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	<title>Forever Young &#8211; Viagens e Resorts</title>
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	<description>Notícia sobre Viagens, Hotéis, Estadias e Resorts</description>
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	<title>Forever Young &#8211; Viagens e Resorts</title>
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		<title>3 destinos portugueses para um fim de semana sem stress</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 09:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Já sabe o que fazer este fim de semana? Aqui ficam três sugestões de locais para onde pode ir hoje mesmo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b>Caminha</b></p>
<p>O extremo norte de Portugal pode não ser aquele que nos vem de imediato à cabeça quando pensamos em férias dentro do País, mas Caminha é uma daquelas regiões que só quem ainda não olhou para o mapa com atenção pode deixar de parte na lista de destinos a visitar. A praia de Moledo, no distrito de Viana do Castelo, é conhecida pelas suas águas ricas em iodo, um mineral benéfico para a saúde, principalmente para quem tem problemas de tiróide.</p>
<p>Mas a praia de Moledo não é a única razão para passar uns dias nesta região. O Minho litoral reveste-se de um encanto ímpar, difícil de encontrar noutras zonas do País. É uma região rica em monumentos históricos, praças com esplanadas convidativas, feiras e romarias, sem esquecer a fantástica gastronomia. E a cereja no topo do bolo é a proximidade com Espanha. Numa visita a Caminha, pode sempre aproveitar para dar um salto à Galiza.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Porto Covo</b></p>
<p>Não há muitos destinos turísticos a popularizar-se por causa de uma música, mas foi isso que aconteceu a esta localidade da costa alentejana, que desde há muito associamos ao cantor Rui Veloso e à canção <i>Porto Covo</i>, de 1987. Situada no concelho de Sines, esta vila tem como principal atrativo turístico a Ilha do Pessegueiro, onde podemos encontrar o Forte do Pessegueiro uma fortaleza da Dinastia Filipina que fazia parte de um projeto de defesa da Costa Vicentina.</p>
<p>Este é um destino com várias praias, nomeadamente a Praia Grande, que todos os anos atrai muitos turistas devido aos bons acessos, ao vasto areal e ao facto de ser bem abrigada por uma falésia. Mas há também para visitar a Praia Pequena, a Praia do Buizinhos e a Baía de Porto Covo, sendo esta última uma praia de cascalho, desaconselhada a banhistas, situada na foz de um curso de água, onde funciona o porto de pesca da vila.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b>Ilhas Berlengas</b></p>
<p>É um arquipélago de ilhas graníticas em pleno Oceano Atlântico, situado a 5,7 milhas a oeste do Cabo Carvoeiro. Faz parte da freguesia de São Pedro, em Peniche, e é composto por três pequenas ilhas: Berlenga Grande, Estelas e Farinhões.</p>
<p>As Ilhas Berlengas tornaram-se a primeira área protegida de Portugal quando em 1465 o rei Afonso V proibiu a caça na Berlenga Grande. Hoje, e desde 2011, a Reserva Natural das Berlengas é considerada Reserva Natural Mundial da Biosfera da UNESCO.</p>
<p>Este é um destino com praias e com a particularidade de ser uma reserva natural, pelo que permite a observação de fauna e flora que não existem em mais nenhuma região de Portugal. As Ilhas Berlengas são também um local de eleição para os praticantes de atividades subaquáticas, que ali encontram uma beleza submersa sem igual.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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		<title>Vai ao Japão? Não cometa estes 5 erros de etiqueta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 08:36:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Japão é conhecido por ter uma cultura singular, baseada no respeito mútuo, mas também por esta ser muito diferente da ocidental.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span class="dropcap dropcap-simple">A</span> guia de etiqueta Michiko Sato, que trabalha para a Cultivating Tokyo, apontou cinco comportamentos que deve, e não deve, fazer quando visita o país do Sol Nascente.</p>
<p><strong>À mesa:</strong> quando comer com pauzinhos, nunca os coloque verticalmente no prato, especialmente se o prato for à base de arroz. É um costume budista, e estará a oferecer a comida aos mortos.</p>
