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	<title>Forever Young com DECO &#8211; Viagens e Resorts</title>
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	<description>Notícia sobre Viagens, Hotéis, Estadias e Resorts</description>
	<lastBuildDate>Thu, 13 Nov 2025 12:12:56 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Forever Young com DECO &#8211; Viagens e Resorts</title>
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	<item>
		<title>Andar em tronco nu ou praticar nudismo: o que pode ou não dar multa em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 09:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Apesar de não existir uma proibição generalizada, há regras locais e contextos específicos em que estar em tronco nu ou em traje de banho pode resultar em coimas. Saiba o que diz a lei.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="581" data-end="914">Com a chegada do calor e o aumento de turistas nas zonas costeiras, surgem frequentemente dúvidas sobre o que é permitido — ou não — em espaços públicos quando o vestuário é mais reduzido. Em <strong data-start="773" data-end="785">Portugal</strong>, andar em tronco nu <strong data-start="806" data-end="822">não é ilegal</strong>, mas <strong data-start="828" data-end="862">existem limitações específicas</strong>, especialmente em alguns <strong data-start="888" data-end="913">municípios turísticos, começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/nudismo-andar-tronco-nu-em-que-situacoes-pode-dar-multa" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a></strong>.</p>
<h3 data-start="921" data-end="976"><strong data-start="925" data-end="976">Em tronco nu na rua: permitido, mas com limites</strong></h3>
<p data-start="978" data-end="1332">A lei nacional <strong data-start="993" data-end="1007">não proíbe</strong> circular em tronco nu na via pública. No entanto, o comportamento pode ser penalizado se for entendido como <strong data-start="1116" data-end="1152">exibicionismo de carácter sexual</strong>, previsto no <strong data-start="1166" data-end="1182">Código Penal</strong>. A distinção está no contexto: andar em tronco nu, por exemplo, a comer um gelado numa esplanada, é diferente de atos com conotação sexual explícita.</p>
<h3 data-start="1339" data-end="1386"><strong data-start="1343" data-end="1386">Albufeira aplica coimas até 1.800 euros</strong></h3>
<p data-start="1388" data-end="1744">Apesar da permissividade legal, <strong data-start="1420" data-end="1467">alguns municípios adoptaram normas próprias</strong>. Albufeira, um dos destinos de verão mais procurados do país, aprovou recentemente um <strong data-start="1554" data-end="1581">Código de Comportamento</strong> que proíbe circular em <strong data-start="1605" data-end="1632">estado de parcial nudez</strong> (biquínis, calções de banho, etc.) ou <strong data-start="1671" data-end="1693">em estado de nudez</strong> total em locais públicos fora das zonas balneares.</p>
<p data-start="1746" data-end="1801">As coimas aplicadas aos infractores podem variar entre:</p>
<ul data-start="1802" data-end="1879">
<li data-start="1802" data-end="1841">
<p data-start="1804" data-end="1841"><strong data-start="1804" data-end="1821">300€ a 1.500€</strong> para nudez parcial;</p>
</li>
<li data-start="1842" data-end="1879">
<p data-start="1844" data-end="1879"><strong data-start="1844" data-end="1861">500€ a 1.800€</strong> para nudez total.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="1881" data-end="2146">A medida aplica-se também a <strong data-start="1909" data-end="1940">bares, cafés e restaurantes</strong> que permitam este tipo de comportamento, com sanções que podem chegar aos <strong data-start="2015" data-end="2025">4.000€</strong>. As exceções incluem zonas de praia, parques de estacionamento junto à costa ou zonas exteriores de unidades hoteleiras.</p>
<h3 data-start="2153" data-end="2205"><strong data-start="2157" data-end="2205">Topless não é crime — mas pode gerar queixas</strong></h3>
<p data-start="2207" data-end="2639">A prática de <strong data-start="2220" data-end="2231">topless</strong> nas praias portuguesas <strong data-start="2255" data-end="2273">não é proibida</strong> e é amplamente tolerada. No entanto, se houver uma queixa formal junto da <strong data-start="2348" data-end="2368">Polícia Marítima</strong> por alegado comportamento ofensivo ou exibicionismo, as autoridades podem intervir. A interpretação depende da intenção e do contexto — o topless isoladamente <strong data-start="2528" data-end="2551">não configura crime</strong>, mas a exposição com conotação sexual <strong data-start="2590" data-end="2638">poderá ser enquadrada como atentado ao pudor</strong>.</p>
