na data de regresso, a Easyjet pode apresentar preços mais apelativos.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Não há problema nenhum em conjugar os voos – muito pelo contrário, só sairá a ganhar.</p>
<h2 id="heading-2" data-v-8c3f8ba9=""><b>#2 – Compare as várias ofertas de voos</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">O segredo está em comparar.  Existem comparadores de companhias aéreas que apresentam os preços dos bilhetes para que possas avaliar, comparar e escolher o mais adequado para si.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Utilize plataformas como eDreams, Skyscanner ou Momondo para encontrar os voos mais acessíveis em determinada data para um dado destino. Aconselhamos ainda a pesquisar no máximo de comparadores possível, dado que pode encontrar uma vasta gama de preços para o mesmo destino e dia.</p>
<h2 id="heading-3" data-v-8c3f8ba9=""><b>#3 – O seu cartão de crédito pode proporcionar-lhe passagens aéreas baratas</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">Antes de marcar a sua viagem, verifique que benefícios é que o seu cartão de crédito engloba. Quem sabe não tem um <a href="https://www.comparaja.pt/blog/programas-milhas" target="_blank" rel="noopener"><u>cartão de crédito com milhas</u></a> que lhe permite usufruir de grandes descontos em voos.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Este tipo de cartões permite acumular milhas áreas de cada vez que se fazem compras (por exemplo: por cada 1 ou 2 euros que gasta, dependendo do cartão, pode acumular uma ou mais milhas), para que estas possam depois ser trocadas por bilhetes de avião ou até <i>upgrades</i> de classe económica para executiva.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Para além disso, se tiver um cartão com um pacote de seguros associado, talvez até disponha de assistência em viagem, que cobre danos provocados por extravio de bagagem, atraso no voo, entre outras situações propícias quando vai de férias.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Para além disto, estes cartões podem ainda oferecer descontos em hotéis, restaurantes, <i>rent-a-cars</i> e outras experiências que podem ajudar a poupar mais nas suas férias.</p>
<h2 id="heading-4" data-v-8c3f8ba9=""><b>#4 – Compre com tempo de antecedência</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">Nos dias que correm, quanto mais cedo comprar a sua passagem, melhor. Já lá vai o tempo em que a altura ideal para conseguir passagens aéreas baratas era com cerca de oito semanas de antecedência. À medida que a data da viagem se aproxima, a procura aumenta, pelo que os preços dos voos também aumentam.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Por isso, se já tem datas em mente para as suas férias, não perca tempo e compre já as passagens para usufruir de preços mais competitivos.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Se tiver espírito aventureiro, pode tentar a tua sorte e comprar mais em cima da hora. Por norma, as companhias aéreas, quando ainda têm lugares disponíveis perto da data da viagem, diminuem os preços para conseguirem preencher todos os assentos. No entanto, é um risco que corre: ou arrisca e consegue uma grande poupança ou fica sem lugar.</p>
<h2 id="heading-5" data-v-8c3f8ba9=""><b>#5 – Escolha o dia certo</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">Escolher o dia certo, tanto no que diz respeito à compra do voo como no que se refere à data de partida, tem influência no preço final a pagar. Por norma, ao fim de semana e nos feriados há mais procura, pelo que deve evitar comprar bilhetes de avião nesses dias.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Para conseguir passagens aéreas mais baratas, opte por fazer a pesquisa em dias de semana, tais como segunda, terça e quarta, pois assim terá mais probabilidade de encontrar preços competitivos.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">A escolha do dia em que viaja é fundamental para conseguir poupar no preço da passagem. Por norma, se for na Europa, o melhor dia para viajar é à terça-feira e se voar durante a noite também pode conseguir o voo a um preço mais simpático.</p>
<h2 id="heading-6" data-v-8c3f8ba9=""><b>#6 – Pesquise em modo anónimo</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">Experimenta entrar em modo “incógnito” no seu <i>browser </i>de Internet (no seu teclado, clique Ctrl + Shift + N caso utilize o Windows, ou Command + Shift + N se utilizares Mac) e pesquise os voos neste modo.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Em alternativa, limpe os “cookies” do seu <i>browser</i>. Os sites utilizam as informações transmitidas pelos navegadores através dos “cookies” para influenciar os preços das viagens – ou seja, se procurar muitas vezes pela mesma rota através do mesmo endereço de IP, o seu navegador vai perceber a sua intenção de compra e começará a mostrar-lhe preços mais elevados.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Faça o teste: pesquise em modo normal e depois compare com o modo incógnito ou ainda sem “cookies”.</p>
<h2 id="heading-7" data-v-8c3f8ba9=""><b>#7 – Preste atenção às redes sociais</b></h2>
<p data-v-8c3f8ba9="">As companhias aéreas, cada vez mais, estão presentes em redes sociais como Facebook, Twitter e Instagram e utilizam estas plataformas para divulgarem descontos e promoções. Por norma, é aqui que as marcas colocam campanhas publicitárias com passagens aéreas baratas e com as quais pode conseguir bons descontos.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Esta pode ser uma ótima oportunidade para agir por impulso e marcar aquela viagem não planeada.</p>
<p data-v-8c3f8ba9="">Siga estas dicas e prepare-se para as suas férias de sonho. Não se esqueça: compare bem todas as opções existentes no mercado, escolha a altura certa e certifique-se de que tira partido de todos os benefícios que o seu <a href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito" target="_blank" rel="noopener">cartão de crédito</a> lhe pode dar neste sentido.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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		<title>O que fazer quando as férias correm mal? Saiba onde reclamar e pedir ajuda</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/o-que-fazer-quando-as-ferias-correm-mal-saiba-onde-reclamar-e-pedir-ajuda/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 08:36:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem vários fatores que podem ameaçar o tão esperado descanso e dar-lhe algumas dores de cabeça. Desta forma, o Portal da Queixa apresenta-lhe algumas dicas para o ajudar a solucionar possíveis problemas. O importante é saber que há solução para tudo e o consumidor está protegido de muitas formas.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Pesquise antes de comprar</strong><br />
Na altura da pesquisa por local de alojamento ou agência de viagens, sugerimos que pesquise por opiniões públicas ou reclamações que possam estar disponíveis online, como no caso do Portal da Queixa. Este pode ser um ponto crucial para a tomada de decisão e para uma escolha mais segura.</p>
<p><strong>2. Voos atrasados ou cancelados</strong><br />
Muitas vezes o atraso de um voo significa problemas para quem vai de férias. Desta forma, a legislação europeia prevê que o consumidor tem direito a uma indeminização entre 125 e 600 euros, tendo em conta a distância do voo e a duração dos atrasos. Caso o seu voo seja cancelado, deve ser-lhe dada a opção de reembolso do preço total do bilhete, no prazo de sete dias, ou deve ser apresentada uma outra opção razoável. Poderá ter ainda direito a uma indeminização entre 250 a 600 euros, exceto se o atraso do voo for por causa maior.</p>
<p><strong>3. Cuidado com as bagagens em viagens de avião</strong><br />
Bagagens perdidas, danificadas ou em atraso são um dos principais problemas associados a companhias aéreas como o Portal da Queixa alerta nesta mesma publicação. Caso se depare com uma situação destas, saiba que tem direito a uma indeminização até 1.223 euros, de acordo com a Associação Portuguesa para a Defesa do Consumidor. Caso a bagagem chegue até si danificada, deve apresentar queixa à companhia aérea até sete dias após receber a bagagem. Se o caso for de atraso na receção da bagagem tem até 21 dias para reclamar. O mais importante de tudo é: Não esquecer de guardar as cópias da reclamação!</p>
<p><strong>4. Tenha atenção aos alojamentos locais</strong><br />
Arrendar uma casa para férias através de anúncios (online ou em jornais) é uma modalidade cada vez mais procurada por quem vai de férias. Na maior parte dos casos, os contratos são celebrados por telefone e o pagamento feito antes de usufruir do espaço. O problema é que nem sempre o anúncio publicado corresponde à realidade. Caso se depare com uma situação fraudulenta, ou seja, se o que alugou não corresponde à realidade, pode pedir uma indeminização por danos. Para que tal aconteça, deve recorrer a um julgado de paz ou a um tribunal.</p>
<p><strong>5. Conheça os seus direitos!</strong></p>
<p>Imagine que vai de férias, seja através de uma agência de viagens ou de uma reserva/compra online, e algo corre mal? Chega ao destino e nada é como aquilo que idealizava e tinha adquirido. Como pode reclamar e exercer os seus direitos?</p>
<ul>
<li><strong>Reclamar diretamente com a agência</strong></li>
</ul>
<p>Caso tenha adquirido as suas férias através de uma agência de viagens, esta é a forma mais simples de resolver o seu problema. Pode fazer a sua reclamação por email ou através do telefone diretamente com a agência. O recomendável é fazer a sua reclamação via email, para que fique registada por escrito, e o mais rapidamente possível, ou seja, se chegar ao seu local de destino e não se deparar com o que comprou, deve fazer a reclamação de imediato.</p>
<ul>
<li><strong>Fundo de Garantia de Viagens e Turismo</strong></li>
</ul>
<p>Caso a sua agência de viagens não resolva o problema ou caso tenha comprado online e não obtêm uma solução para a sua situação, pode e deve requerer que lhe seja arbitrada uma indeminização através deste fundo de garantia. Existe uma plataforma online onde a sua reclamação deve ser apresentada.</p>
<ul>
<li><strong>Livro de reclamações</strong></li>
</ul>
<p>Caso chegue a uma unidade hoteleira e não está a usufruir do que comprou pode pedir o livro de reclamações e escrever qual o motivo pelo qual está a reclamar. A reclamação é enviada para a ASAE e se o cliente tiver razão, pode ser aplicada uma coima ao hotel.</p>
<ul>
<li><strong>Provedor do cliente</strong></li>
</ul>
<p>O Provedor do Cliente é uma figura que existe para resolver problemas relacionados com o que foi comprado e o que foi ofertado.</p>
<p>Existe um site que contém todas as informações referentes a esta figura e onde tem um formulário próprio para fazer a sua reclamação. A partir do momento que chega a Portugal (caso tenha viajado para o estrangeiro) ou ao seu local de residência no fim das férias, tem 20 dias para apresentar a sua reclamação.</p>
<p>Esta plataforma não funciona em todos os casos, uma vez que, se alugar uma casa a alguém e esta não corresponder ao que pediu, se o titular da casa não for aderente ao Provedor do Cliente, a plataforma não pode interferir.</p>
<p><strong>O que fazer nestes casos?</strong></p>
<p>As plataformas online de reservas têm locais próprios para fazer comentários. Esses comentários têm impacto, uma vez que o titular do alojamento local está sempre com muita atenção aos comentários dos consumidores, porque se um comentário for negativo é mais difícil que o alojamento volte a ser alugado (obtém uma má classificação).</p>
<p>A verdade é que quanto mais bem informado estiver enquanto consumidor, melhor saberá resolver um constrangimento durante as férias. No entanto, não deve deixar que estes problemas estraguem os dias que tinha planeado. E se já está de partida para o merecido descanso, desejamos-lhe: Boas Férias!</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
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		<title>Vai de férias e quer levar o seu animal de estimação? Temos algumas dicas para si</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/vai-de-ferias-e-quer-levar-o-seu-animal-de-estimacao-temos-algumas-dicas-para-si/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 08 Aug 2020 10:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Está a planear umas férias e não quer deixar para trás o seu amigo peludo? Espreite estas dicas que tornam fácil e seguro viajar com animais de estimação.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proteção do bem-estar dos animais de companhia não se limita ao recato do lar. Quando viajam, também há regras que os detentores devem respeitar em prol do bem-estar dos seus animais e de todos em geral. Se vai viajar na companhia deles, comece por ter em atenção o tipo de animais de que se trata. Os cuidados que deve ter para transportar um cão grande, por exemplo, são diferentes dos cuidados a ter no transporte de um hamster.</p>
<h4><strong>No carro</strong></h4>
<p>Para <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/guia-de-compras/testamos-5-solucoes-para-transportar-o-cao-no-carro" target="_blank" rel="noopener">viajarem de carro</a>, os animais não precisam de qualquer documento específico. Para evitar que andem à solta na viatura, devem viajar em caixa própria adequada à espécie e ao número de animais, desde que tenha espaço, ventilação, temperatura e segurança. Podem viajar num porta-bagagens que não seja completamente fechado, mas nesse caso convém dispor de uma barreira de protecção (rede ou grade) a separar o local onde os animais se encontram dos bancos onde vão os passageiros. Para os cães há ainda a alternativa de usarem um cinto de segurança específico. Em viagens prolongadas, administre comprimidos contra o enjoo.</p>
<p>O Estatuto Jurídico dos Animais deixou de os equiparar a coisas, mas, para efeitos do Código da Estrada, os animais continuam a ser considerados carga, sem quaisquer exigências específicas que salvaguardem a sua segurança, bem como a proteção dos demais passageiros. Apenas se exige que os animais transportados nos automóveis não reduzam a visibilidade dos condutores, nem a segurança da condução. O transporte de animais sem esses cuidados é punível com coima que pode ir dos € 120 aos 600 euros. Se viajar de carro com os seus animais para outro país, não deixe de consultar as regras em vigor nesse local, pois podem ser diferentes.</p>
<h4><strong>Nos transportes públicos</strong></h4>
<p>A lei permite o transporte de animais nos transportes públicos, desde que não sejam perigosos ou potencialmente perigosos, mas <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/animais-de-estimacao-obrigacoes-dos-donos/caes-perigosos" target="_blank" rel="noopener">impõe regras</a>. Devem estar acompanhados, acondicionados, com meios de contenção, tais como trela e açaime, e em bom estado de saúde e higiene, de modo a salvaguardar a proteção dos próprios animais e dos outros passageiros.</p>
<p>As exigências de higiene também se aplicam às caixas onde são transportados, as quais não podem ocupar os bancos destinados aos passageiros. Caso as condições de transporte não sejam respeitadas, as empresas de transportes podem recusar o seu acesso. Esta recusa também pode ocorrer nas horas de ponta.</p>
<p>As empresas devem divulgar o número de animais permitidos por veículo e passageiro, o custo do transporte, as horas em que os animais não podem ser transportados, a antecedência que se deve respeitar na reserva, no caso de ser viagem de loga distância, e o local onde se pode obter mais informações.</p>
<h4><strong>No comboio</strong></h4>
<p>Este meio de transporte conta com regras próprias, ainda que preveja a mesma proibição quanto aos animais perigosos ou potencialmente perigosos.</p>
<p>No comboio, os animais devem ser transportados em caixa própria, cuja dimensão não deve diminuir o conforto e a segurança dos outros passageiros. Se estiverem fora da caixa, devem estar vigiados pelo respetivo detentor, açaimados, com trela curta, e dispor de boletim de vacinas e licença municipal.</p>
<p>Não é admitida mais de uma caixa própria para animais por pessoa. Tratando-se de cães, cada passageiro só pode viajar com um exemplar. O transporte dos animais no comboio é gratuito. A responsabilidade pelos danos, eventualmente, causados por animais de companhia pertence ao passageiro que os transporta.</p>
<h4><strong>Exceção para cães de assistência a pessoas com deficiência </strong></h4>
<p>Os cães de assistência a pessoas com deficiência têm livre acesso à generalidade dos transportes públicos, como comboios, autocarros, metro, táxis, barcos e aviões de companhias aéreas nacionais, desde que respeitem os requisitos legais.</p>