<p>Não passe a comida directamente para outros pauzinhos, se quiser partilhar. Também tem relações com regimes funerários deste país. Coloque a comida no prato.</p>
<p>Se tocar com o seu conjunto na comida, é esperado que seja sua, não os use para puxar comida, e não use a mesma mão para segurar o talher e pratos que estejam na mesa.</p>
<p><strong>Vénias e cumprimentos: </strong>Os japoneses cumprimentam-se com vénias e é considerado um grande sinal de respeito. E a forma como a faz tem a sua própria linguagem. Uma vénia de 15 graus é a apropriada para um cumprimento casual, 30 graus de apreciação, e 45 graus são para exprimir remorsos, uma desculpa séria, ou gratidão. As vénias de 90 graus são reservadas aos deuses e imperadores.</p>
<p>Não deve tentar olhar a pessoa nos olhos durante a vénia. As mulheres tendem a unir as mãos no colo e os homens mantêm-nas nos lados do corpo.</p>
<p><strong>Receber presentes: </strong>Para os ocidentais, é quase esperado que se abra o presente à frente de quem o deu. No Japão, é o oposto. Não o faça a não ser que quem o presenteia dê a sugestão. O papel de embrulho costuma ser escolhido com cuidado, por isso, é má educação rasgá-lo à pressa.</p>
<p><strong>Cartões de apresentação: </strong>Cartões com o nome ou o negócio da pessoa são uma ferramenta muito valorizada no Japão. E é suposto lê-lo com atenção quando o recebe. Se estiver sentado, não o faça deslizar na mesa, ao dar ou a receber. É considerado muito rude. Mas vão achá-lo muito simpático se usar a informação que está no cartão para continuar uma conversa.</p>
<p><strong>Ao sentar: </strong>Os lugares onde nos sentamos, para esta nacionalidade, custaram a ganhar e são uma mensagem não-verbal de estatuto ou posição na família. O mais honrado é o que está mais longe da porta (de frente) Nos quartos de tatami (tapete usado nas casas tradicionais) a distância da porta é do menos ao mais importante do grupo.</p>
<p><strong>Outras pequenas dicas:</strong> Não fale no metro, pois é, de facto, proibido, e se quiser fumar, só pode fazê-lo dentro de portas, pois a lei japonesa é oposta ao que se vê na Europa.</p>
<p>Se estiver num bairro tradicional e vir uma geisha, as tradicionais entertainers do país, é considerado muito rude simplesmente aproximar-se, andar ao seu lado, e fotografar. Peça autorização, e respeite se ela disser que não.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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		<title>A pensar nas próximas férias? Dê um salto a Macau</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/ja-a-pensar-nas-proximas-ferias-de-um-salto-a-macau/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2019 10:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar da distância geográfica e da cultura marcadamente oriental, Macau é uma das regiões do Mundo com maior proximidade a Portugal. </p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Macau é uma das regiões administrativas especiais da República Popular da China (a outra é Hong-Kong) desde 20 de dezembro de 1999, dia em que terminou a administração portuguesa daquela região. Para trás ficaram mais de 400 anos de história partilhada entre Portugal e Macau, bem como um legado histórico de abertura ao Mundo e a diferentes culturas, o que motiva a atração e o interesse dos portugueses.</p>
<p>Macau é um daqueles destinos turísticos a que se vai uma vez, frequentemente numa fase mais avançada da vida, porque é suficientemente distante para justificar uma estadia de uma semana ou mais, e também porque se trata de uma viagem dispendiosa. Mas é, de facto, um destino de sonho para muitos. Em 2016, a região recebeu perto de 31 milhões de visitantes, 15.624 oriundos de Portugal, segundo dados da Turismo de Macau.</p>
<p>Duas das razões que suscitam este interesse é a proximidade linguística e a herança cultural da administração portuguesa. Macau tem duas línguas oficiais &#8211; o chinês (mandarim e cantonês) e o português -, o que faz com que existam muitos letreiros, indicações e até jornais e revistas bilingues. É fácil para um português fazer-se entender, principalmente entre as faixas etárias mais velhas, que falam fluentemente português.</p>
<p><b>Estatuto especial</b></p>