<h3 data-start="2646" data-end="2705"><strong data-start="2650" data-end="2705">Conduzir sem camisa? Legal, desde que com segurança</strong></h3>
<p data-start="2707" data-end="3092">No que toca à condução, o <strong data-start="2733" data-end="2754">Código da Estrada</strong> <strong data-start="2755" data-end="2793">não estipula vestuário obrigatório</strong>. Ou seja, conduzir em tronco nu, de chinelos ou mesmo descalço <strong data-start="2857" data-end="2868">é legal</strong>, desde que não comprometa a segurança. O condutor deve, contudo, garantir que não adota comportamentos que interfiram com a condução — como deixar um animal à solta dentro do carro — sob pena de multa entre <strong data-start="3077" data-end="3091">60€ e 300€</strong>.</p>
<h3 data-start="3099" data-end="3152"><strong data-start="3103" data-end="3152">Nudismo só em espaços devidamente licenciados</strong></h3>
<p data-start="3154" data-end="3346">A prática de <strong data-start="3167" data-end="3187">nudismo integral</strong> está permitida em <strong data-start="3206" data-end="3229">espaços específicos</strong> e devidamente licenciados pelas câmaras municipais ou outras entidades competentes. Entre os locais possíveis estão:</p>
<ul data-start="3347" data-end="3488">
<li data-start="3347" data-end="3382">
<p data-start="3349" data-end="3382">Praias legalizadas para o efeito;</p>
</li>
<li data-start="3383" data-end="3414">
<p data-start="3385" data-end="3414">Piscinas ou spas com licença;</p>
</li>
<li data-start="3415" data-end="3488">
<p data-start="3417" data-end="3488">Estabelecimentos turísticos ou recintos de lazer com sinalização clara.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="3490" data-end="3688">A legislação exige <strong data-start="3509" data-end="3532">sinalização visível</strong>, nomeadamente a <strong data-start="3549" data-end="3563">100 metros</strong> das entradas das praias onde o nudismo é permitido. A prática fora desses espaços pode ser considerada <strong data-start="3667" data-end="3687">contraordenação</strong>.</p>
<h3 data-start="3695" data-end="3749"><strong data-start="3699" data-end="3749">Estabelecimentos comerciais podem impor regras</strong></h3>
<p data-start="3751" data-end="3987">Restaurantes, esplanadas ou estabelecimentos de comércio podem <strong data-start="3814" data-end="3847">proibir o acesso em tronco nu</strong>, desde que essa regra esteja <strong data-start="3877" data-end="3905">afixada de forma visível</strong>. Se assim for, os clientes deverão cumprir essas normas para permanecer no local.</p>
<h3 data-start="3994" data-end="4011"></h3>
<p data-start="4013" data-end="4372">Portugal apresenta, em geral, uma postura <strong data-start="4055" data-end="4068">tolerante</strong>, mas <strong data-start="4074" data-end="4086">regulada</strong>, no que diz respeito à forma como nos vestimos (ou despimos) em público. A liberdade de estar em tronco nu ou de praticar nudismo <strong data-start="4217" data-end="4227">existe</strong>, mas deve respeitar os <strong data-start="4251" data-end="4289">espaços, contextos e regras locais</strong>. Antes de se despir para refrescar, convém verificar se está mesmo no local certo.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Água limpa, paisagem de sonho e silêncio: as 13 melhores praias fluviais para descobrir este verão</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/agua-limpa-paisagem-de-sonho-e-silencio-as-13-melhores-praias-fluviais-para-descobrir-este-verao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Jun 2025 09:12:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destinos]]></category>
		<category><![CDATA[Inspiração]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre água limpa, sombra fresca e paisagens inesquecíveis, as praias fluviais são cada vez mais uma aposta inteligente para quem quer verão sem confusão — e sem perder beleza.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="379" data-end="662">Quando o calor aperta e as praias do litoral enchem, muitos portugueses procuram alternativas mais tranquilas e próximas da natureza. As <strong data-start="516" data-end="535">praias fluviais</strong> continuam a afirmar-se como destinos de eleição para quem procura <strong data-start="602" data-end="661">banhos refrescantes, paisagens únicas e menos multidões, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/praias-fluviais-13-destinos-imperdiveis-semana-542-euros" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a></strong>.</p>