<p>Estão incluídos os cães-guia que auxiliam os deficientes visuais, os cães para surdos e os cães de serviço que se destinam a auxiliar pessoas com outro tipo de deficiência.</p>
<p>O exercício do direito de acesso depende, no entanto, de os animais não revelarem sinais de doença, agressividade, falta de higiene ou perturbações de comportamento. Devem ter o cartão que certifica o treino em local visível. Os detentores dos animais, por sua vez, devem estar em condições de comprovar a identificação dos mesmos como cães de assistência, o cumprimento dos requisitos sanitários legalmente exigidos e a existência de seguro de responsabilidade civil.</p>
<h4><strong>No avião</strong></h4>
<p>Nem todas as companhias aéreas permitem o transporte de animais. As que permitem têm regras distintas em função do peso, tamanho, espécie e raça. O local onde viajam os animais, bem como as taxas a pagar também variam entre companhias. A maioria delas permite que os animais de pequeno porte vão na cabine, mas algumas limitam as vagas disponíveis. No momento da reserva deve logo identificar o tipo de animal que pretende levar, as dimensões da caixa e o peso do animal dentro da caixa. Deve chegar ao aeroporto com a maior antecedência possível, pois os procedimentos de check-in tendem a demorar mais. Antes de marcar tudo, informe-se com as companhias que voam para o destino que pretende e compare as condições e documentos exigidos.</p>
<p>A TAP, por exemplo, transporta os animais na cabine e no porão, segundo o peso, o tamanho e a espécie. Aos detentores dos animais que viajam no porão, a TAP pede que assinem um <a href="https://www.flytap.com/pt-pt/viajar-com-animais/animais-de-estimacao" target="_blank" rel="noopener">termo de responsabilidade</a>, pelo que devem fazer o pedido com antecedência. Na cabine só podem viajar cães e gatos cujo peso não exceda os oito quilos, dentro de caixas ou malas maleáveis, que retenham os fluidos. Estas não podem ter mais de 45 cm de comprimento, 30 cm de largura e 23 cm de altura. Devem ser colocadas debaixo dos assentos dos respetivos detentores, sendo que os animais não podem circular na cabine. Na classe executiva os animais não são permitidos, excepto se se tratar de cães-guia. No caso dos animais serem fêmeas, não podem estar grávidas. Em princípio, a TAP não aceita animais com mais de quarenta e cinco quilos nos voos comerciais. O detentor tem de levar comida e água. Desde setembro do ano passado, a TAP deixou de permitir o transporte de <a href="https://www.flytap.com/pt-pt/viajar-com-animais/animais-de-estimacao" target="_blank" rel="noopener">cães e gatos de focinho curto e achatado</a> no porão dadas as limitações respiratórias que terão nessa zona do avião.</p>
<p>Para viajar de avião com cães, gatos ou furões, para qualquer país da União Europeia, deve ter um Passaporte de Animal de Companhia da União Europeia, emitido por um médico veterinário, bem como um microchip de identificação ou tatuagem legível. É ainda necessário ter a vacina contra a raiva atualizada. Como há alguns países da UE que têm regras mais exigentes quanto aos animais de companhia (Reino Unido e Irlanda, por exemplo), o ideal é contactar antecipadamente a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária e a companhia, para obter todos os esclarecimentos. Antes de viajar para qualquer outro país &#8211; ou se o seu animal não pertencer a nenhuma daquelas espécies &#8211; também deve recorrer àqueles contactos, para saber quais são os requisitos exigidos no seu caso concreto.</p>
<p>A maioria das companhias aéreas permite que os cães de assistência sigam na cabine e não impõe quaisquer custos adicionais, nem a obrigatoriedade de transporte em caixa própria. Os detentores devem, no entanto, fazer-se acompanhar de toda a documentação do cão e de atestado médico que comprove a necessidade de acompanhamento. Há países mais exigentes quanto aos cães-guia, tais como Marrocos, Reino Unido e Irlanda. Antes de viajar, é importante esclarecer todas as dúvidas com a Direção-Geral de Alimentação e Veterinária e com a companhia aérea.</p>
<h4><strong>No estrangeiro</strong></h4>
<p>Se vai para um país da União Europeia com o seu cão ou gato, peça o passaporte europeu para animais de companhia numa direção regional de agricultura. Este documento contém informações sobre a vacinação antirrábica, exames, estado de saúde e certifica que o seu amigo de quatro patas está legalizado.</p>
<p>A Irlanda, Malta, Reino Unido e Suécia exigem testes de eficácia da vacina antirrábica, feitos com 120 dias de antecedência. Os três primeiros países pedem também tratamentos contra as carraças e a ténia. A Finlândia e a Suécia requerem só o tratamento contra a ténia. Se viajar para os arquipélagos dos Açores e da Madeira, convém levar um atestado sanitário passado pelo veterinário.</p>
<p>Sempre que quiser circular com algum dos <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/animais-de-estimacao-obrigacoes-dos-donos/animais-selvagens" target="_blank" rel="noopener">animais selvagens</a> identificados, que só são permitidos a maiores de dezoito anos, devidamente legalizados, dentro do espaço europeu, faça-se acompanhar do original do Certificado Comunitário.</p>
<p>Fora da União Europeia, leve um certificado sanitário. Este documento, da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária, garante que o animal cumpre as condições de saúde e vacinação. Em caso de dúvida, contacte a embaixada ou o posto consular do país hospedeiro em Portugal.</p>
<ul>
<li>Para mais informações consulte este <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/animais-de-estimacao-obrigacoes-dos-donos/viajar-em-seguranca" target="_blank" rel="noopener"><strong>link</strong></a></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Estes são os 5 melhores destinos gastronómicos da Europa</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/estes-sao-os-5-melhores-destinos-gastronomicos-da-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Oct 2019 14:20:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com a chegada do Outono, está na altura de marcar a sua próxima viagem.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O turismo gastronómico tem registado um enorme crescimento na Europa e no resto do Mundo. Países como a Itália e a França registaram crescimentos de mais do dobro no número de turistas em busca tanto de comidas como bebidas típicas das suas próprias regiões.</p>
<p>Agora que a Europa já entrou no Outono, está na hora de aproveitar as colheitas e os melhores pratos dos climas mais frios. Como tal, reunimos as dicas de alguns dos principais consultores de viagens da Virtuoso, uma conhecida rede de turismo de luxo.</p>
<p>Alguns dos destinos são extremamente conhecidos, considerados “clássicos” no que diz respeito ao turismo gastronómico. Outros são novidades que certamente deverá querer descobrir. Acima de tudo, todos estes destinos irão certamente agradar a qualquer “foodie” que procure umas férias memoráveis.</p>
<ul>
<li><strong>França: Bordeaux, Provença</strong></li>
</ul>
<p>Em 2017, Bordeaux foi considerado por um influente site de gastronomia francês, um dos melhores destinos gastronómicos. É um clássico. Alguns dos principais chefs com estrelas Michelin tem restaurantes nesta região. No entanto, deverá também procurar encontrar alguns dos talentos jovens promissores que saem de Paris para abrir pequenos restaurantes em Bordeaux.</p>
<p>Estabelecimentos como o Racines (gerido pelo chef escocês Daniel Gallacher), como o Soléna, Garopapilles e Symbiose são algumas das sugestões dos especialistas.</p>
<ul>
<li><strong>Inglaterra: o Sudoeste</strong></li>
</ul>
<p>Esta área, com belas paisagens campestres, é perfeita para os verdadeiros apreciadores de comida. Inúmeros hotéis e quintas, aliado ao número crescente de restaurantes oferecem o cenário perfeito. Muitos destes locais oferecem workshops culinários e festas que celebram alguns dos ingredientes locais.</p>
<p>Vinhas, como a Langham Wine Estate, e quintas de cidra, como a Somerset Cider Brandy são locais de visita obrigatória.</p>
<ul>
<li><strong>Alemanha: Dusseldorf </strong></li>
</ul>
<p>A tradicional e excelente produção de cerveja artesanal (tipo Altbier) é o “cartão de visita”. Este estilo alemão de fazer cerveja fermentada, aliado aos pratos tradicionais alemães são as principais razões para contemplar uma visita.</p>
<p>O clássico hotel Capella Breidenbacher Hof Dusseldorf e a cervejaria Zum Schlussel são as sugestões dos especialistas.</p>
<ul>
<li><strong>Irlanda: Galway</strong></li>
</ul>
<p>Galway tem um festival de ostras imperdível. Realizado normalmente no final de setembro, este evento celebra as ostras nativas desta região. O festival fica repleto de competições culinárias, demonstrações de chefs e palestras.</p>
<p>Independentemente de ir na altura do festival ou não, o g Hotel and Spa e o Glenlo Abbey são dois dos hotéis mais recomendados. Quanto a restaurantes, as sugestões são o Kai Café + Restaurant, o Ard bia em Nimmos, o Loam e o Aniar.</p>
<ul>
<li><strong>Itália: Le Langhe, Piedmont</strong></li>
</ul>
<p>O Outono é a altura ideal para visitar o Le Langhe. Nesta época do ano, as colinas “ganham” tons de outono, os dias são mais frios e as noites mais animadas e as trufas estão na sua estação.</p>
<p>As paisagens vinícolas de Langh-Roero e Monferrato foram consideradas pela Unesco como Património Mundial, como tal atraem sempre muita atenção, no entanto existe ainda uma aura de lugar recôndito e preservado.</p>
<p>A antiga Alba é considerada a casa das trufas, muito devido às suas feiras e mercado dedicado a este produto gastronómico. As sugestões de hotéis são o Relais San Maurizio (em Santo Stefano Belbo) e o Castello di Guarene (em Guarene). No que diz respeito a restaurantes experimente o Locanda in Cannubi (em Barolo) e o Damiano Nigro (em Relais Villa d`Amelia).</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Está na hora de fazer uma viagem ao seu passado familiar</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/esta-na-hora-de-fazer-uma-viagem-ao-seu-passado-familiar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 08:48:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cada vez mais pessoas planeiam viagens com o objetivo de melhor conhecer as suas origens familiares. Preparado para uma viagem no Tempo?</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Antigamente as pessoas que estivessem interessadas em saber mais sobre o seu historial familiar tinham poucas opções: falar com familiares, consultar antigos álbuns fotográficos ou consultar dados públicos pouco fiáveis.</p>
<p>Hoje em dia esse processo é bem mais fácil. Serviços online como o Ancestry ou 23AndMe, têm ajudado milhões de pessoas a estruturar a sua genealogia, encontrando peças do puzzle que antigamente seriam mais complicadas de identificar.</p>
<p>Estes processos revelam muitas vezes quais as zonas do “Globo” em que os nossos familiares viveram e que estão assim na base de toda a nossa existência. São muitas vezes culturas e geografias diferentes da nossa própria realidade que despertam a nossa curiosidade e nos levam a querer descobrir mais.</p>
<p>A experiência de visitar um local associado aos nossos antepassados pode ser sem dúvida uma experiência poderosa. Andar nos mesmos trilhos, tocar nas mesmas paredes, encostarmo-nos às mesmas pedras, tudo isso pode ter uma forte carga emocional, que certamente deixa uma marca no nosso espírito para sempre. É um momento de conexão único que nos aproxima de todos aqueles que de alguma forma – mais ou menos direta &#8211; ajudaram a determinar o nosso próprio nascimento.</p>
<p>Alguns exemplos como o de Louis Childers de 78 anos ajudam-nos a compreender melhor a dimensão deste tema. Este americano residente no estado da Georgia, EUA, decidiu visitar o Gana após ter realizado uma série de testes de ADN no site <em>Ancestry.com</em> que revelaram as suas raízes africanas, em particular ganesas. Mal aterrou neste país Louis sentiu que pertencia ali. Membros familiares afastados vieram recebe-lo ao aeroporto com lágrimas nos olhos.</p>
<p>Childers visitou a aldeia de onde os seus antepassados partiram, tendo descoberto que à semelhança de muitos outros foi igualmente ali que eles foram vendidos enquanto escravos para trabalharem nos campos agrícolas do “Novo Mundo”. Foi certamente uma experiência altamente emocional que Louis afirma ter lhe concedido um sentimento de realização, e de fecho de um círculo. “Jamais terei que duvidar de onde eu vim. Agora sei quem foram os meus familiares” concluiu o cidadão americano.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Quer viajar em 1ª classe? Há truques para garantir preços mais baixos</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/quer-viajar-em-1a-classe-ha-truques-para-garantir-precos-mais-baixos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Sep 2019 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Toda a gente gosta de usufruir de um serviço de alta qualidade, o que se pode aplicar à compra, de quando em vez, de bilhetes de avião de primeira classe, sendo importante saber quais as melhores alturas para comprar estas viagens.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Toda a gente gosta de usufruir de um serviço de alta qualidade, o que se pode aplicar à compra, de quando em vez, de bilhetes de avião de primeira classe. Para além disso, existem ocasiões – tais como viagens de negócios ou celebrações – em que é importante ter um conforto extra, sendo importante saber quais as melhores alturas para comprar voos em 1ª primeira classe com cartão de crédito.</p>
<div class="entry-content">
<p>Porquê com cartão de crédito? Porque, para além de poder “descontar” e reservar o voo com as milhas aéreas acumuladas até então (caso tenha um cartão de crédito com milhas aéreas, pode ainda usufruir de inúmeras outras vantagens, tais como seguros em viagem, acesso a zonas lounge dos aeroportos e pontos que posteriormente podem ser trocados por mais milhas aéreas!</p>
<p>Seja como for, sabe que na primeira classe vai sempre acabar por pagar mais pelo serviço superior, refeições gratuitas e os famosos lugares confortáveis característicos da primeira classe. Mas vamos dar uma olhadela a alguns preços atuais:</p>
<p>Por exemplo, de acordo com uma simulação na plataforma eDreams, se um voo de ida e volta entre Lisboa e Nova Iorque em classe económica pode custar a partir de 440 euros na Air France, o mesmo trajeto em primeira classe custa, no mínimo, 3.712 euros, preço praticado pela British Airways.</p>
<p>Se esses preços parecem caros, um voo de ida e volta entre Lisboa e Dubai, na primeira classe da Emirates custa, no mínimo, 5.413 euros. Com preços assim, é bem provável que comece a pensar: “porquê pagar mais, se posso ir em classes mais económicas?”</p>
<p>A pensar em quem, seja por motivos profissionais ou de lazer, é um cliente assíduo deste meio de transporte, reunimos algumas ideias para ajudá-lo a manter ao máximo os custos em baixo.</p>
<h2><b>Saber quando reservar</b></h2>
<p>Reserve no mínimo com sete dias de antecedência: muitos profissionais que viajam frequentemente, tendo em conta a cariz da viagem, não têm oportunidade de fazê-lo. Quem agradece são as companhias aéreas, uma vez que o custo total da viagem pode assumir mais de 40% do que se for reservada com antecedência.</p>
<p>Resumidamente, se acabar o processo de reserva da viagem com uma semana de antecedência, consegue poupar montantes significativos, assim como se comprar voos em 1ª classe com cartão de crédito.</p>
<h2><b>Saber quando voar</b></h2>
<p>É importante procurar saber quais os dias da semana em que as companhias aéreas praticam as tarifas mais baixas. No que toca a companhias norte-americanas, por exemplo, sabe-se que a American Airlines tem taxas ligeiramente mais baixas para viagens realizadas aos sábados e a meio da semana.</p>
<p>Desta forma, ao pesquisar e comparar preços de voos, vai conseguir descobrir quais os dias a evitar reservar viagens de avião. A diferença no preço pode ir para além dos 10%.</p>
<div class="ceg-quicktip-block">
<h3 class="ceg-quicktip-title">Dica</h3>
<p class="ceg-quicktip-txt">Compare preços de viagens de avião mesmo quando procurar pelos bilhetes mais caros.</p>
</div>
<h3><b>Procurar descontos para comprar voos em 1ª classe </b></h3>
<p>Pode soar a incoerência, mas algumas companhias aéreas oferecem descontos para a primeira classe durante o processo de reserva, podendo até ficar bastante económico. Algumas podem mesmo disponibilizar outros “<i>upgrades”</i>, como acesso a zonas lounge, entre outros.</p>
<h3><b>Procurar boas oportunidades</b></h3>
<p>Persiga oportunidades que muitos podem desconhecer: algumas companhias podem fazer algumas “atualizações” ao status dos seus clientes, tendo em conta o gasto que têm anualmente em termos de milhas aéreas. Uma dessas companhias é a TAP, através do seu programa de milhas aéreas TAP Victoria.</p>