<p>O território de Macau foi colonizado pelos navegadores portugueses em meados do século XVI. Além de levar prosperidade àquela região, os portugueses transformaram Macau um importante entreposto comercial entre a China, a Europa e o Japão. No final do século XVI e princípio do século XVII, Macau atingiu o auge da prosperidade, mas foi preciso esperar até 1887 para a China reconhecer oficialmente a soberania e a ocupação portuguesa, através do Tratado de Amizade e Comércio Sino-Português. Mesmo assim, o documento teve sempre duas interpretações: para os portugueses, a soberania sobre Macau era reconhecida no tratado; no entanto, para os chineses, só os direitos administrativos eram transferidos.</p>
<p>Um século depois, em 1987, Portugal e Macau retomaram a mesa das conversações para agendar o regresso da região à administração chinesa. A data de transferência de soberania ficou agendada na Declaração Sino-Portuguesa Sobre a Questão de Macau para 20 de dezembro de 1999. Desde então Macau tornou-se uma região administrativa especial chinesa, sob o princípio “um país, dois sistemas”, segundo o qual, após a reunificação da China continental, Hong Kong e Macau podem praticar o capitalismo com um elevado grau de autonomia por um período de 50 anos, ou seja, até 2049. Este estatuto de autonomia exclui, no entanto, questões relativas às relações exteriores e à defesa do território.</p>
<p><b>Religião</b></p>
<p>Por ser um ponto de intercâmbio cultural entre o Ocidente e o Oriente, Macau caracteriza-se por uma grande diversidade de religiões como o Budismo, o Confucionismo, o Taboísmo, o Protestantismo e o Cristianismo, que coexistem de forma pacífica. A esmagadora maioria da população é budista, embora a religião seja olhada de uma forma muito conceptual, o que faz com que sejam incorporados no budismo elementos de outras crenças, da mitologia chinesa e de práticas tradicionais. Este conjunto heterogéneo é vulgarmente chamado de religiões populares chinesas.</p>
<p>Um dos pontos de contacto de Macau com o Ocidente é precisamente a religião. Existe uma comunidade bastante alargada de cristãos na região, sendo a maioria católica. Existe inclusivamente uma Diocese de Macau, que define a estrutura e a hierarquia dos membros do clero, sendo diretamente dependente da Santa Sé.</p>
<p><b>Segurança</b></p>
<p>Se vai de férias para Macau, pode estar relativamente descansado quanto à sua segurança. Durante várias décadas, a criminalidade violenta representou uma séria ameaça ao turismo porque a cidade não tinha capacidade para lidar com os grupos de crime organizado, designados localmente como Tríades. Estes grupos são evoluções de organizações político-revolucionárias existentes desde a Dinastia Qing (1644-1912), mas têm vindo a perder a sua identidade. Dedicam-se essencialmente a esquemas de extorsão, como comissões para não prejudicarem a atividade dos casinos, empréstimos a viciados em jogo, proteção forçada a comerciantes, tráfico de droga e lavagem de dinheiro.</p>
<p>Nos anos 90 registaram-se vários assassinatos resultantes de ajustes de contas entre tríades, mas após a transferência da soberania para a China, o novo Governo da Região Administrativa Especial de Macau tem vindo a combater com êxito o crime organizado. Não será alheia a isso a presença no território de uma guarnição do Exército de Libertação Popular, que permitiu baixar a criminalidade violenta em 70% de 1999 para 2000, e em 45% na transição para 2001.</p>
<p>Apesar de continuarem em atividade muitas tríades, e de ser inegável a sua influência na sociedade, Macau é hoje muito mais seguro e os turistas podem movimentar-se em relativa segurança.</p>
<p><b>Turismo</b></p>
<p>Macau tem uma economia fortemente dependente do setor terciário, nomeadamente do turismo e dos jogos de sorte e azar. Os dois estão interligados, e a esmagadora maioria dos hotéis tem casinos onde são movimentados muitos milhares de euros, todos os dias. O setor dos jogos de sorte e azar é tão importante que a Universidade de Macau tem uma grande oferta de cursos superiores dedicados especificamente a este mercado, que emprega milhares de pessoas.</p>
<p>Para que se tenha uma ideia da importância deste setor, as previsões para 2018 apontam para 24,4 mil milhões de euros, o que representaria um aumento de 15% face ao ano passado. Tendo em conta que o imposto direto sobre as receitas de jogo é de 35%, o Governo de Macau conta arrecadar 8,5 mil milhões de euros este ano, só neste setor, que não inclui todas as outras infraestruturas turísticas não relacionadas com jogo.</p>
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