<p data-start="664" data-end="872">De norte a sul do país, há mais de 200 praias fluviais — e, este ano, 50 receberam o galardão <strong data-start="758" data-end="775">Bandeira Azul</strong>, o que confirma a qualidade das águas, segurança e compromisso com a sustentabilidade ambiental.</p>
<p data-start="874" data-end="1089">Selecionámos <strong data-start="887" data-end="921">13 praias fluviais em Portugal</strong> que se destacam não só pela beleza natural, mas também pelas condições de acesso e infraestrutura — com estadas semanais a partir de <strong data-start="1055" data-end="1086">542 euros para duas pessoas</strong>.</p>
<h3 data-start="1096" data-end="1163">Norte de Portugal: natureza bruta e recantos bem preservados</h3>
<p data-start="1165" data-end="1371"><strong data-start="1165" data-end="1200">Praia Fluvial de Adaúfe (Braga)</strong><br data-start="1200" data-end="1203" />Nas margens do rio Cávado, a apenas 10 km de Braga. Tem relvado com sombra, zona de piqueniques, atividades aquáticas e um antigo moinho que acrescenta valor histórico.</p>
<p data-start="1373" data-end="1651"><strong data-start="1373" data-end="1434">Fraga da Pegada e Praia da Ribeira (Macedo de Cavaleiros)</strong><br data-start="1434" data-end="1437" />Localizadas na Paisagem Protegida da Albufeira do Azibo, são referências a nível ambiental. A Ribeira foi considerada uma das 7 Maravilhas de Portugal. Ambas têm acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida.</p>
<h3 data-start="1658" data-end="1731">Centro: entre vales glaciares, rios de montanha e aldeias de xisto</h3>
<p data-start="1733" data-end="1920"><strong data-start="1733" data-end="1767">Praia Fluvial de Loriga (Seia)</strong><br data-start="1767" data-end="1770" />Situada num vale glaciário em plena Serra da Estrela, destaca-se pela paisagem única e pela água fria e cristalina. É uma das mais autênticas do país.</p>
<p data-start="1922" data-end="2082"><strong data-start="1922" data-end="1954">Praia do Vimieiro (Penacova)</strong><br data-start="1954" data-end="1957" />À beira do rio Alva, integra um cenário de casas de xisto e engenhos de água, com águas calmas ideais para banhos e descanso.</p>
<p data-start="2084" data-end="2267"><strong data-start="2084" data-end="2119">Praia do Reconquinho (Penacova)</strong><br data-start="2119" data-end="2122" />Com areal extenso e boa infraestrutura, oferece ainda a oportunidade de visitar a Livraria do Mondego, formação rochosa considerada geomonumento.</p>
<p data-start="2269" data-end="2473"><strong data-start="2269" data-end="2314">Fragas de São Simão (Figueiró dos Vinhos)</strong><br data-start="2314" data-end="2317" />Encravada entre duas formações rochosas, é acessível por passadiços e inserida na Serra da Lousã. Perfeita para banhos, caminhadas ou desportos de natureza.</p>
<p data-start="2475" data-end="2627"><strong data-start="2475" data-end="2504">Praia da Bogueira (Lousã)</strong><br data-start="2504" data-end="2507" />Junto ao rio Ceira, oferece zona relvada, esplanada e acesso facilitado às aldeias de xisto como o Talasnal ou o Candal.</p>
<h3 data-start="2634" data-end="2700"> Sul: albufeiras extensas, águas quentes e noites estreladas</h3>
<p data-start="2702" data-end="2896"><strong data-start="2702" data-end="2729">Tapada Grande (Mértola)</strong><br data-start="2729" data-end="2732" />Criada junto à antiga Mina de São Domingos, esta albufeira no Parque Natural do Vale do Guadiana é um destino tranquilo, ideal para caminhadas e observação de aves.</p>
<p data-start="2898" data-end="3081"><strong data-start="2898" data-end="2923">Santa Clara (Odemira)</strong><br data-start="2923" data-end="2926" />Na albufeira da Barragem de Santa Clara, uma das maiores da Europa, há espaço para banhos, pesca e canoagem. Inclui zona com sombra e plataforma flutuante.</p>
<p data-start="3083" data-end="3281"><strong data-start="3083" data-end="3119">Monsaraz (Reguengos de Monsaraz)</strong><br data-start="3119" data-end="3122" />No Alqueva, o maior lago artificial da Europa, oferece piscina flutuante, parque de merendas e acesso à vila medieval. Ideal para conciliar descanso e cultura.</p>
<p data-start="3283" data-end="3429"><strong data-start="3283" data-end="3304">Mourão (Alentejo)</strong><br data-start="3304" data-end="3307" />Com 320 metros de areal e zonas relvadas com chapéus-de-sol, esta praia à beira do Alqueva combina espaço e tranquilidade.</p>
<p data-start="3431" data-end="3654"><strong data-start="3431" data-end="3456">Pego Fundo (Alcoutim)</strong><br data-start="3456" data-end="3459" />Única praia fluvial do Algarve com selo de “praia acessível”. Fica junto à ribeira de Cadavais e ao Guadiana. Nas proximidades, é possível experimentar a única tirolesa transfronteiriça do mundo.</p>