<p>Para ter conhecimento destes detalhes, pode visitar a agência da companhia ou, mais cómodo ainda, o website da instituição. Pode ser que, por ser um cliente assíduo, tenha um aumento do número de milhas aéreas ou conseguir compras a tarifas mais económicas.</p>
<p>No entanto, existe um (pequeno) problema: as milhas aéreas estão um pouco mais difíceis de obter, estando o mercado estruturado para que quem pague mais, ganhe mais. Assim, comprar voos em 1ª classe com cartão de crédito é ainda mais importante.</p>
<p>Ainda assim, vale sempre a pena verificar se já gastou o suficiente para ter algumas milhas aéreas de reserva que possa gastar. Pode fazê-lo em algumas aplicações das companhias aéreas.</p>
<h3><b>E se cancelar um voo…</b></h3>
<p>O mais provável é que a maioria das companhias aéreas que atuam em Portugal façam uma das duas seguintes opções:</p>
<ol>
<li>Apenas devolvem uma percentagem mínima do montante que pagou na reserva; ou</li>
<li>Retribuem o valor que pagou em vales que pode utilizar na mesma companhia durante um determinado período de tempo, não perdendo qualquer dinheiro.</li>
</ol>
<p>Nestes casos, pode ser fundamental que, caso queira reaver o dinheiro, ter pago o voo em primeira classe com o cartão de crédito, uma vez que estes produtos têm seguros associados que podem ajudar a facilitar o processo. Conheça os cartões de crédito com milhas aéreas no mercado português com seguros de proteção ao crédito:</p>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Esteve num voo cancelado ou atrasado nos últimos 3 anos?</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/esteve-num-voo-cancelado-ou-atrasado-nos-ultimos-3-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Aug 2019 14:52:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=30190</guid>

					<description><![CDATA[<p>As principais queixas dos passageiros devem-se a atrasos, cancelamentos, recusas de embarque por overbooking e problemas com bagagem. Saiba o que pode exigir e os cuidados que deve ter para poder reclamar.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="c-acf__plain-content">
<p>Os passageiros de voos da UE que são elegíveis no âmbito do CE 261 devem ser compensados no valor de até 600€ por voos com atrasos superiores a 3 horas. Segundo a AirHelp, existem uma série de factores que determinam a elegibilidade e quanto dinheiro tem a receber, mas as secções seguintes devem responder a quaisquer perguntas que possa ter.</p>
</div>
<h2 id="que-voos-sao-abrangidos-pelo-ce-261" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Que voos são abrangidos pelo CE 261?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Naturalmente, a maioria das rotas dentro da Europa está abrangida. Isto inclui não apenas o espaço aéreo da UE, mas também a Islândia, a Noruega, a Suíça e as denominadas “regiões ultra periféricas” (incluindo a Guiana Francesa, a Martinica, Maiote, Guadalupe e Reunião, São-Martinho, a Madeira, os Açores e as Ilhas Canárias)</p>
<p>Vários voos internacionais são abrangidos também. Se o seu voo parte e chega a um aeroporto da UE, então está abrangido. Se o seu voo partir de outros lugares, mas o seu destino é na UE, a abrangência depende da companhia aérea. Se esta for uma companhia aérea europeia, você está coberto. Ainda está confuso? Aqui está um gráfico simples para ajudá-lo:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Itinerário</th>
<th class="">Transportadora aérea da UE</th>
<th class="">Transportadora aérea não-UE</th>
</tr>
<tr>
<td class="">De dentro da UE para dentro da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De dentro da UE para fora da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De fora da UE para dentro da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Não abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De fora da UE para fora da UE</td>
<td class="">Não abrangido</td>
<td class="">Não abrangido</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Em alguns casos, os voos interrompidos fora da UE podem ser elegíveis para uma compensação de acordo com o CE 261, caso sejam voos de ligação a um voo abrangido pelos direitos dos passageiros aéreos da UE, que seja operado pela mesma transportadora e faça parte da mesma reserva de voo (possua o mesmo número de referência de reserva).</p>
</div>
<h2 id="todos-os-atrasos-sao-abrangidos-pelos-direitos-dos-passageiros-da-ue" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Todos os atrasos são abrangidos pelos direitos dos passageiros da UE?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Só atrasos de mais de 3 horas são abrangidos.<br />
A hora de chegada não é quando as rodas tocam a pista, mas sim quando o avião está estacionado e a porta é aberta.</p>
<p>Circunstâncias extraordinárias não são abrangidas.<br />
A companhia aérea também pode negar quaisquer responsabilidades se o atraso se dever às chamadas “circunstâncias extraordinárias”. Estas incluem situações como relâmpagos, emergências médicas, greves trabalhistas, condições climáticas adversas, restrições de Controle de Tráfego Aéreo, súbita avaria do radar do aeroporto, actos de sabotagem, instabilidade política, ataques terroristas… Situações extraordinárias sem qualquer controlo.</p>
<p>Circunstâncias não tão extraordinárias devem ser abrangidas.<br />
As companhias aéreas costumam evocar “dificuldades técnicas” ou “circunstâncias operacionais” como razões para os atrasos. A boa notícia é que o Tribunal de Justiça Europeu (TJE) tem afirmado repetidamente que aquelas não se qualificam como “circunstâncias extraordinárias”, o que significa que não são suficientes para isentar as companhias aéreas das suas obrigações no âmbito do EC 261.</p>
</div>
<h2 id="quanto-posso-receber-pelo-meu-atraso" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Quanto posso receber pelo meu atraso?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Assumindo que o seu voo é elegível, a compensação depende de três fatores:</p>
<p>Distância da viagem<br />
Se o voo é dentro ou fora da UE<br />
Duração do atraso – apenas atrasos de mais de 3 horas são abrangidos.</p>
<p>É um pouco complicado, mas, mais uma vez, fizemos um gráfico ilustrativo:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Duração do atraso</th>
<th class=""></th>
<th class=""></th>
<th class=""></th>
<th class=""></th>
</tr>
<tr>
<td class="">Menos do que 3 horas</td>
<td class="">3 &#8211; 4 horas</td>
<td class="">Mais de 4 horas</td>
<td class="">Nunca teve lugar</td>
<td class="">Distância</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ &#8211;</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">Todos os voos 1 500 km ou menos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ &#8211;</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">Voos internos da UE mais de 1 500 km</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ &#8211;</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">Voos não internos da UE entre 1 500 km e 3.500 km</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ &#8211;</td>
<td class="">€ 300</td>
<td class="">€ 600</td>
<td class="">€ 600</td>
<td class="">Voos não internos da UE mais de 3 500 km</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<h2 id="toda-a-minha-viagem-e-elegivel-se-eu-tiver-voos-de-ligacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Toda a minha viagem é elegível se eu tiver voos de ligação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>A distância da viagem é um factor determinante para saber quanto dinheiro pode receber (ver acima “Quanto posso receber pelo meu atraso?”). Mas se tiver uma viagem com múltiplos voos, é possível que apenas uma parte seja tomada em consideração para a atribuição de uma compensação. Para determinar isso, primeiro a sua viagem deve cumprir algumas condições:</p>
<ul>
<li>Todos os voos devem estar sob uma única reserva, não comprados individualmente;</li>
<li>A sua interrupção de voo deve ser elegível sob o EC 261 (ver acima “Que voos são abrangidos pelo EC 261?”);</li>
<li>O atraso no seu destino tem de ser superior a 3 horas.</li>
</ul>
<p>Quando acontece uma interrupção de voo que atende aos critérios acima, a transportadora que opera esse voo é responsável pela compensação. Para determinar a distância elegível, o voo interrompido e todos os voos de ligação são tidos em conta.</p>
<p>Quaisquer voos de ligação que tenham ocorrido antes da interrupção podem ser incluídos também, caso tenham sido operados pela mesma transportadora responsável pelo atraso, e não existam voos operados por uma transportadora diferente.</p>
<p>Em resumo, se uma companhia aérea causa um problema, geralmente é responsável por todos os seus voos, mesmo que tenham ocorrido antes da interrupção, bem como todos os voos posteriores que são afetados (mesmo que sejam com uma companhia aérea diferente).</p>
<p>Por exemplo, supondo que vai viajar de Los Angeles para Varsóvia em três voos, assim:<br />
Los Angeles =&gt; Nova Iorque =&gt; Londres =&gt; Varsóvia</p>
<p>Imagine também que o primeiro voo é com uma transportadora dos Estados Unidos, como a Delta, e as duas últimas ligações são com a British Airways, uma transportadora da UE. Se o voo de Londres para Varsóvia é adiado por mais de 3 horas, em seguida, os dois últimos voos de ligação da viagem são normalmente tidos em conta no cálculo da distância elegível. Isto é, de Nova Iorque para Varsóvia. A interrupção ocorreu num voo que foi abrangido pelo CE 261 e, uma vez que a British Airways também operou o voo de Nova Iorque para Londres, geralmente está incluído − ainda que tenha sido anterior à interrupção.</p>
<p>Contudo, se o atraso tivesse ocorrido no voo de Los Angeles para Nova Iorque, este não seria abrangido pelo EC261 (ver acima “Que voos são abrangidos pela CE 261?”).</p>
<p>Embora esta regra geralmente seja válida, alguns tribunais da UE interpretam o regulamento de forma diferente e podem não incluir voos anteriores de ligação no cálculo da distância elegível. A melhor maneira de verificar a elegibilidade do seu voo é usando a verificação de elegibilidade AirHelp.</p>
</div>
<h2 id="que-informacoes-devo-recolher-para-apoiar-a-minha-reclamacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Que informações devo recolher para apoiar a minha reclamação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Se pretender apresentar um pedido de compensação sob o CE 261, pode acontecer que a companhia aérea não queira assumir responsabilidades. Mesmo quando a lei está do seu lado, esta pode mostrar-se relutante em pagar a compensação. Para que a sua reclamação tenha mais hipóteses de ser bem sucedida, aqui estão algumas dicas a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Guarde bem todos os documentos</strong> relacionados com o voo interrompido e quaisquer voos alternativos oferecidos, tais como e-tickets e cartões de embarque.</li>
<li><strong>Faça perguntas ao pessoal de terra para obter informações</strong>sobre o que está a causar o problema.</li>
<li><strong>Mantenha algumas notas sobre a interrupção</strong>, incluindo a efetiva hora de chegada ao seu destino final. Todas as informações que possa recolher, como fotos do painel de partidas no aeroporto ou comunicações da companhia aérea, confirmando a interrupção, serão úteis para a sua reclamação.</li>
</ul>
</div>
<h2 id="existe-um-limite-de-tempo-para-fazer-uma-reclamacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Existe um limite de tempo para fazer uma reclamação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>O seu direito de compensação ao abrigo do CE 261 expira eventualmente, por isso, é importante saber o prazo limite para a sua reclamação. Isto varia de país para país, e depende do local onde a companhia aérea está sedeada, ou do tribunal competente em processos relativos a companhias aéreas. Como sempre, temos uma tabela útil para si:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">PRESCRIÇÃO NA EUROPA</th>
</tr>
<tr>
<td class="">PAÍS</td>
<td class="">PRAZO DE PRESCRIÇÃO</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Áustria</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Bélgica</td>
<td class="">1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Bulgária</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Croácia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Chipre</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">República Checa*</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Dinamarca</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Estónia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Finlândia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">França</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Alemanha**</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Grécia</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Hungria</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Islândia</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Irlanda</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Itália</td>
<td class="">26 meses</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Letónia</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Lituânia</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Luxemburgo</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Malta</td>
<td class="">Sem limite</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Países Baixos</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Noruega</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Polónia</td>
<td class="">1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Portugal</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Roménia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Eslováquia</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Eslovénia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Espanha</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Suécia***</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Suíça</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Reino Unido</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>* Na República Checa, se o voo ocorreu em 2013 ou antes, o prazo de prescrição é de 2 anos. A partir de 2014, o prazo de prescrição é de 3 anos.</p>
<p>** Na Alemanha, o prazo de prescrição expira no último dia do terceiro ano (por exemplo, o prazo de prescrição para um voo em 25/2/2016 expira em 31/12/2019 ).</p>
<p>*** Na Suécia, o prazo de prescrição é renovado sempre que uma nova reclamação tenha sido feita. Assim, o prazo de prescrição para quaisquer reclamações posteriores seria de três anos a partir da data do último pedido.</p>
</div>
<h2 id="existem-outros-direitos-contemplados-no-ce-261" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Existem outros direitos contemplados no CE 261?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Ainda bem que perguntou! Incluímos alguns aspectos importantes abaixo que não foram ainda abordados em detalhe.</p>
<p><strong>Direito a reembolso ou a alteração de rota</strong></p>
<p>Além de compensação pela sua perda de tempo, se o atraso for superior a cinco horas, tem direito a um reembolso total ou parcial do seu bilhete original e a um voo de regresso ao ponto de partida, se necessário.</p>
<p><strong>Direito a assistência</strong></p>
<p>Em caso de ocorrer uma interrupção do voo e ter de ficar à espera que a companhia aérea encontre uma solução para chegar ao seu destino final, tem direito a uma série de regalias gratuitas, dependendo dos dados do seu voo. A transportadora deve providenciar-lhe refeições e bebidas durante o atraso, bem como acesso a comunicações, incluindo duas chamadas telefónicas, e a possibilidade de enviar mensagens de telex, fax ou e-mails. Se necessitar de alojamento para pernoitar, devem fornecer-lhe um quarto de hotel e transporte de e para o aeroporto. O gráfico a seguir explica a elegibilidade para esses direitos:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Detalhes do voo</th>
<th class="">Duração do atraso</th>
</tr>
<tr>
<td class="">Todos os voos 1 500 km ou menos</td>
<td class="">2 horas ou mais</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Voos internos da UE mais de 1 500 km</td>
<td class="">3 horas ou mais</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Voos não-internos da UE entre 1.500 km e 3 500 km</td>
<td class="">3 horas ou mais</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Voos não-internos da UE mais de 3 500 km</td>
<td class="">4 horas ou mais</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p><strong>Upgrade e downgrade</strong></p>
<p>Se lhe oferecerem um voo alternativo numa classe superior àquela que reservou, a transportadora aérea não pode cobrar qualquer pagamento adicional. Por outro lado, se a classe do voo alternativo for inferior, pode pedir um reembolso de entre 30% a 75% do preço originalmente pago.</p>