<h3 data-start="3661" data-end="3711">Uma noite sob as estrelas: destino Starlight</h3>
<p data-start="3713" data-end="3971">As praias fluviais de <strong data-start="3735" data-end="3747">Monsaraz</strong> e <strong data-start="3750" data-end="3760">Mourão</strong> situam-se na região do Alqueva, certificada como <strong data-start="3810" data-end="3841">destino turístico Starlight</strong>. As condições de visibilidade astronómica são excecionais, tornando a região ideal para quem procura experiências únicas à noite.</p>
<h3 data-start="3978" data-end="4022">Quanto custa uma semana junto ao rio?</h3>
<ul data-start="4024" data-end="4256">
<li data-start="4024" data-end="4124">
<p data-start="4026" data-end="4124"><strong data-start="4026" data-end="4040">Desde 542€</strong>: 7 noites para duas pessoas num hotel 4 estrelas com pequeno-almoço (zona de Seia).</p>
</li>
<li data-start="4125" data-end="4191">
<p data-start="4127" data-end="4191"><strong data-start="4127" data-end="4139">Monsaraz</strong>: mínimo de 918€ em hotel ou 540€ em casa de férias.</p>
</li>
<li data-start="4192" data-end="4256">
<p data-start="4194" data-end="4256"><strong data-start="4194" data-end="4220">A opção mais acessível</strong>: casa de férias em Seia desde 367€.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="4258" data-end="4371">(<em data-start="4259" data-end="4370">Valores recolhidos a 2 de junho para o período de 26 de julho a 1 de agosto, até 15 km da localidade central.</em>)</p>
<h3 data-start="4378" data-end="4416"> Conselhos úteis para visitantes</h3>
<ul data-start="4418" data-end="4937">
<li data-start="4418" data-end="4536">
<p data-start="4420" data-end="4536"><strong data-start="4420" data-end="4433">Quando ir</strong>: julho e agosto são mais concorridos; junho e setembro oferecem temperaturas amenas e menor afluência.</p>
</li>
<li data-start="4537" data-end="4659">
<p data-start="4539" data-end="4659"><strong data-start="4539" data-end="4557">Estacionamento</strong>: nem todas as praias têm parque próprio — algumas exigem curta caminhada. Chegar cedo é recomendável.</p>
</li>
<li data-start="4660" data-end="4790">
<p data-start="4662" data-end="4790"><strong data-start="4662" data-end="4677">O que levar</strong>: fato de banho, protetor solar, água, refeições ligeiras, chapéu, calçado aquático e, se necessário, guarda-sol.</p>
</li>
<li data-start="4791" data-end="4937">
<p data-start="4793" data-end="4937"><strong data-start="4793" data-end="4816">Respeite a natureza</strong>: leve o lixo consigo, evite barulho excessivo e não perturbe a fauna ou flora local. Mantenha-se nos trilhos demarcados.</p>
</li>
</ul>
<blockquote data-start="4944" data-end="5125">
<p data-start="4946" data-end="5125">
</blockquote>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É obrigatório dar gorjeta em Portugal? Saiba o que diz a lei</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/e-obrigatorio-dar-gorjeta-em-portugal-saiba-o-que-diz-a-lei/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:25:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=427565</guid>

					<description><![CDATA[<p>Está a terminar a refeição num restaurante e, no momento de pagar, surge a dúvida: devo dar gorjeta?</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="236" data-end="565">E se me apresentarem <strong data-start="362" data-end="388">duas contas diferentes</strong>, uma com e outra sem gratificação, qual devo escolher? Neste artigo, explicamos o que diz a legislação portuguesa sobre esta prática — que, embora comum, <strong data-start="543" data-end="564">não é obrigatória, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-funcionam-gorjetas-em-portugal" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a>.</strong></p>
<h3 data-start="572" data-end="603">A gorjeta é obrigatória?</h3>
<p data-start="605" data-end="865">Não. <strong data-start="610" data-end="655">Dar gorjeta em Portugal não é obrigatório</strong>. A <strong data-start="659" data-end="732">Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal (AHRESP)</strong> vai mais longe e afirma que <strong data-start="761" data-end="794">não é considerada boa prática</strong> os estabelecimentos sugerirem valores de gorjeta no talão ou na conta.</p>
<p data-start="867" data-end="993">A gorjeta deve ser sempre uma <strong data-start="897" data-end="925">escolha livre do cliente</strong>, em resposta à qualidade do serviço prestado — nunca uma imposição.</p>
<h3 data-start="1000" data-end="1036">Gorjeta: uma questão cultural</h3>
<p data-start="1038" data-end="1259">Enquanto em países como os <strong data-start="1065" data-end="1083">Estados Unidos</strong> a gorjeta pode chegar aos <strong data-start="1110" data-end="1117">20%</strong> do valor da refeição, em países como o <strong data-start="1157" data-end="1166">Japão</strong> essa prática é até vista como um insulto. Em Portugal, o costume existe, mas é <strong data-start="1246" data-end="1258">opcional</strong>.</p>
<h3 data-start="1266" data-end="1299">E se pagar com multibanco?</h3>
<p data-start="1301" data-end="1489">Se decidir deixar uma gratificação ao pagar com cartão, <strong data-start="1357" data-end="1389">confirme o valor no terminal</strong> antes de autorizar a operação. Certifique-se de que <strong data-start="1442" data-end="1488">a gorjeta não foi incluída automaticamente</strong>.</p>
<p data-start="1491" data-end="1749">Se sentir pressão para pagar ou se o estabelecimento insistir na cobrança da gratificação, saiba que <strong data-start="1592" data-end="1616">pode e deve reclamar</strong>. O mais eficaz será utilizar o <strong data-start="1648" data-end="1684">Livro de Reclamações Eletrónico</strong>. Em situações mais graves, pode até <strong data-start="1721" data-end="1748">recorrer às autoridades</strong>.</p>
<h3 data-start="1756" data-end="1807">A gorjeta está no preçário? Então muda tudo.</h3>
<p data-start="1809" data-end="2065">Há uma exceção à regra da voluntariedade: se o restaurante indicar <strong data-start="1876" data-end="1914">um valor fixo de serviço (gorjeta)</strong> no preçário — de forma clara e visível —, então <strong data-start="1963" data-end="2001">esse montante torna-se obrigatório</strong>. Nesse caso, está a fazer parte do preço do serviço contratado.</p>
<p data-start="2067" data-end="2170">Se <strong data-start="2070" data-end="2096">não estiver mencionado</strong>, o cliente <strong data-start="2108" data-end="2169">não tem obrigação legal de pagar qualquer valor adicional</strong>.</p>
<h3 data-start="2177" data-end="2217">Deve a gorjeta constar na fatura?</h3>
<p data-start="2219" data-end="2302">Sim, <strong data-start="2224" data-end="2265">a gorjeta deve ser incluída na fatura</strong>, sempre que seja paga. Isto garante:</p>
<ul data-start="2303" data-end="2430">
<li data-start="2303" data-end="2335">
<p data-start="2305" data-end="2335">Maior <strong data-start="2311" data-end="2335">transparência fiscal</strong></p>
</li>
<li data-start="2336" data-end="2385">
<p data-start="2338" data-end="2385">Correta <strong data-start="2346" data-end="2385">distribuição entre os trabalhadores</strong></p>
</li>
<li data-start="2386" data-end="2430">
<p data-start="2388" data-end="2430">Possibilidade de <strong data-start="2405" data-end="2430">controlo e tributação</strong></p>
</li>
</ul>
<p data-start="2432" data-end="2618">Apesar de <strong data-start="2442" data-end="2509">não estar sujeita a IVA nem a descontos para a Segurança Social</strong>, a gorjeta é considerada <strong data-start="2535" data-end="2572">rendimento do trabalho dependente</strong> e deve ser <strong data-start="2584" data-end="2617">declarada para efeitos de IRS</strong>.</p>
<h3 data-start="2625" data-end="2672">Como funciona a tributação das gorjetas?</h3>
<p data-start="2674" data-end="2912">Segundo o Código do IRS, as gratificações recebidas por prestação de trabalho — mesmo que venham de clientes — são consideradas <strong data-start="2802" data-end="2854">rendimentos do trabalho dependente (Categoria A)</strong>. Sobre elas aplica-se uma <strong data-start="2881" data-end="2911">tributação autónoma de 10%</strong>.</p>
<p data-start="2914" data-end="3109">O valor não é alvo de retenção na fonte, a menos que o trabalhador o solicite. Se for declarado corretamente pela entidade patronal, o montante já constará da <strong data-start="3073" data-end="3108">declaração anual de rendimentos</strong>.</p>
<h3 data-start="3116" data-end="3172">O que fazer para declarar corretamente a gorjeta?</h3>
<p data-start="3174" data-end="3237">Se pretende que a gorjeta seja tratada como rendimento oficial:</p>
<ol data-start="3238" data-end="3419">
<li data-start="3238" data-end="3295">
<p data-start="3241" data-end="3295"><strong data-start="3241" data-end="3266">Informe o funcionário</strong> no momento em que a entrega.</p>
</li>
<li data-start="3296" data-end="3362">
<p data-start="3299" data-end="3362">Peça que a gorjeta <strong data-start="3318" data-end="3338">conste na fatura</strong>, identificada como tal.</p>