<p><strong>Compensação adicional</strong></p>
<p>O seu direito de compensação ao abrigo do CE 261 não afeta o seu direito de solicitar qualquer compensação adicional. Esta regra não se aplica nos casos em que os passageiros tenham abdicado voluntariamente das suas reservas. O montante a que tem direito, de acordo com o EC 261, pode naturalmente ser deduzido de qualquer compensação adicional que receba.</p>
<p><strong>Obrigação de informar os passageiros dos seus direitos</strong></p>
<p>O seu primeiro direito básico deve ser o de ser informado sobre o conteúdo do CE 261. Todas as companhias aéreas têm de disponibilizar informação sobre os direitos dos passageiros nos seus balcões de check-in em todos os aeroportos em que operam.</p>
<p>Se esta nossa tentativa de trocar por miúdos esta complicada legislação não for suficiente, pode também ler o texto integral do CE 261.</p>
</div>
<h2 data-qa="heading"></h2>
<h2 id="direitos-ue-voos-cancelados" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Direitos UE &#8211; Voos cancelados</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Se o seu voo for cancelado e a companhia aérea não o notificar com um mínimo de 14 dias de antecedência, podem ser obrigados a compensa-lo, nos termos do EC 261. Os passageiros da EU têm direito a uma compensação de 600 € para voos cancelados, mas há uma série de fatores que determina tanto a elegibilidade como o valor da compensação. As secções a seguir têm todos os detalhes.</p>
</div>
<h2 id="que-voos-sao-abrangidos-pelo-ce-261" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Que voos são abrangidos pelo CE 261?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Naturalmente, a maioria das rotas dentro da Europa está abrangida. Isto inclui não apenas o espaço aéreo da UE, mas também a Islândia, a Noruega, a Suíça e as denominadas “regiões ultra periféricas” (Guiana Francesa e Martinica, Mayotte, Guadalupe e Reunião, Saint-Martin, Madeira, Açores e Ilhas Canárias)</p>
<p>Vários voos internacionais são abrangidos, também. Se o seu voo parte de um aeroporto na UE, então está abrangido. Se o seu voo partir de outros lugares, mas o seu destino é na UE, a abrangência depende da companhia aérea. Se a última é europeia, uma companhia aérea europeia, você está coberto. Ainda está confuso? Aqui está um gráfico simples para ajudá-lo:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Itinerário</th>
<th class="">transportadora aérea da UE</th>
<th class="">Non-UE transportadora aérea</th>
</tr>
<tr>
<td class="">De dentro da UE para dentro da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De dentro da UE para fora da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De fora da UE para dentro da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Não abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De fora da UE para fora da UE</td>
<td class="">Não abrangido</td>
<td class="">Não abrangido</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Em alguns casos, os voos interrompidos fora da UE podem ser elegíveis sob o regulamento CE 261, quando conectados a um voo abrangido com a mesma transportadora e se fizerem parte da mesma reserva de voo (sob o mesmo número de referência de reserva). A maneira mais fácil de descobrir se está abrangido é usando a verificação de elegibilidade da AirHelp.</p>
</div>
<h2 id="todos-os-cancelamentos-sao-abrangidos" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Todos os cancelamentos são abrangidos?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p><em>Cancelamentos informados com 14 dias de antecedência não são abrangidos.</em><br />
Se a companhia aérea tiver informado o passageiro com pelo menos 14 dias de antecedência do cancelamento, não é elegível para receber uma compensação. Mesmo que o tenham informado com menos de 14 dias de antecedência, a companhia aérea ainda pode evitar ter de pagar, se fornecer a alteração da rota de um voo alternativo que atenda a determinados critérios, como os que se seguem:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Aviso prévio</th>
<th class="">Requisitos de alteração de rota</th>
</tr>
<tr>
<td class="">14 dias</td>
<td class="">Nenhum</td>
</tr>
<tr>
<td class="">7 &#8211; 13 dias</td>
<td class="">Voo alternativo a partir não mais de 2 horas antes e a chegar menos de 4 horas após o voo original</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Menos de 7 dias</td>
<td class="">Voo alternativo a partir não mais de 1 hora antes e a chegar menos de 2 horas após o voo original</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Circunstâncias extraordinárias <strong>não são abrangidas</strong>.</p>
<p>A companhia aérea também pode evitar a responsabilidade se o atraso foi devido ao que é conhecido como “circunstâncias extraordinárias”. Estas incluem situações como relâmpagos, emergências médicas, greves trabalhistas, graves condições climáticas adversas, restrições de Controle de Tráfego Aéreo, súbita avaria do radar do aeroporto, atos de sabotagem, instabilidade política, ataques terroristas… Já deve estar a perceber a ideia.</p>
<p>Circunstâncias não tão extraordinárias devem <strong>ser abrangidas</strong>.</p>
<p>As companhias aéreas costumam citar “dificuldades técnicas” ou “circunstâncias operacionais” como razões para os atrasos. A boa notícia é que o Tribunal de Justiça Europeu (TJE) tem afirmado repetidamente que aquelas não se qualificam como “circunstâncias extraordinárias”, o que significa que não suficientes para libertar as companhias aéreas das suas obrigações no âmbito da EC 261.</p>
</div>
<h2 id="quanto-posso-receber-pelo-meu-cancelamento" class="c-acf__heading c-acf__heading--clock " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Quanto posso receber pelo meu cancelamento?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Assumindo que o seu voo é elegível, a compensação depende de três fatores:</p>
<ul>
<li>Distância da viagem</li>
<li>Se o voo é dentro ou fora da UE</li>
<li>Duração do atraso, caso aceite a alteração de rota noutro voo.</li>
</ul>
<p>É um pouco complicado, mas, mais uma vez, fizemos um gráfico ilustrativo:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Duração do atraso (Voo alternativo vs. voo original)</th>
</tr>
<tr>
<td class="">Menos de 2 horas</td>
<td class="">2 &#8211; 3 horas</td>
<td class="">3 &#8211; 4 horas</td>
<td class="">Mais de 4 horas</td>
<td class="">Não teve lugar</td>
<td class="">Distância</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ 125</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">€ 250</td>
<td class="">Todos os voos 1 500 km ou menos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ 200</td>
<td class="">€ 200</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">Voos internos da UE mais de 1 500 km</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ 200</td>
<td class="">€ 200</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">€ 400</td>
<td class="">Voos não-internos da UE entre 1 500 km e 3 500 km</td>
</tr>
<tr>
<td class="">€ 300</td>
<td class="">€ 300</td>
<td class="">€ 300</td>
<td class="">€ 600</td>
<td class="">€ 600</td>
<td class="">Voos não-internos da UE mais de 3 500 km</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>O valor da sua compensação pode ser reduzido para metade, dependendo da totalidade de tempo de atraso para chegar ao seu destino final num voo alternativo (em comparação com o seu voo originalmente reservado). Isto reflete-se na tabela acima, na qual os valores por metade estão sublinhados.</p>
<p>Se recusar a alteração da rota num voo alternativo, tem direito ao valor de compensação mostrado acima (com a quantia determinada pelo tempo de chegada do voo alternativo que foi oferecido ), bem como o reembolso do preço do bilhete e um voo de regresso ao seu local de partida original, se necessário.</p>
</div>
<h2 id="toda-a-minha-viagem-e-elegivel-se-eu-tiver-voos-de-ligacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Toda a minha viagem é elegível se eu tiver voos de ligação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Como mencionamos, a distância da viagem é um fator determinante para saber quanto dinheiro pode receber (ver acima “Quanto posso receber pelo meu cancelamento?”). Mas se tiver uma viagem com múltiplos voos, é possível que apenas uma parte seja tomada em consideração para a atribuição de uma compensação. Para determinar isso, primeiro a sua viagem deve cumprir algumas condições:</p>
<ul>
<li>Todos os voos devem estar sob uma única reserva, não comprados individualmente;</li>
<li>A sua interrupção de voo deve ser elegível sob a EC 261 (ver acima “Que voos são abrangidos pela EC 261?”);</li>
</ul>
<p>Quando acontece uma interrupção de voo que atende aos critérios acima, a transportadora que opera esse voo é responsável pela compensação. Para descobrir a distância elegível, o voo interrompido e quaisquer pernas que vêm depois são tidos em conta.<br />
Quaisquer pernas da viagem que tenham vindo antes da interrupção podem ser incluídas também, caso tenham sido operadas pela mesma transportadora responsável pelo cancelamento e não havia voos intervenientes operados por uma transportadora diferente.</p>
<p>Em resumo, se uma companhia aérea causa um problema, geralmente é responsável por todos os seus voos, mesmo que tenham aparecido antes da interrupção, bem como todos os voos posteriores que são afetados (mesmo que sejam com uma companhia aérea diferente).</p>
<p>Digamos que vai viajar de Los Angeles para Varsóvia em três voos, assim:<br />
Los Angeles =&gt; Nova Iorque =&gt; Londres =&gt; Varsóvia</p>
<p>Imagine também que o primeiro voo é com uma transportadora dos Estados Unidos, como a Delta, e as duas últimas pernas são com a British Airways, uma transportadora da UE. Se o voo de Londres para Varsóvia for cancelado, em seguida, as duas últimas pernas da viagem são normalmente tidas em conta como distância elegível. Isto é, de Nova Iorque para Varsóvia. A interrupção ocorreu num voo que foi abrangido pela CE 261 e, uma vez que a British Airways também operou o voo de Nova Iorque a Londres, geralmente está incluído − ainda que tenha sido anterior à interrupção.</p>
<p>Se o voo de Los Angeles a Nova Iorque tivesse sido cancelado, no entanto, este não seria abrangido pelo EC261 (ver acima “Que voos são abrangidos pela CE 261?”).</p>
<p>Embora esta regra geralmente seja válida, alguns tribunais da UE interpretam o regulamento de forma diferente e não podem incluir voos anteriores de conexão na distância elegíveis. A melhor maneira de verificar a elegibilidade do seu voo é usando a verificação de elegibilidade AirHelp.</p>
</div>
<h2 id="que-informacoes-devo-recolher-para-apoiar-a-minha-reclamacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Que informações devo recolher para apoiar a minha reclamação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Se pretender apresentar um pedido de compensação sob o CE 261, pode acontecer que a companhia aérea não queira assumir responsabilidades. Mesmo quando a lei está do seu lado, esta pode mostrar-se relutante em pagar a compensação. Para dar ao seu pedido a melhor hipótese de ser bem sucedido, aqui estão algumas dicas a seguir:</p>
<ul>
<li><strong>Guarde bem todos os documentos</strong> relacionados com o voo interrompido e quaisquer voos alternativos oferecidos, tais como e-tickets e cartões de embarque.</li>
<li><strong>Faça perguntas ao pessoal de terra para obter informações</strong>sobre o que está a causar o problema.</li>
<li><strong>Mantenha algumas notas sobre a interrupção</strong>, incluindo a efetiva hora de chegada ao seu destino final. Qualquer informação que possa recolher, como fotos do painel de partidas no aeroporto ou quaisquer comunicações da companhia aérea confirmando a interrupção, será útil para a sua reclamação.</li>
</ul>
</div>
<h2 id="existe-um-limite-de-tempo-para-fazer-uma-reclamacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--clock " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Existe um limite de tempo para fazer uma reclamação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>O seu direito de compensação ao abrigo do CE 261 expira eventualmente, por isso, é importante saber a prescrição para sua reclamação. Isto varia de um país para outro e é determinado por onde a companhia aérea está sedeada ou por que tribunal tem competência em processos relativos a companhias aéreas. Como sempre, temos uma tabela útil para si:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">PRESCRIÇÃO NA EUROPA</th>
</tr>
<tr>
<td class="">PAÍS</td>
<td class="">PRAZO DE PRESCRIÇÃO</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Áustria</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Bélgica</td>
<td class="">1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Bulgária</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Croácia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Chipre</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">República Checa*</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Dinamarca</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Estónia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Finlândia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">França</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Alemanha**</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Grécia</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Hungria</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Islândia</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Irlanda</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Itália</td>
<td class="">26 meses</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Letônia</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Lituânia</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Luxemburgo</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Malta</td>
<td class="">Sem limite</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Países Baixos</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Noruega</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Polónia</td>
<td class="">1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Portugal</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Roménia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Eslováquia</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Eslovénia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Espanha</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Suécia***</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Suíça</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Reino Unido</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>* Para a República Checa, se o voo ocorreu em 2013 ou antes, o prazo de prescrição é de 2 anos. A partir de 2014, o prazo de prescrição é de 3 anos.</p>
<p>** Para a Alemanha, o prazo de prescrição expira no último dia do terceiro ano (por exemplo, o prazo de prescrição para um voo em 25/2/2016 expira em 31/12/2019 ).</p>
<p>*** Para a Suécia, o prazo de prescrição é renovado sempre que uma nova reclamação tenha sido feita. Assim, o prazo de prescrição para quaisquer reclamações posteriores seria de três anos a partir da data do último pedido.</p>
</div>
<h2 id="existem-outros-direitos-contemplados-na-ce-261" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Existem outros direitos contemplados na CE 261?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Ainda bem que perguntou! Incluímos alguns destaques abaixo que não foram ainda abordados em detalhe.</p>
<p><strong>Direito a reembolso ou a alteração de rota</strong></p>
<p>Além de uma compensação pela sua perda de tempo, ainda tem direito a:</p>
<ol>
<li>Total ou parcial reembolso do seu bilhete original e a um voo de regresso ao seu ponto de partida, caso necessário;<br />
ou</li>
<li>Transporte alternativo o quanto antes para o seu destino final<br />
ou</li>
<li>Um novo bilhete para o seu destino final numa data posterior à sua escolha (sujeito à disponibilidade de lugares).</li>
</ol>
<p>Qualquer transporte entre aeroportos tem de ser organizado a cargo da transportadora aérea.</p>
<p><strong><em>Direito a assistência</em></strong></p>
<p>Quando uma interrupção do voo ocorre e está dependente de atualizações por parte da companhia aérea, tem direito a uma série de regalias gratuitas, dependendo dos dados do seu voo. A transportadora deve providenciar-lhe refeições e bebidas durante o atraso, bem como acesso a comunicações, incluindo duas chamadas telefónicas, mensagens de telex ou fax e e-mails. Se necessita de alojamento para pernoitar, devem fornecer-lhe um quarto de hotel e transporte de e para o aeroporto. O gráfico a seguir explica a elegibilidade para esses direitos:</p>
<p><em><strong>Upgrade e downgrade</strong></em></p>