</li>
<li data-start="3363" data-end="3419">
<p data-start="3366" data-end="3419">Junte o valor da gorjeta ao pagamento total da conta.</p>
</li>
</ol>
<p data-start="3421" data-end="3504">Desta forma, garante-se a legalidade e a justa distribuição entre os trabalhadores.</p>
<h3 data-start="3511" data-end="3527">Em resumo:</h3>
<ul data-start="3529" data-end="3842">
<li data-start="3529" data-end="3576">
<p data-start="3531" data-end="3576"><strong data-start="3531" data-end="3549">Não é obrigado</strong> a dar gorjeta em Portugal.</p>
</li>
<li data-start="3577" data-end="3650">
<p data-start="3579" data-end="3650">Só se torna obrigatória se estiver <strong data-start="3614" data-end="3649">claramente indicada no preçário</strong>.</p>
</li>
<li data-start="3651" data-end="3722">
<p data-start="3653" data-end="3722">Pode pagar em <strong data-start="3667" data-end="3690">numerário ou cartão</strong>, mas deve confirmar os valores.</p>
</li>
<li data-start="3723" data-end="3762">
<p data-start="3725" data-end="3762">Pode <strong data-start="3730" data-end="3742">reclamar</strong> se for pressionado.</p>
</li>
<li data-start="3763" data-end="3842">
<p data-start="3765" data-end="3842">Se pagar, deve <strong data-start="3780" data-end="3820">pedir que a gorjeta conste na fatura</strong> para efeitos fiscais.</p>
</li>
</ul>
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]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Andar em tronco nu na rua é proibido? Saiba o que diz a lei em Portugal</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/andar-em-tronco-nu-na-rua-e-proibido-saiba-o-que-diz-a-lei-em-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=427554</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em Portugal não há proibição geral, mas há exceções — e em alguns municípios, como Albufeira, há regras e coimas para quem quebrar o código de vestuário.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="381" data-end="725">Com o calor a apertar, é comum ver pessoas a circular em tronco nu ou em roupa de banho nas ruas, sobretudo em zonas turísticas. Mas afinal, é legal andar assim na via pública? A resposta é: <strong data-start="572" data-end="592">sim, com limites</strong>. Em Portugal, não existe uma proibição genérica, mas há regras a cumprir — e alguns municípios já adotaram medidas mais restritivas, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/nudismo-andar-tronco-nu-em-que-situacoes-pode-dar-multa" target="_blank" rel="noopener">DECOProteste</a>.</p>
<p data-start="750" data-end="1068">De forma geral, andar em tronco nu na via pública <strong data-start="800" data-end="816">não é ilegal</strong>, desde que não envolva <strong data-start="840" data-end="886">comportamentos considerados exibicionistas</strong>. O mesmo se aplica ao <strong data-start="909" data-end="920">topless</strong>, que é permitido nas praias portuguesas, embora a Polícia Marítima possa intervir em caso de queixa por conduta imprópria ou sexualmente sugestiva.</p>
<p data-start="1070" data-end="1326">Até mesmo ao volante, <strong data-start="1092" data-end="1147">conduzir em tronco nu ou de chinelos não é proibido</strong>, desde que o condutor mantenha a segurança. O Código da Estrada exige que quem conduz evite ações que prejudiquem a condução, mas não especifica vestuário ou calçado obrigatório.</p>
<p data-start="1360" data-end="1772">Apesar da permissividade geral, o município de <strong data-start="1407" data-end="1420">Albufeira</strong> introduziu recentemente um <strong data-start="1448" data-end="1476">Código de Comportamentos</strong> com regras mais rígidas. Está agora proibido circular em <strong data-start="1534" data-end="1561">estado de parcial nudez</strong> (como andar de biquíni, fato de banho ou calções) fora das zonas balneares e suas imediações. A <strong data-start="1658" data-end="1684">nudez total ou parcial</strong> pode ser sancionada com coimas entre os <strong data-start="1725" data-end="1748">300 e os 1800 euros</strong>, consoante a gravidade.</p>
<p data-start="1774" data-end="1911">Estas regras não se aplicam nas praias, nas zonas de acesso a estas (como parques de estacionamento) ou nos espaços exteriores de hotéis.</p>
<p data-start="1913" data-end="2190">Estabelecimentos comerciais (bares, restaurantes, etc.) que permitirem estas práticas também podem ser multados com valores que podem chegar aos <strong data-start="2058" data-end="2072">4 mil euros</strong>, e sujeitos a sanções adicionais. A fiscalização cabe à <strong data-start="2129" data-end="2163">Polícia Municipal de Albufeira</strong>, entre outras autoridades.</p>