<p>Se lhe oferecem um voo alternativo e é colocado numa classe mais elevada do que aquela que você reservou, a transportadora aérea não pode cobrar qualquer pagamento adicional. Por outro lado, se a classe do voo alternativo é menor, você pode obter um reembolso entre 30 % e 75% do preço originalmente pago.</p>
<p><em><strong>Compensação adicional</strong></em></p>
<p>O seu direito de compensação ao abrigo do CE 261 não afeta o seu direito de solicitar qualquer compensação adicional. Esta regra não se aplica nos casos em que os passageiros tenham abdicado voluntariamente das suas reservas. O montante a que tem direito, sob a EC 261, pode naturalmente ser deduzido de qualquer compensação adicional que você recebe.</p>
<p><em><strong>Obrigação de informar os passageiros dos seus direitos</strong></em></p>
<p>O seu primeiro direito básico deve ser o de ser informado sobre o conteúdo do CE 261. Todas as companhias aéreas têm de disponibilizar informação sobre os direitos dos passageiros nos seus balcões de check-in em todos os aeroportos em que operam.</p>
<p>Se o nosso juridiquês ainda não é suficiente, também pode ler o texto integral da CE 261.</p>
</div>
<h2 data-qa="heading"></h2>
<h2 id="direitos-ue-recusa-de-embarque" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Direitos UE &#8211; Recusa de embarque</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Existem algumas situações em que a companhia aérea não pode permitir que você embarque, como quando existe sobrelotação de um avião. A EC 261 pode ressarcir passageiros até € 600 se lhes for recusado o embarque em voos da UE. As secções a seguir abordam os fatores que determinam a elegibilidade e a quanto dinheiro tem direito.</p>
</div>
<h2 id="que-voos-sao-abrangidos-pelo-ce-261" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Que voos são abrangidos pelo CE 261?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Naturalmente, a maioria das rotas dentro da Europa está abrangida. Isto inclui não apenas o espaço aéreo da UE, mas também a Islândia, a Noruega, a Suíça e as denominadas “regiões ultra periféricas” (incluindo a Guiana Francesa e a Martinica, Maiote, Guadalupe e Reunião, São-Martinho, a Madeira, os Açores e as Ilhas Canárias)</p>
<p>Vários voos internacionais são abrangidos, também. Se o seu voo parte de um aeroporto na UE, então está abrangido. Se o seu voo partir de outros lugares, mas o seu destino é na UE, a abrangência depende da companhia aérea. Se a última é europeia, você está coberto. Ainda está confuso? Aqui está um gráfico simples para ajudá-lo:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Itinerário</th>
<th class="">Transportadora aérea da UE</th>
<th class="">Transportadora aérea não UE</th>
</tr>
<tr>
<td class="">De dentro da UE para dentro da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De dentro da UE para fora da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De fora da UE para dentro da UE</td>
<td class="">Abrangido</td>
<td class="">Não abrangido</td>
</tr>
<tr>
<td class="">De fora da UE para fora da UE</td>
<td class="">Não abrangido</td>
<td class="">Não abrangido</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Em alguns casos, os voos interrompidos fora da UE podem ser elegíveis sob o CE 261, caso se tratem de voos protegidos por aquele regulamento, que sejam operados pela mesma transportadora e façam parte de uma mesma reserva de voo (possuam o mesmo número de referência de reserva). A maneira mais fácil de descobrir se está coberto é usar a verificação de elegibilidade AirHelp.</p>
</div>
<h2 id="todos-as-recusas-de-embarque-estao-abrangidas" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Todos as recusas de embarque estão abrangidas?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p><em>Somente recusas de embarque contra a sua vontade</em> <strong>são abrangidas</strong>.<br />
Se se prontificar a abdicar do seu lugar em troca de um reembolso, de um voo alternativo ou de outros benefícios, renuncia também ao seu direito de compensação ao abrigo do CE 261. Da mesma forma, se comprometer a sua própria capacidade para embarcar no voo, perde o seu direito de compensação. Alguns exemplos disso são:</p>
<ul>
<li>Aparecer demasiado tarde à porta de embarque;</li>
<li>Não ter a documentação apropriada (tal como o cartão de embarque);</li>
<li>Criar problemas de segurança ou saúde</li>
</ul>
</div>
<h2 id="quanto-posso-receber-pela-recusa-do-meu-embarque" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Quanto posso receber pela recusa do meu embarque?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Assumindo que o seu voo é elegível, a compensação depende de dois fatores:</p>
<ul>
<li>Distância da viagem</li>
<li>Se o voo é dentro ou fora da UE</li>
</ul>
<p>Adoramos tabelas, por isso, aí tem uma que lhe explica se é ou não elegível, tendo como base os detalhes do seu voo:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">Distância</th>
<th class=""></th>
</tr>
<tr>
<td class="">Todos os voos a menos de 1.500 km</td>
<td class="">€ 250</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Voos dentro da UE mais de 1,500 km</td>
<td class="">€ 400</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Voos não-internos da UE entre 1.500 e 3.500 km</td>
<td class="">€ 400</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Voos não-internos da UE superiores a 3.500 km</td>
<td class="">€ 600</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p><strong>Curiosidade!</strong></p>
<p>O seu direito a compensação entra em vigor logo após ter sido recusado o embarque. Ou seja, logo ali, no aeroporto! Tendo, adicionalmente, o direito de mudar a rota do seu voo num alternativo ao seu destino.</p>
</div>
<h2 id="toda-a-minha-viagem-e-elegivel-se-eu-tiver-voos-de-ligacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Toda a minha viagem é elegível se eu tiver voos de ligação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Como mencionamos, a distância da viagem é um fator determinante para saber quanto dinheiro pode receber (ver acima “Quanto posso receber pela recusa do meu embarque?”). Mas se tiver uma viagem com múltiplos voos, é possível que apenas uma parte seja tomada em consideração para a atribuição de uma compensação. Para determinar isso, primeiro a sua viagem deve cumprir algumas condições:</p>
<ul>
<li>Todos os voos devem estar sob uma única reserva, não comprados individualmente;</li>
<li>A sua interrupção de voo deve ser elegível sob o EC 261 (ver acima “Que voos são abrangidos pela EC 261?”);</li>
</ul>
<p>Quando acontece uma interrupção de voo que atende aos critérios acima, a transportadora que opera esse voo é responsável pela compensação. Para descobrir a distância elegível, tanto o voo interrompido como o voos de ligação subsequentes são tidos em conta.<br />
Quaisquer voos de ligação anteriores à interrupção podem ser incluídos também, caso tenham sido operados pela mesma transportadora responsável pelo cancelamento e não tenham havido outros voos operados por uma transportadora diferente.</p>
<p>Em resumo, se uma companhia aérea causa um problema, geralmente é responsável por todos os seus voos, mesmo que tenham sido antes da interrupção, bem como todos os voos posteriores que são afetados (mesmo que sejam com uma companhia aérea diferente).</p>
<p>Por exemplo, supondo que vai viajar de Los Angeles para Varsóvia em três voos, assim:<br />
Los Angeles =&gt; Nova Iorque =&gt; Londres =&gt; Varsóvia</p>
<p>Imagine também que o primeiro voo é com uma transportadora dos Estados Unidos, como a Delta, e os dois últimos voos de ligação são com a British Airways, uma transportadora da UE. Se lhe recusarem o embarque no voo Londres para Varsóvia, em seguida, as duas últimas ligações são normalmente tidas em conta como distância elegível. Isto é, de Nova Iorque para Varsóvia. A interrupção ocorreu num voo que foi abrangido pelo CE 261 e, uma vez que a British Airways também operou o voo de Nova Iorque para Londres, geralmente está incluído − ainda que tenha sido anterior à interrupção.</p>
<p>Contudo, se tivesse sido o voo de Los Angeles a Nova Iorque a ser cancelado, este não seria abrangido pelo EC261 (ver acima “Que voos são abrangidos pela CE 261?”).</p>
<p>Embora esta regra geralmente seja válida, alguns tribunais da UE interpretam o regulamento de forma diferente e não podem incluir voos anteriores de conexão na distância elegíveis. A melhor maneira de verificar a elegibilidade do seu voo é usando a verificação de elegibilidade AirHelp.</p>
</div>
<h2 id="existe-um-limite-de-tempo-para-fazer-uma-reclamacao" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Existe um limite de tempo para fazer uma reclamação?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>O seu direito de compensação ao abrigo do CE 261 expira eventualmente, por isso, é importante saber a data limite para sua reclamação. Isto varia de país para país, e depende do local onde a companhia aérea está sedeada, ou do tribunal competente em processos relativos a companhias aéreas.. Como sempre, temos uma tabela útil para si:</p>
</div>
<div class="c-acf__table">
<table>
<caption>Direitos dos passageiros aéreos</caption>
<tbody>
<tr>
<th class="">PRESCRIÇÃO NA EUROPA</th>
</tr>
<tr>
<td class="">PAÍS</td>
<td class="">PRAZO DE PRESCRIÇÃO</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Áustria</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Bélgica</td>
<td class="">1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Bulgária</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Croácia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Chipre</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">República Checa*</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Dinamarca</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Estónia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Finlândia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">França</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Alemanha**</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Grécia</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Hungria</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Islândia</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Irlanda</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Itália</td>
<td class="">26 meses</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Letônia</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Lituânia</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Luxemburgo</td>
<td class="">10 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Malta</td>
<td class="">Sem limite</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Países Baixos</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Noruega</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Polónia</td>
<td class="">1 ano</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Portugal</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Roménia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Eslováquia</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Eslovénia</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Espanha</td>
<td class="">5 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Suécia***</td>
<td class="">3 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Suíça</td>
<td class="">2 anos</td>
</tr>
<tr>
<td class="">Reino Unido</td>
<td class="">6 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>* Na República Checa, se o voo ocorreu em 2013 ou antes, o prazo de prescrição é de 2 anos. A partir de 2014, o prazo de prescrição é de 3 anos.</p>
<p>** Na Alemanha, o prazo de prescrição expira no último dia do terceiro ano (por exemplo, o prazo de prescrição para um voo em 25/2/2016 expira em 31/12/2019 ).</p>
<p>*** Na Suécia, o prazo de prescrição é renovado sempre que uma nova reclamação tenha sido feita. Assim, o prazo de prescrição para quaisquer reclamações posteriores seria de três anos a partir da data do último pedido.</p>
</div>
<h2 id="existem-outros-direitos-contemplados-pelo-ce-261" class="c-acf__heading c-acf__heading--eu " data-qa="heading"><span class="c-acf__heading-text">Existem outros direitos contemplados pelo CE 261?</span></h2>
<div class="c-acf__plain-content">
<p>Ainda bem que perguntou! Incluímos alguns aspectos importantes abaixo que não foram ainda abordados em detalhe.</p>
<p><strong>Direito a reembolso ou a alteração de rota</strong><br />
Além de uma compensação pela sua perda de tempo, ainda tem direito a:</p>
<ul>
<li>Total ou parcial reembolso do seu bilhete original e a um voo de regresso ao seu ponto de partida, caso necessário;<br />
ou</li>
<li>Transporte alternativo o quanto antes para o seu destino final<br />
ou</li>
<li>Um novo bilhete para o seu destino final numa data posterior à sua escolha (sujeito à disponibilidade de lugares).</li>
</ul>
<p>Qualquer transporte entre aeroportos tem de ser organizado a cargo da transportadora aérea.</p>
<p><strong>Direito a assistência</strong></p>
<p>Em caso de ocorrer uma interrupção do voo e ter de ficar à espera que a companhia aérea encontre uma solução para chegar ao seu destino final, tem direito a uma série de regalias gratuitas, dependendo dos dados do seu voo. A transportadora deve providenciar-lhe refeições e bebidas durante o atraso, bem como acesso a comunicações, incluindo duas chamadas telefónicas, e a possibilidade de enviar mensagens de telex, fax ou e-mails. Se necessitar de alojamento para pernoitar, devem fornecer-lhe um quarto de hotel e transporte de e para o aeroporto. O gráfico a seguir explica a elegibilidade para esses direitos. O gráfico a seguir explica a elegibilidade para esses direitos:</p>
<p><strong>Upgrade e downgrade</strong><br />
Se lhe oferecerem um voo alternativo numa classe superior àquela que reservou, a transportadora aérea não pode cobrar qualquer pagamento adicional. Por outro lado, se a classe do voo alternativo for inferior, pode pedir um reembolso de entre 30 % a 75% do preço originalmente pago.</p>
<p><strong>Compensação adicional</strong><br />
O seu direito de compensação ao abrigo do CE 261 não afeta o seu direito de solicitar qualquer compensação adicional. Esta regra não se aplica nos casos em que os passageiros tenham abdicado voluntariamente das suas reservas. O montante a que tem direito, de acordo com os termos do EC 261, pode naturalmente ser deduzido de qualquer compensação adicional que receba.</p>
<p><strong>Obrigação de informar os passageiros dos seus direitos</strong><br />
O seu primeiro direito básico deve ser o de ser informado sobre o conteúdo do CE 261. Todas as companhias aéreas têm de disponibilizar informação sobre os direitos dos passageiros nos seus balcões de check-in em todos os aeroportos em que operam.</p>
<p>Se quiser ler todo o palavreado jurídico diretamente da sua fonte, pode fazê-lo através do texto da EC 261.</p>
</div>
<h2 id="direitos-dos-eua-voos-atrasados" class="c-acf__heading c-acf__heading--clock " data-qa="heading"></h2>
<ul>
<li>Para mais informações consulte este <a href="https://www.airhelp.com/pt-pt/cancelamentos-de-voos/" target="_blank" rel="noopener"><strong>link</strong></a></li>
</ul>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://viagenseresorts.pt/esteve-num-voo-cancelado-ou-atrasado-nos-ultimos-3-anos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Arrendar ou comprar casa de férias: qual a melhor opção?</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/arrendar-ou-comprar-casa-de-ferias-qual-a-melhor-opcao/</link>
					<comments>https://viagenseresorts.pt/arrendar-ou-comprar-casa-de-ferias-qual-a-melhor-opcao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Aug 2019 15:48:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=29323</guid>

					<description><![CDATA[<p>O Algarve continua a ser um dos destinos preferidos das famílias portuguesas para comprar casa de férias. Mas será verdadeiramente compensatório investir numa segunda habitação para este efeito? Fizemos as contas e balanceámos os prós e contras.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Algarve continua a ser um dos destinos preferidos das famílias portuguesas para comprar casa de férias. Mas será verdadeiramente compensatório investir numa segunda habitação para este efeito? Fizemos as contas e balanceámos os prós e contras.</p>
<p>A compra de uma casa é uma decisão que deve ser ponderada e tomada em conjunto com o agregado familiar uma vez que representa um peso considerável nas finanças pessoais de uma família. Assim, antes dessa decisão, é preciso ter alguns fatores em conta. Se, por sua vez, a decisão está tomada, cabe ao consumidor comparar todo o mercado para escolher o financiamento mais indicado para si.</p>
<div>
<div>
<div><a href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao#blog_11072018_562" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Comparar crédito à habitação</a></div>
</div>
</div>
<p>Para uma análise mais fidedigna, apresentamos o perfil da Dona Madalena e do Senhor Pedro. Este casal, na casa dos 50 anos e já com os filhos fora de casa, está indeciso entre comprar casa de férias ou arrendar uma casa, sempre no mesmo período de férias.</p>
<h2><strong>Opção 1: Comprar casa de férias</strong></h2>
<p>O casal começou pela escolha da localização, embora esta tenha sido uma decisão facilitada. O Senhor Pedro queria no Algarve e a Dona Madalena não hesitou: Monte Gordo era a localização perfeita, em especial por causa das águas mais quentes e pelo extenso areal.</p>
<p>Num fim de semana prolongado ambos viajaram até ao Sul do país e visitaram vários imóveis. Após a escolha da habitação, o passo mais difícil avizinhava-se: optar por comprar casa de férias ou arrendar outro imóvel?</p>
<p>Para conseguirem fazer as contas e pesarem os prós e contras, procuraram primeiro as condições de financiamento para um crédito à habitação para comprar casa de férias. Na tabela abaixo estão resumidas as características encontradas pelo casal.</p>
<div>
<table class="table table-hover table-sm table-bordered">
<caption>Crédito à habitação para segunda casa</caption>
<thead>
<tr>
<th>Instituição</th>
<th><i>Spread</i>mínimo</th>
<th>LTV máximo</th>
<th>Prazo máximo</th>
<th>Idade máxima dos proponentes</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td>Bankinter</td>
<td>1,15%</td>
<td>70%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Santander</td>
<td>1,15%</td>
<td>70%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Banco CTT</td>
<td>1,2%</td>
<td>70%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Abanca</td>
<td>1,2%</td>
<td>60%</td>
<td>45 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Millennium BCP</td>
<td>1,25%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>ActivoBank</td>
<td>1,25%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Novo Banco</td>
<td>1,25%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Caixa Geral de Depósitos</td>
<td>1,3%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>80 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Crédito Agrícola</td>
<td>1,4%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>70 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>EuroBic</td>
<td>1,49%</td>
<td>90%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Deutsche Bank</td>
<td>1,5%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>BPI</td>
<td>1,5%</td>
<td>70%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>Montepio</td>
<td>1,5%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
<tr>
<td>UCI</td>
<td>1,75%</td>
<td>80%</td>
<td>40 anos</td>
<td>75 anos</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div>
<div>
<div><a href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao#blog_11072018_562" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Escolher empréstimo para comprar casa</a></div>
</div>
</div>
<p>Depois desta análise, compararam o mercado de crédito à habitação para perceberem qual seria o custo total do crédito (MTIC) e quanto ficariam a pagar por mês se quisessem adquirir um T2 de 155 mil euros perto da praia.</p>
<p>Para um financiamento a 20 anos – uma vez que têm 55 anos e a idade máxima no final do crédito deve ser 75 anos -, e para o montante de 108.500 euros, se o casal optar pelas soluções com o <em>spread </em>mais competitivo, consegue ficar a pagar uma prestação mensal de 547 euros no Bankinter ou 552 euros no Santander. Quanto ao MTIC, este iria variar entre os 132.662 euros no Bankinter e 133.862 euros no Santander.</p>
<p>Com um rendimento mensal conjunto de 4 mil euros e com as suas despesas fixas com créditos a rondar os 1.047 euros (500 euros do empréstimo da sua casa em Lisboa e 547 euros do financiamento para comprar casa de férias), a taxa de esforço do casal rondaria 26%. Esta é uma percentagem favorável, porque não representa um grande peso para as finanças pessoais desta família.</p>
<div class="ceg-learnmore-block"><a class="ceg-learnmore-txt" href="https://www.comparaja.pt/blog/taxa-de-esforco" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span class="ceg-learnmore-special">Saiba mais</span>: Como calcular a sua taxa de esforço?</a></div>
<p>Se a Dona Madalena e o Senhor Pedro optarem por comprar casa de férias, durante a sua reforma podem inclusive vender a sua casa na capital e viver no Algarve.</p>
<p>Para além desta vantagem de comprar casa de férias, destacamos outras: o casal pode fazer várias escapadelas durante o ano, não tendo de pagar alojamento, e os seus filhos podem fazer férias com os amigos a custo reduzido.</p>
<p>Outro benefício centra-se na possibilidade de arrendar o imóvel durante o inverno ou mesmo durante o verão enquanto não estão de férias. No entanto, é preciso ter atenção: nestes casos, os donos da casa devem informar a instituição financeira na qual detêm o crédito da sua intenção de arrendar, podendo o banco agravar o <em>spread</em> e, consequentemente, o custo total do empréstimo.</p>
<p>Quanto às desvantagens, há que salientar que o casal fica, desde logo, limitado a viajar para outros locais. Embora seja possível, é muito provável que se desloquem para a sua nova casa do que optem por arrendar outra para passarem férias ou visitem outros países, uma vez que estão a pagar uma segunda hipoteca.</p>
<p>Para além disso, a aquisição de uma casa é sempre um peso financeiro para qualquer agregado familiar, sendo muito importante analisar as condições económicas da família antes de se avançar com a compra.</p>
<div class="ceg-learnmore-block"><a class="ceg-learnmore-txt" href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao/artigos/6-erros-financeiros-comprar-um-imovel" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span class="ceg-learnmore-special">Descubra</span>: 6 Erros financeiros que deve evitar se vai comprar um imóvel</a></div>
<h2><strong>Opção 2: Arrendar casa para férias</strong></h2>
<p>A segunda opção passa por arrendar em vez de comprar casa de férias. Assim, o Senhor Pedro e a Dona Madalena procuraram de entre as várias ofertas de habitações para arrendar. Pretendem um T2, também em Monte Gordo, perto da praia e com possibilidade de arrendar durante duas semanas, todos os anos.</p>
<p>O valor quinzenal médio do arrendamento ronda os 1.500 euros. Ora, se o casal optar por arrendar uma casa uma quinzena na Páscoa, outra no verão e ainda uma semana na passagem de ano, o custo anual situa-se nos 3.750 euros.</p>
<p>Isto significa que, ao fim dos 20 anos da duração do crédito à habitação, o casal teria pago 75 mil euros. Este é naturalmente um custo inferior ao do financiamento, mas quais as vantagens?</p>
<p>Por um lado, podem viajar para outros locais durante o ano, o custo anual é inferior e não precisam de ter preocupações com a habitação.</p>
<p>No entanto, têm custos com alojamento sempre que forem de férias, para além de estarem a pagar por um imóvel que não é realmente seu. Para além disso, após os 20 anos de pagamento do crédito, a habitação é sua, contrariamente à casa arrendada.</p>
<div class="ceg-learnmore-block"><a class="ceg-learnmore-txt" href="https://www.comparaja.pt/blog/compensa-comprar-casa-para-arrendar" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><span class="ceg-learnmore-special">Leia mais</span>: Vale a pena comprar casa para arrendar?</a></div>
<h2><strong>Arrendar vs comprar </strong></h2>
<p>A decisão da Dona Madalena e do Senhor Pedro passou por comprar casa de férias. No entanto, não existe uma decisão certa, porque depende da opinião de cada um.</p>
<p>Por um lado, ao comprar casa de férias pode usufruir da sua habitação a qualquer altura do ano. Pode fazer escapadelas, tem uma casa só sua que não partilha com outros inquilinos e poderá até arrendá-la.</p>
<p>Se esta for a sua opção, sugerimos que, após a escolha do imóvel, procure várias soluções de empréstimos. Assim, terá acesso a várias opções e poderá encontrar a que vai ao encontro das suas capacidades financeiras.</p>
<div></div>
<p>Por outro lado, o financiamento é um peso adicional nas suas finanças pessoais e pode optar apenas por arrendar. Neste caso, pode sempre arrendar uma casa diferente, noutros locais, não tendo de ter preocupações e despesas com a mesma.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://viagenseresorts.pt/arrendar-ou-comprar-casa-de-ferias-qual-a-melhor-opcao/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Vai de férias para um destino tropical? Não corra riscos (siga estes conselhos)</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/vai-de-ferias-para-um-destino-tropical-nao-corra-riscos-siga-estes-conselhos/</link>
					<comments>https://viagenseresorts.pt/vai-de-ferias-para-um-destino-tropical-nao-corra-riscos-siga-estes-conselhos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2019 13:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=6777</guid>

					<description><![CDATA[<p>Visitar destinos exóticos é uma delícia, mas pode trazer sérios riscos à saúde. Saiba o que pode acontecer nas suas próximas férias e como se prevenir.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os destinos exóticos escondem, muitas vezes, condições sanitárias deficientes e microrganismos que podem causar desde as incómodas diarreias a doenças graves, como malária e febre-amarela. Se viajar sobretudo para países da África, Ásia ou América do Sul, deve fazer a consulta do viajante, pelo menos um mês antes. Encontra-a nos centros de saúde e hospitais públicos e também no privado.</p>
<h2>Início</h2>
<p>Em muitos destinos exóticos é exigida a vacina da febre-amarela e, dependendo da zona, poderá ser necessário tomar a das hepatites A e B. Nalguns destinos de África e Ásia, é recomendado o reforço da vacina da poliomielite e a da cólera, neste caso, se houver surto. A vacina da raiva é indicada se estiver em contacto próximo com animais.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="3"><strong>Vacinas recomendadas na consulta do viajante</strong></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="13" width="90"><strong>África</strong></td>
<td rowspan="3">norte</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="6">central</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Meningite</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Poliomielite</td>
</tr>
<tr>
<td>Febre amarela</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4">sub-sariana</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Poliomielite</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="11"><strong>Ásia</strong></td>
<td rowspan="4">médio oriente</td>
<td>Meningite</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2">China</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5">India e sudoeste</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Encefalite japonesa</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Poliomielite</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5"><strong>América</strong></td>
<td rowspan="2">central</td>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3">sul</td>
<td>Febre amarela (algumas regiões no Brasil e Venezuela)</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Europa</strong></td>
<td width="150">central</td>
<td width="300">Encefalite transmitida por carraças</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Utente prevenido</h2>
<p>Quando for à consulta, leve o boletim de vacinas e vá preparado para fornecer detalhes sobre a viagem: duração, itinerário, zona rural ou urbana, características do alojamento, transporte, atividades a desenvolver, se as refeições são por sua conta ou fazem parte do pacote de viagem e se a deslocação deve-se a trabalho ou lazer, entre outros.</p>
<p>Os destinos exóticos escondem, muitas vezes, condições sanitárias deficientes e microrganismos que podem causar desde as incómodas diarreias a doenças graves, como malária e febre-amarela.</p>
<p>O médico poderá ainda questioná-lo sobre os seus antecedentes de saúde: doenças, cirurgias e medicamentos que toma habitualmente.</p>
<h2>Cuidados vitais</h2>
<p>Na consulta, informe-se sobre as medidas a tomar antes, durante e após a viagem: além das vacinas, quais os cuidados a ter com a higiene pessoal, a água e os alimentos e os produtos a levar no estojo de primeiros socorros.</p>
<p>Poderá ainda obter informações sobre a assistência médica e condições de segurança no destino, bem como alguns sintomas que devem levá-lo ao médico. Entre estes, estão a febre e a diarreia.</p>
<p>Os doentes crónicos, grávidas, idosos e crianças exigem cuidados especiais. Nalgumas situações, é preciso um relatório do médico a indicar as limitações do doente, para receber a assistência necessária. É o caso de doentes com problemas respiratórios ou cardíacos, que podem precisar de oxigénio no avião.</p>
<p>Por fim, pode ser aconselhado a voltar à consulta ou a falar com o seu médico de família logo que regresse, para verificar se tudo está bem. Esta consulta é obrigatória em caso de febre, sobretudo em caso de diarreia, lesões na pele ou outros sinais que considere estranhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conselhos úteis</strong></p>
<ul>
<li>Junte um estojo de primeiros socorros à bagagem para fazer face a pequenos problemas, com antissético, pensos rápidos e ligaduras.</li>
<li>Leve protetor solar, repelente de insetos (de preferência, com DEET na composição), soluções reidratantes e analgésicos.</li>
<li>Use apenas água engarrafada ou fervida para beber, lavar os dentes e a cara.</li>
<li>Nunca tome refrescos com gelo e coma apenas fruta descascada por si.</li>
<li>Evite mariscos, alimentos crus ou mal passados.</li>
<li>Para proteger-se dos mosquitos, sobretudo a partir do entardecer, use vestuário com mangas compridas, calças, meias e sapatos fechados. Evite produtos de higiene muito perfumados.</li>
<li>Verifique o interior dos sapatos antes de os calçar.</li>
<li>É aconselhável contratar um seguro de viagem, dado que os serviços de saúde nem sempre estão bem organizados e os cuidados médicos podem ser escassos. Se houver um acidente, pode não ter a assistência necessária e a repatriação, em geral, é difícil e cara.</li>
</ul>
<p>&#8211; Para mais informações consulte este <a style="text-transform: initial;" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/consulta-do-viajante-prepare-se-um-mes-antes-de-partir/conselhos-uteis" target="_blank" rel="noopener"><strong>link</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://viagenseresorts.pt/vai-de-ferias-para-um-destino-tropical-nao-corra-riscos-siga-estes-conselhos/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Cansado de festivais de verão? Conheça as alternativas</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/cansado-de-festivais-de-verao-conheca-as-alternativas/</link>
					<comments>https://viagenseresorts.pt/cansado-de-festivais-de-verao-conheca-as-alternativas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 12:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=6560</guid>

					<description><![CDATA[<p>Dezenas de festivais de rock, pop, reggae, eletrónica, jazz e blues levam milhares de pessoas a percorrer o País em julho e agosto. Se não gosta do cartaz ou está só a fazer de motorista, não desperdice a viagem. Deixe a tenda montada e bons conselhos para evitar imprevistos e fuja para um sítio que o faça mais feliz.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="grid-wrap">
<div class="grid-col grid-three-quarters">
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<div class="content-lede__text">
<p>Um pouco por todo o País há pontos de chegada para os amantes de música e artes, com muita festa à mistura. Os cartazes prometem, mas não convencem todos os que para lá vão. Caso queira fugir de mansinho, aproveite as nossas sugestões.</p>
<p><span style="color: #2d2d2d; font-family: Roboto, sans-serif; font-size: 30px; text-transform: inherit;">Onde é o festival?</span></p>
</div>
</div>
<div class="" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{483F0BB5-1F24-4227-80FE-B6E1409F7CCA}">
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<h4 class="collapsible__heading chevron-link--before"><i class="icon-font icon-chevron-right"></i><strong>Alentejo</strong></h4>
<div class="collapsible__content" tabindex="-1">
<p>Consta que no verão de 1998 um grupo de amigos terá passado a madrugada a procurar uma rapariga entre as tendas instaladas na Herdade da Casa Branca, na Zambujeira do Mar. Decorria o segundo ano daquele que viria a tornar-se uma das mais importantes festas de música do nosso país, e o chamamento rapidamente contagiou os restantes campistas. Desde então, o grito “ó Elsa!” é sinónimo de festival do Sudoeste. Mais de 20 anos passados, a questão impõe-se: onde teria ido a miúda? O nosso palpite é de que se fartou da confusão e foi dar uma volta pelo Alentejo: Milfontes, São Teotónio e Odemira estão a três passos do recinto e são pontos privilegiados de acesso a praias e falésias, com direito a uma autêntica “cura de Natureza”. Este ano a enchente da Costa Vicentina está marcada para 6 a 10 de agosto.</p>