<p data-start="2246" data-end="2542">Mesmo fora de Albufeira, cafés, restaurantes e esplanadas têm o direito de <strong data-start="2321" data-end="2354">recusar clientes em tronco nu</strong>, desde que o façam de forma clara. Se o espaço tiver afixado à entrada uma indicação de que esse comportamento não é permitido, o cliente terá de respeitar para poder permanecer no local.</p>
<p data-start="2562" data-end="2924">O <strong data-start="2564" data-end="2575">nudismo</strong>, por sua vez, é legal em Portugal, mas <strong data-start="2615" data-end="2656">só em espaços devidamente autorizados</strong> — como praias, piscinas, ginásios, spas ou resorts que tenham licença da câmara municipal ou outra entidade competente. Nestes locais, deve existir <strong data-start="2805" data-end="2826">sinalização clara</strong>, especialmente em praias, onde a indicação deve estar visível a pelo menos 100 metros da entrada.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com as férias &#8220;ao virar da esquina&#8221; saiba como evitar burlas quando reserva casa</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/com-as-ferias-ao-virar-da-esquina-saiba-como-evitar-burlas-quando-reserva-casa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 May 2025 13:10:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=424505</guid>

					<description><![CDATA[<p>Ir para uma casa que já conhece ou recorrer aos contactos de amigos podem ser formas de evitar burlas. Saiba os cuidados a ter quando procura casa para férias.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar dissabores, há alguns cuidados a ter sempre que procura uma casa para férias. O fator <strong style="font-weight: 600 !important;">confiança</strong> é fundamental neste tipo de negócio. É aconselhável recorrer a um imóvel no qual já tenha passado férias. Os contactos de uma pessoa amiga ou de um conhecido também podem ser úteis. Assim saberá que a casa existe e que se encontra no local indicado, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-evitar-burlas-casas-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Há vários <strong style="font-weight: 600 !important;">anúncios na internet</strong> ou nos jornais cujos imóveis não pertencem a quem, supostamente, os disponibiliza. Os falsos anúncios podem, ainda, ser publicados nas secções de anúncios de redes sociais. Por vezes, nem sequer se localizam no sítio indicado porque as imagens são editadas. Por estas razões, deve procurar casa para férias em plataformas ou jornais fiáveis, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-evitar-burlas-casas-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Comece por confirmar no anúncio o <strong style="font-weight: 600 !important;">número de registo </strong>do estabelecimento de alojamento local (AL) e, de seguida, confirme-o no <a style="font-weight: 800;" href="https://registos.turismodeportugal.pt/" target="_blank" rel="noopener">site do Turismo de Portugal</a>. Assim, ficará a saber a localização da casa, quem é o seu titular e os respetivos elementos de identificação (contribuinte, telefone e e-mail).</p>
<p><strong style="font-weight: 600 !important;">Evite precipitações</strong>, sobretudo na altura de pagar e quando a reserva for feita através da internet. Tenha em atenção alguns cuidados específicos para o caso de recorrer a plataformas como o Airbnb.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">1. Desconfie se for barato</h2>
<p>Desconfie sempre de <strong style="font-weight: 600 !important;">ofertas demasiado boas</strong>, como casas com preços muito baixos, que se encontrem, por exemplo, muito bem decoradas ou equipadas e com vista privilegiada para o mar.</p>
<p>Se a oferta for, realmente, apetecível, deve <strong style="font-weight: 600 !important;">comparar ofertas idênticas</strong> no mesmo local e, se for o caso, <strong style="font-weight: 600 !important;">pedir para visitar a casa</strong>. Pense duas vezes se notar alguma resistência por parte do proprietário em fazê-lo. Desculpas como residir no estrangeiro são habituais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">2. Pesquise em várias plataformas</h2>
<p>As <strong style="font-weight: 600 !important;">comissões </strong>cobradas aos proprietários variam consoante a plataforma, e o mesmo apartamento pode estar anunciado em vários sítios com preços diferentes. Procure a melhor oferta. Lembre-se de verificar se os sites são seguros antes de avançar.</p>
<h2 style="font-weight: 800;">3. Visite o imóvel</h2>