<p>De 18 a 27 de julho, o Festival Músicas do Mundo faz eco em Sines. A cidade conseguiu preservar um núcleo antigo que vale a pena visitar a pé. A menos de meia hora de carro está Porto Covo, localidade hoje muito virada para o turismo, com uma praia abrigada de onde pode piscar o olho à ilha do Pessegueiro, imortalizada nos anos de 1980 pelo sucesso da canção de Rui Veloso.</p>
<p>De 26 a 28 de julho, é no concelho de Montemor-o-Novo que decorre o Festival do Lavre. Este evento assume como palco o coreto da vila. Nos últimos dias de agosto, o Festival do Crato enche as ruas. Se lhe apetecer, aproveite e vá conhecer o Alentejo profundo.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="collapsible is-collapsible--active">
<h4 class="collapsible__heading chevron-link--before"><i class="icon-font icon-chevron-right"></i><strong>Grande Lisboa e Vale do Tejo</strong></h4>
<div class="collapsible__content" tabindex="-1">
<p>Os Bons Sons tiveram grande eco na comunicação social em 2018, e não por causa da acústica. Apostados em manter a aliança entre a música e as boas práticas ambientais, a festa que anima a aldeia de Cem Soldos, a 10 minutos de Tomar, foi notícia por promover o uso de loiça biodegradável e comestível, garrafas reutilizáveis e a substituição de toda a iluminação por lâmpadas led. Este ano, a aposta mantém-se e promete reduzir a pegada ecológica do festival marcado para 8 a 11 de agosto. Caso lhe sobre tempo, aproveite para conhecer a cidade templária.</p>
<p>Organizado pela primeira vez em 1995, na Gare Marítima de Alcântara, o Super Bock Super Rock é um dos maiores chamarizes de amantes de boa música à Grande Lisboa. Este ano, o festival celebra um quarto de século e decorre no Meco, em Sesimbra, entre 18 e 20 de julho. Mas não é o único evento musical de verão nas praias da Margem Sul. Cerca de um mês depois, de 15 a 18 de agosto, pode dizer “aqui vou eu cheio de pica” para O Sol da Caparica. Se estiver calor e a música não fizer o seu género, não lhe faltarão desculpas para dar um salto à praia.</p>
<p>O NOS Alive, inicialmente chamado Oeiras Alive!, arranca a 11 de julho com os The Cure no Passeio Marítimo de Algés e traz à Linha milhares de pessoas. Já que está perto do comboio, porque não ir a Cascais? Entre 9 e 31 de julho, decorre o EDP Cool Jazz, com vários dias que farão as delícias dos fãs deste género musical no município que em 2007 foi distinguido pelas práticas inovadoras nos eixos da acessibilidade e do turismo. Fazendo jus ao prémio, este ano a autarquia começou a testar um veículo de transporte de passageiros autónomo (elétrico e sem condutor) para cumprir carreiras regulares entre o Campus Universitário de Carcavelos e a estação de caminhos-de-ferro.</p>
<p>Caso planeie visitar Lisboa, não deixe escapar a Gulbenkian, com os seus magníficos jardins, o museu e o Centro de Arte Moderna. Se a viagem for em agosto e quiser aproveitar o festival de jazz que decorre na fundação, programe a estada para os primeiros onze dias do mês e desfrute da combinação harmoniosa das várias artes (música, pintura, escultura) com a natureza. De resto, vale sempre a pena fazer-se de turista e passear por Lisboa. Se tiver pouco tempo, uma boa forma de começar é comprar bilhete para o elétrico 28, que percorre alguns dos mais emblemáticos lugares do centro. Apanhe o “amarelinho” da Carris na Praça do Martim Moniz, na Baixa, e deixe-se misturar com os estrangeiros, apreciando algumas das mais movimentadas vias da cidade. Salte fora quando vir algo que lhe agrade e desfrute da capital.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="collapsible is-collapsible--active">
<h4 class="collapsible__heading chevron-link--before"><i class="icon-font icon-chevron-right"></i><strong>Minho e Grande Porto</strong></h4>
<div class="collapsible__content" tabindex="-1">
<p>Desde os anos 1960 que Vilar de Mouros não deixa dormir os minhotos no verão. Obviamente que os contornos do evento de 2019 diferem muito dos que animavam as gentes no século passado, mas, este ano, a celebração do 50.º aniversário manda caprichar: os Manic Street Preachers fazem parte do chamariz, e a festa entre 22 e 24 de agosto promete. Se não for a sua onda, não desperdice a viagem. Dê um salto à foz do rio Minho e, caso o tempo o permita, desfrute do mar do Norte. Se a meteorologia lhe trocar as voltas, vá a Caminha e, de lá, siga as indicações do Miradouro da Fraga. Chegará ao ponto de observação por excelência deste canto de Portugal: com céu limpo, a paisagem estende-se por todo o estuário e pela costa espanhola adjacente; uma visão vertiginosa, que fará valer os quilómetros percorridos.</p>
<p>Se lá em casa andam a contar os dias para ver os norte-americanos The National, o mais provável é que já tenha reservado os dias 14 a 17 de agosto para estar em Paredes de Coura. O festival decorre junto à praia fluvial do Tabuão, mas nada obsta a que vá a banhos num sítio mais calmo, e neste aspeto a região não desilude: há muitos espaços por onde escolher. Aliás, se estiver por lá uns dias mais cedo, ainda vai a tempo de apanhar o SonicBlast em Moledo, de 8 a 10 de agosto. As bandas tocam em dois palcos, e os participantes podem desfrutar não só do campismo habitual neste tipo de eventos, como também de uma piscina e de uma praia a uns cinco minutos a pé do recinto. Para fugir à confusão, lembre-se de que está a menos de meia hora de Viana do Castelo, onde poderá ter algum descanso, pelo menos, até 7 de agosto, altura em que começam os quatro dias do eletrónico Neopop. Beba um copo numa das esplanadas à beira-rio, enquanto pensa no que fará a seguir, e aproveite para apreciar a ponte perto da marina, projetada por Gustave Eiffel em 1878.</p>
<p>Caso tenha a rota traçada para o Ecos do Lima, em Ponte da Barca, o Gerês Rock Fest, em Terras de Bouro, o Rodellus ou o Dance Floor, em Braga, o MIMO Portugal, em Amarante, ou o Elétrico Festival, no Porto, terá de rumar ao Norte logo em julho (os festivais decorrem entre os dias 12 e 28). Farto de barulho? Fuja para o Alto Douro Vinhateiro e visite Foz Coa. Claro que o cartaz recheado do MEO Marés Vivas, que decorre em Gaia de 19 a 21 desse mês, lhe pode pôr um travão. Nesse caso, dê um salto à Invicta e deixe-se perder em Serralves.</p>
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<div class="collapsible is-collapsible--active">
<h4 class="collapsible__heading chevron-link--before"><i class="icon-font icon-chevron-right"></i><strong>Região Centro</strong></h4>
<div class="collapsible__content" tabindex="-1">
<p>Como qualquer fortaleza que se preze, também a de Montemor-o-Velho tem a sua lenda. Diz-se que lá estão enterradas duas arcas iguais, ambas fechadas. Uma conterá ouro suficiente para tornar o País rico; a outra, qual caixa de Pandora, ao ser aberta libertará todos os males e pestes. É pouco provável que, se for ao Festival Forte 2019, entre 22 e 25 de agosto, se veja confrontado com estes objetos, pois dificilmente irá lá para escavar. Contudo, consta que, mesmo de entre os que encontraram as arcas, e ainda que isso ocorresse em épocas de necessidade, nem os mais destemidos se atreveram a abrir qualquer uma delas, já que corriam o risco de libertar o que não queriam.</p>
<p>Os festivaleiros com viagem marcada para o Vagos Metal Fest, entre 8 e 11 de agosto, não viverão seguramente esse dilema, mas poderão ter outras escolhas a fazer. Sobretudo se não for fã de heavy metal, gostará de saber que há alternativas ao ambiente metaleiro. A praia da Vagueira oferece aos visitantes um bom areal com restaurantes simpáticos. Lá, os pescadores continuam a praticar a arte xávega (um tipo de rede utilizada na pesca de arrasto). Apesar de tanto a deslocação dos barcos na praia como a recolha das redes já não serem feitas recorrendo a juntas de bois, como outrora, é sempre interessante assistir à faina. Caso decida sorrateiramente sair da vila, ponha-se a caminho da Costa Nova, onde poderá apreciar as casas com riscas garridas características da região, tradição que advém dos antigos palheiros, que eram pintados desse modo.</p>
<p>Em Ílhavo, o Museu Marítimo expõe um extraordinário número de peças que dão uma boa perspetiva da relação da população desta zona do País com o mar, com destaque para a maior exposição de algas e de conchas do País. Note que o museu abre de terça a sábado, das 10h às 17h15, mas aos domingos só de tarde.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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<div class="collapsible is-collapsible--active">
<h4 class="collapsible__heading chevron-link--before"><i class="icon-font icon-chevron-right"></i><strong>Açores</strong></h4>
<div class="collapsible__content" tabindex="-1">
<p>O lugar dos Anjos, em Santa Maria, acolhe entre 18 e 20 de julho o Santa Maria Blues 2019. Este festival, direcionado para os amantes dos blues, pode ser um bom pretexto para uma viagem aos Açores.</p>
<p>Aliás, muitas são as razões para estender a visita a todo o arquipélago. São Miguel e Santa Maria, Terceira, Graciosa, São Jorge, Pico e Faial, Flores e Corvo são autênticas “ilhas encantadas”, pequenos paraísos no meio do oceano. Não deixe escapar a hipótese de lhes fazer uma visita. E não se espante se, em muitos lugares, cobertos de pastos verdes e repletos de pachorrentas vacas e moinhos, lhe parecer que está algures na Holanda.</p>
<p>Os passeios pelas Ilhas são dominados por espaços de lazer e contacto com a natureza. Mas conte também com tempo para apreciar alguns tesouros arquitetónicos, sobretudo nas cidades maiores, como Ponta Delgada, em São Miguel, ou Angra do Heroísmo, na Terceira.</p>
<ul>
<li>Para mais informações consulte este<a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/tem-mesmo-de-ir-aos-festivais-de-verao-saiba-o-que-ha-a-volta" target="_blank" rel="noopener"> link</a></li>
</ul>
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</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Viajar com milhas: Saiba o que é necessário para voar a custo zero</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/viajar-com-milhas-saiba-o-que-e-necessario-para-voar-a-custo-zero/</link>
					<comments>https://viagenseresorts.pt/viajar-com-milhas-saiba-o-que-e-necessario-para-voar-a-custo-zero/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2019 14:47:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=6318</guid>

					<description><![CDATA[<p>Os programas de milhas aéreas associados aos cartões de crédito são cada vez mais uma tendência à qual os portugueses se vão rendendo. Descubra, neste artigo, como conseguir viagens gratuitas através destes programas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para a Ana, uma jovem gestora de Marketing, com 32 anos de idade, viajar é um dos maiores prazeres da vida. Mas este é um prazer que pode sair caro. Como tal, a Ana anda à procura do melhor cartão de crédito que sirva não apenas para marcar as suas viagens, mas para lhe aliviar esse peso na carteira, permitindo acumular milhas aéreas.</p>
<p><a href="https://www.comparaja.pt/blog/orcamento-para-ferias-no-estrangeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Leia ainda:</span></strong><strong> Orçamento férias no estrangeiro – passo a passo</strong></a></p>
<h3><strong style="font-style: inherit;">Quais os benefícios de um cartão com milhas?</strong></h3>
<p>Para que se possa tirar o máximo proveito possível de um cartão de crédito é necessário que o mesmo seja direcionado para as necessidades de cada consumidor específico. Uma pessoa que faz muitas compras regularmente deve verificar se o seu cartão possui um sistema de <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/pontos" target="_blank" rel="noopener">pontos</a> ou <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/descontos" target="_blank" rel="noopener">descontos</a> que o recompense pela utilização ou até <em style="font-weight: inherit;"><a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/cashback" target="_blank" rel="noopener">cashback</a></em>, para receber de volta uma parte do que gastou.</p>
<p>Da mesma forma, uma pessoa que viaja muito deve privilegiar um cartão com milhas aéreas que lhe permitirá ter viagens por um preço inferior ou até, em certos casos, sem nenhum custo. Estes cartões funcionam assim numa ótica de atribuição de uma ou mais milhas por cada um ou mais euros gastos.</p>
<p>Todavia, consoante o cartão que o consumidor escolher, os benefícios podem ultrapassar a acumulação de milhas: ter <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/blog/5-cartoes-de-credito-com-acesso-a-zonas-lounge-nos-aeroportos" target="_blank" rel="noopener">acesso às zonas <em style="font-weight: inherit;">lounge</em> dos aeroportos</a> e um <em style="font-weight: inherit;">check-in</em> e embarque mais rápidos são exemplos de vantagens que podem vir associadas.</p>
<p><a href="https://www.comparaja.pt/blog/como-acumular-milhas-no-cartao-de-credito" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Aprofunde:</span></strong><strong> Como acumular milhas no cartão de crédito?</strong></a></p>
<h3><strong style="font-style: inherit;">O que oferece o mercado?</strong></h3>
<p>Existem cinco instituições financeiras em Portugal que oferecem cartões de crédito com o benefício das milhas aéreas: <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/banco-santander-totta" target="_blank" rel="noopener">Santander</a>, <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/millennium-bcp" target="_blank" rel="noopener">Millennium bcp</a>, <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/caixa-geral-depositos" target="_blank" rel="noopener">Caixa Geral de Depósitos</a>, <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/wizink" target="_blank" rel="noopener">Wizink</a> e UNICRE (<em style="font-weight: inherit;">co-branded</em>). Cada uma destas entidades tem associado um programa de milhas aéreas que está integrado nos diversos cartões e as características de cada um encontram-se discriminadas na tabela abaixo.</p>
<p>Em termos gerais, a lógica associada a cada um destes cartões assenta num número de milhas específico (que vai de 1 a 2) por cada um euro que é gasto. Exemplificando: se se optar por um dos cartões que oferecem o maior número de milhas – como é o caso do <em style="font-weight: inherit;">Platinum</em> do Santander ou do <em style="font-weight: inherit;">TAP Platinum </em>do Millennium bcp, com duas milhas por cada euro -, ao fazer uma compra de 300 euros acumulam-se 600 milhas.</p>
<p>No entanto, há que ter em atenção que o período durante o qual estas milhas acumuladas ficam disponíveis é limitado: podem caducar ao fim de 36 meses (Santander, Millennium bcp e UNICRE) ou 60 meses (WiZink). Porém, uma das soluções do mercado oferece uma validade ilimitada mediante a verificação de certas condições: é o caso da Caixa Geral de Depósitos, que pode ser a ideal para quem não viaja tão frequentemente, mas que, quando o faz, realiza voos de longo curso, que são mais dispendiosos e que, por conseguinte, requerem um maior número de milhas acumulado.</p>
<table style="font-style: inherit; font-weight: inherit;" width="0">
<thead>
<tr>
<td><strong>Banco</strong></td>
<td><strong>Produto</strong></td>
<td><strong>Milhas por<br />
€ gasto</strong></td>
<td><strong>Oferta de adesão</strong></td>
<td><strong>Milhas adicionais</strong></td>
<td><strong>Validade das milhas(meses)</strong></td>
<td><strong>Programa</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td rowspan="4">Santander</td>
<td style="font-style: inherit;"><em>Platinum</em></td>
<td style="font-style: inherit;">2</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="4">36</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">Santander (Programa de Milhas)</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>Premium Travel</em></td>
<td style="font-style: inherit;">1,5</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>SATA Blue</em></td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">1</td>
<td style="font-style: inherit;">2.500</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">SATA Imagine</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>SATA Gold</em></td>
<td style="font-style: inherit;">5.000</td>
<td style="font-style: inherit;">Oferta de 150 milhas por cada 1.000 acumuladas</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td rowspan="3">Millenium BCP</td>
<td style="font-style: inherit;"><em>TAP Classic</em></td>
<td style="font-style: inherit;">1</td>
<td style="font-style: inherit;">1.000 + 500 por um segundo titular</td>
<td style="font-style: inherit;">1.000 por ano + 1.000 por 5.000€ em compras</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="3">36</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="3">Programa<br />
TAP Miles&amp;Go</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>TAP Gold</em></td>
<td style="font-style: inherit;">1,25</td>
<td style="font-style: inherit;">4.000 + 2.500 por um segundo titular</td>
<td style="font-style: inherit;">2.000 por ano + 1.000 por 5.000€ em compras</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>TAP Platinum</em></td>
<td style="font-style: inherit;">2</td>
<td style="font-style: inherit;">8.000 + 5.000 por um segundo titular</td>
<td style="font-style: inherit;">4.000 por ano + 1.000 por 5.000€ em compras</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td rowspan="2">Caixa Geral de Depósitos</td>
<td style="font-style: inherit;"><em>Miles &amp; More Classic</em></td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">1*</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">3.000</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">100 por compras de 500€ ou superiores</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">36**</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">Miles &amp; More(Lufthansa)</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>Miles &amp; More Gold</em></td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td>WiZink</td>
<td style="font-style: inherit;"><em>WiZink Rewards</em></td>
<td style="font-style: inherit;">1</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;">500 pontos*** por cada 5.000€ em compras semestrais</td>
<td style="font-style: inherit;">60</td>
<td style="font-style: inherit;">WiZink Rewards(Programa de Pontos)</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td rowspan="2">UNICRE</td>
<td style="font-style: inherit;"><em>Cartão Halcon</em></td>
<td style="font-style: inherit;">1</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;" rowspan="2">36</td>
<td style="font-style: inherit;">Programa de Milhas VOYAGER</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;"><em>TAP FLY +</em></td>
<td style="font-style: inherit;">1</td>
<td style="font-style: inherit;">1.000 + 1.000 pela primeira compra</td>
<td style="font-style: inherit;">Não tem</td>
<td style="font-style: inherit;">Programa<br />
TAP Miles&amp;Go</td>
</tr>
</tbody>
<thead>
<tr>
<td colspan="7"><strong>Cartões de crédito – Programas de Milhas Aéreas<br />
Oferta de milhas de adesão e adicionais</strong></td>
</tr>
</thead>
</table>
<ul>
<li>* 5 milhas por cada múltiplo de 5€ em compras</li>
<li>** A validade das milhas torna-se ilimitada desde que o consumidor tenha aderido ao cartão há pelo menos 3 meses e efetue, mensalmente, pelo menos uma operação geradora de milhas (compra) com o cartão.</li>
<li>*** Pontos convertíveis em milhas aéreas.</li>
</ul>
<p><a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/cartao-de-credito/milhas-aereas#blog_05032019_443" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="font-style: inherit;">Encontre o melhor cartão com milhas</span></strong></a></p>
<p>Desta forma, no exercício de comparação por parte do consumidor, este não deve olhar simplesmente para o número de milhas que se acumulam, mas igualmente para o período de validade, isto porque, por exemplo, no caso dos cartões <em style="font-weight: inherit;">TAP Gold </em>e<em style="font-weight: inherit;"> TAP Platinum, </em>estes oferecem, respetivamente, 1,25 e 2 milhas por euro gasto, mas o cliente dispõe de três anos para dar uso às milhas acumuladas.</p>
<p>Ademais, para além da acumulação das milhas com as compras que se vão pagando com o cartão, ainda existe a possibilidade de o consumidor beneficiar com três tipos de vantagens adicionais.</p>
<p>Em primeiro lugar, existem as chamadas milhas de permanência, que premeiam o cliente por estar “fidelizado” à instituição financeira e pela sua “antiguidade” como utilizador do cartão, sendo o caso das soluções <em style="font-weight: inherit;">TAP Classic </em>(mil milhas por cada ano de permanência), <em style="font-weight: inherit;">TAP Gold </em>(2 mil milhas por cada ano) e <em style="font-weight: inherit;">TAP Platinum </em>(4 mil milhas por cada ano).</p>
<p>Em segundo lugar, cabe salientar as milhas recebidas por atingir determinados objetivos de compras: o <em style="font-weight: inherit;">Miles &amp; More Classic</em> e o <em style="font-weight: inherit;">Miles &amp; More Gold</em>, ambos da CGD, oferecem 100 milhas por cada compra igual ou superior a 500 euros; já os cartões <em style="font-weight: inherit;">TAP Classic</em>, <em style="font-weight: inherit;">TAP Gold</em> e <em style="font-weight: inherit;">TAP Platinum </em>do Millennium bcp concedem mil milhas por cada 5 mil euros em compras; por sua vez, o cartão <em style="font-weight: inherit;">TAP Fly+</em> oferece mil milhas pela primeira compra sem um valor mínimo obrigatório.</p>
<p>O cartão <em style="font-weight: inherit;">SATA Gold</em> do Santander também não se fica atrás neste benefício adicional, oferecendo 150 milhas por cada mil milhas acumuladas. Por seu turno, o WiZink Rewards oferece 500 milhas por cada 5 mil euros em compras semestrais.</p>
<p>Finalmente, ainda dentro das vantagens adicionais é impossível não referir as milhas de adesão, que são oferecidas pela instituição financeira no momento em que o cliente adere ao cartão. Existem quatro cartões que não possuem esta benesse – o <em style="font-weight: inherit;">Platinum</em> e o <em style="font-weight: inherit;">Premium Travel</em> do Santander, bem como o <em style="font-weight: inherit;">WiZink Rewards</em> e o cartão <em style="font-weight: inherit;">Halcon</em> da UNICRE. Dentro dos que disponibilizam, a melhor oferta de adesão é a de 8 mil milhas do Millennium bcp para os clientes do cartão <em style="font-weight: inherit;">TAP Platinum</em>.</p>
<p>No âmbito destes benefícios adicionais, note-se que os únicos cartões que não as disponibilizam (nem na adesão nem posteriormente) são o <em style="font-weight: inherit;">Santander Premium Travel</em>, o <em style="font-weight: inherit;">Santander Platinum</em> e o <em style="font-weight: inherit;">cartão Halcon</em> da UNICRE.</p>
<h3><strong style="font-style: inherit;">Quantas milhas são necessárias para ter um voo a custo zero?</strong></h3>
<p>Para além da oferta do mercado, é necessário perceber quantas milhas precisaria a Ana de acumular para ter uma viagem de ida e volta sem custos.</p>
<p>Para tal, recolhemos dados referentes à quantidade de milhas necessárias para destinos específicos, selecionando cinco aeroportos nacionais (Lisboa, Porto, Faro, Funchal e Ponta Delgada) e ainda seis grandes aeroportos internacionais nos diversos continentes (Rio de Janeiro, Argélia, Moscovo, Toronto, Barcelona e Praia).</p>
<p>Ainda dentro dos pressupostos, apenas se tiveram em conta voos diretos e realizados em classe económica. No caso do <em style="font-weight: inherit;">Programa Miles &amp; Go </em>da TAP existe ainda uma particularidade: uma espécie de “saving season”, uma época de promoção de voos que é definida anualmente pela própria TAP, tendo-se selecionado os voos realizados tanto nestas alturas como na chamada época alta (“high season”).</p>
<p>Através da tabela abaixo é possível notar, desde logo, que os Programas <em style="font-weight: inherit;">Miles &amp; More</em> e <em style="font-weight: inherit;">WiZink Travel </em>são os únicos que abrangem todos os destinos selecionados, sendo que o percurso Porto-Rio de Janeiro é o que necessita de mais milhas (80 mil no primeiro caso e 70 mil no segundo).</p>
<table style="font-style: inherit; font-weight: inherit;" width="0">
<thead>
<tr>
<td><strong>Partida-Destino</strong></td>
<td><strong>Programa<br />
Miles &amp; Go (High Season)</strong><strong><sup style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">(1)</sup></strong></td>
<td><strong>Programa<br />
Miles &amp; Go (Saving Season)</strong><strong><sup style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">(2)</sup></strong></td>
<td><strong>Programa de Milhas Santander</strong></td>
<td><strong>Miles &amp; More (Lufthansa)</strong></td>
<td><strong>Programa de Pontos WiZink Travel</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Porto – Rio de Janeiro</td>
<td style="font-style: inherit;">155.000</td>
<td style="font-style: inherit;">135.000</td>
<td style="font-style: inherit;">70.000</td>
<td style="font-style: inherit;">80.000</td>
<td style="font-style: inherit;">70.000</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Porto – Ponta Delgada</td>
<td style="font-style: inherit;">24.000</td>
<td style="font-style: inherit;">20.000</td>
<td style="font-style: inherit;">20.000</td>
<td style="font-style: inherit;">40.000</td>
<td style="font-style: inherit;">13.000</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Lisboa – Argélia</td>
<td style="font-style: inherit;">25.000</td>
<td style="font-style: inherit;">22.000</td>
<td style="font-style: inherit;">40.000</td>
<td style="font-style: inherit;">40.000</td>
<td style="font-style: inherit;">26.000</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Lisboa – Moscovo</td>
<td style="font-style: inherit;">37.000</td>
<td style="font-style: inherit;">35.000</td>
<td style="font-style: inherit;">20.000</td>
<td style="font-style: inherit;">35.000</td>
<td style="font-style: inherit;">13.000</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Faro – Toronto</td>
<td style="font-style: inherit;">104.000</td>
<td style="font-style: inherit;">95.000</td>
<td style="font-style: inherit;">&#x2716;</td>
<td style="font-style: inherit;">60.000</td>
<td style="font-style: inherit;">67.000</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Funchal – Barcelona</td>
<td style="font-style: inherit;">29.000</td>
<td style="font-style: inherit;">25.000</td>
<td style="font-style: inherit;">30.000</td>
<td style="font-style: inherit;">40.000</td>
<td style="font-style: inherit;">13.000</td>
</tr>
<tr style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">
<td style="font-style: inherit;">Ponta Delgada – Praia</td>
<td style="font-style: inherit;">90.000</td>
<td style="font-style: inherit;">80.000</td>
<td style="font-style: inherit;">40.000</td>
<td style="font-style: inherit;">30.000</td>
<td style="font-style: inherit;">41.000</td>
</tr>
</tbody>
<thead>
<tr>
<td colspan="6"><strong>Cartões de crédito – Programas de milhas aéreas<br />
Quantas milhas necessita para viajar (voo de ida e volta) gratuitamente em classe económica?</strong></td>
</tr>
</thead>
</table>
<p>Na tabela acima não se apresenta o Programa VOYAGER do cartão Halcon porque o mesmo apenas permite viajar para destinos pré-definidos pelo próprio regulamento consoante as milhas que o consumidor atinge (por exemplo: na acumulação de 5 mil milhas é oferecido um bilhete de avião “Air Europa” Lisboa-Madrid, ida e volta).</p>
<p>Uma das maiores viagens de sonho da Ana é ir ao Brasil, onde nunca foi, e especialmente ao Rio de Janeiro. Para ter a oportunidade de visitar o Cristo Redentor no topo do Corcovado e todas as atrações que inundam a paisagem carioca que já foi galardoada como Património Cultural da Humanidade pela UNESCO, esta jovem necessita de acumular, no mínimo, 70 mil milhas aéreas (se for cliente do Santander ou da WiZink) e, no máximo, 155 mil (se optar pela solução da Millennim bcp, mas, neste caso específico, viajando em época alta).</p>
<p><a href="https://www.comparaja.pt/blog/milhas-cartao-credito" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong><span style="font-style: inherit; font-weight: inherit;">Veja também:</span></strong><strong> Como não perder milhas e pontos do cartão de crédito</strong></a></p>
<h3><strong style="font-style: inherit;">Em conclusão</strong></h3>
<p>Cada vez mais, os portugueses apreciam ir de férias, o que é corroborado pelos dados do INE: só em 2017 realizaram-se 21,2 milhões de deslocações turísticas, um acréscimo de 5% face ao ano anterior.</p>
<p>Neste mesmo ano, as viagens de residentes portugueses com destino ao estrangeiro aumentaram 13,1% contra um aumento de 2,5% no ano precedente.</p>
<p>Neste contexto, os programas de milhas associados aos cartões de crédito tornam-se numa forma prática de poupar nas <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/credito-pessoal/ferias" target="_blank" rel="noopener noreferrer">férias</a> e de otimizar o <a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/blog/8-passos-para-melhorar-o-orcamento-mensal" target="_blank" rel="noopener noreferrer">orçamento mensal</a>.</p>
<p>Deve ainda ter em conta que as milhas podem ser trocadas por outros benefícios, tais como <em style="font-weight: inherit;">upgrades</em> nos voos (por exemplo, trocar uma passagem de classe económica por uma em classe executiva), ter prioridade no <em style="font-weight: inherit;">check-in</em> ou acesso às zonas <em style="font-weight: inherit;">lounge</em> nos aeroportos.</p>
<p>Além disso, no momento de escolher um cartão com programas de milhas, é importante ter em conta outros fatores que não apenas as milhas aéreas ganhas, tais como a anuidade do cartão ou a TAEG.</p>
<p>Não adianta escolher um cartão apenas pelo número de milhas que se acumula ou pela oferta de adesão se os custos que se tem com o produto forem demasiado elevados ao ponto de não compensarem.</p>
<p>Importa ainda referir que muitos bancos obrigam à contratação de um cartão de crédito para atribuírem uma bonificação no <em style="font-weight: inherit;"><a style="font-weight: inherit;" href="https://www.comparaja.pt/credito-habitacao/bancos-spread-mais-baixo" target="_blank" rel="noopener noreferrer">spread do crédito à habitação</a></em>. Para quem se encontra nesta situação e que, para além disso, gosta de viajar, mais vale escolher um cartão que tenha associado um programa de milhas aéreas, pois assim sai a ganhar duplamente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://viagenseresorts.pt/viajar-com-milhas-saiba-o-que-e-necessario-para-voar-a-custo-zero/feed/</wfw:commentRss>
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			</item>
		<item>
		<title>Amesterdão quer acabar com o famoso Red Light District</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/amesterdao-quer-acabar-com-o-famoso-red-light-district/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2019 14:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=6250</guid>

					<description><![CDATA[<p>O conhecido Red Light District vai ser alvo de um projeto de reformulação apresentado pela nova presidente da câmara.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Femke Halsema, a primeira mulher a presidir à câmara de Amesterdão, anunciou esta semana que tem planos para reformular o famoso Red Light District. A região é conhecida por ter bordéis com montras, onde as profissionais do sexo ficam expostas para a rua.</p>
<p>Segundo a agência Reuters, os planos de Femke Halsema incluem quatro pontos chave: acabar com as montras de rua, intensificar o licenciamento das trabalhadoras, reduzir o número de bordéis no centro da cidade ou  fechá-los e transferi-los para outros locais.</p>
<p>Halsema justifica esta mudança com o objetivo de melhorar as condições de trabalho das prostitutas, reduzir a taxa de crimes e diminuir o turismo na região, localizada no centro da cidade no distrito de Wallen. As mudanças sociais, como o aumento do tráfico humano, também tornam necessária esta mudança, acrescenta a presidente da câmara em entrevista à Reuters.</p>
<p>“Para muitos visitantes, as trabalhadoras do sexo converteram-se numa atração visual. Em alguns casos, isso é acompanhado de um comportamento perturbador e uma atitude desrespeitosa para com as trabalhadoras”. E “ao mesmo tempo, houve um grande aumento da prostituição clandestina. Hoje as mulheres são predominantemente estrangeiras, não sabemos de onde vêm e como vieram aqui parar”<strong><em>, </em></strong> explicou a autarca.</p>
<p>As propostas, delineadas num relatório intitulado “O Futuro da Prostituição de Janela em Amesterdão”, também incluem um projeto mais abrangente para uma nova “zona erótica” afastada do centro, que terá um portão de entrada, semelhante a um sistema usado em Hamburgo, segundo a presidente.</p>
<p>As opções serão apresentadas este mês aos moradores e comerciantes em reuniões na câmara de Amesterdão. Uma delas será escolhida e submetida a votação no conselho municipal no final deste ano, sublinhou Halsema na mesma entrevista.</p>
<p>O Red Light District é um dos pontos turísticos para os 18 milhões de visitantes anuais da maior cidade holandesa. Como a prostituição foi legalizada na Holanda em 2000, os trabalhadores sexuais devem registar-se na câmara de comércio local e pagar impostos sobre os rendimentos. Cerca de 7 mil pessoas estão registadas neste setor em Amesterdão.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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