<p>Quer tome conhecimento do imóvel através de anúncio de jornal, plataforma na internet ou rede social ou contacto direto, se possível, <strong style="font-weight: 600 !important;">é</strong> <strong style="font-weight: 600 !important;">aconselhável que o visite primeiro</strong>. Por vezes, as fotografias criam uma imagem diferente da que vai encontrar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">4. Não ceda a pressões</h2>
<p>Um sinal de que pode estar a ser alvo de burla é se o pressionarem a tomar uma decisão rápida, por exemplo, com o argumento de que têm outras pessoas interessadas e que deve fazer o pagamento do sinal para garantir a reserva. <strong style="font-weight: 600 !important;">Demore o tempo que precisar </strong>até se sentir confiante com o negócio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">5. Confirme antes de pagar</h2>
<p>Antes de entregar um sinal para reservar a casa para férias através da internet, confirme:</p>
<ul>
<li>numa pesquisa na internet, se há <strong style="font-weight: 600 !important;">anúncios semelhantes, com as mesmas fotos</strong>, ou se há <strong style="font-weight: 600 !important;">denúncias de burlas</strong> sobre aquele anúncio;</li>
<li>a veracidade do anunciado, <strong style="font-weight: 600 !important;">pedindo outras fotos</strong> do interior da habitação, além das anunciadas, e perguntando sobre os equipamentos ou serviços associados;</li>
<li>a <strong style="font-weight: 600 !important;">identidade do anunciante </strong>ou da pessoa com quem tem contactado por e-mail ou telefone (por exemplo, perfis de anúncios em redes sociais com registos muito recentes na plataforma, e com poucos &#8220;amigos&#8221;, são um sinal de alerta);</li>
<li>se a identidade do <strong style="font-weight: 600 !important;">titular da conta bancária </strong>a depositar coincide com a do anunciante. Ao fazer transferência confirme previamente o nome do titular da conta;</li>
<li>se o anunciante tem uma <strong style="font-weight: 600 !important;">conta bancária estrangeira</strong>;</li>
<li>se o <strong style="font-weight: 600 !important;">contacto de telemóvel </strong>que lhe foi dado se mantém ativo desde o primeiro contacto (pode simular uma nova chamada a reservar o imóvel para o mesmo período e confirmar se continua disponível);</li>
<li>caso faça um pagamento e receba um e-mail ou uma mensagem indicando que houve um problema e o dinheiro não chegou ao destino,<strong style="font-weight: 600 !important;"> confirme a situação junto do banco antes de fazer um novo pagamento</strong>. Pode ser um esquema para tentar que pague o valor uma segunda vez. Se desconfiar de burla, cancele imediatamente a ordem de pagamento. Com sorte, pode ser que o burlão não chegue a receber;</li>
<li>se não obtiver validação do perfil de utilizador durante o processo de registo na plataforma online, <strong style="font-weight: 600 !important;">não avance para o pagamento de qualquer reserva de casa</strong>, nem dê autorizações para pagamentos através do cartão de crédito.</li>
</ul>
<p><strong style="font-weight: 600 !important;">Desconfie </strong>sempre que lhe solicitarem algum pagamento através de cheque, dinheiro ou recurso a serviços de transferência em dinheiro. Em algumas situações, as vítimas podem ser confrontadas a pagar, no primeiro contacto, metade do valor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">6. Reclame se correr mal</h2>
<p>Quando a casa não corresponde ao anunciado (pelas fotos ou condições de alojamento, por exemplo) deve pedir o <a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa/como-reclamar-preencher" target="_blank" rel="noopener">livro de reclamações</a> em formato físico, que os estabelecimentos de alojamento local são obrigados a ter.</p>
<p>Em caso de reclamação, o original da folha é enviado para a <strong style="font-weight: 600 !important;">Autoridade de Segurança Alimentar e Económica</strong> (ASAE), a entidade responsável pelo cumprimento da lei. O titular da exploração do alojamento local está, ainda, obrigado a ter no seu site da internet (caso o tenha), em local visível e de forma destacada, o acesso à plataforma digital que disponibiliza formato eletrónico do livro de reclamações. A principal vantagem deste meio para reclamar é facilitar a apresentação de reclamação em qualquer lugar e momento, mesmo que já tenha abandonado o local onde ocorreram os factos que deram origem à reclamação. Além disso, a resposta é mais rápida, uma vez que tem de ser emitida no prazo de 15 dias</p>
<p>Da parte dos turistas há a obrigatoriedade de <strong style="font-weight: 600 !important;">não danificar o imóvel e os equipamentos</strong> e de entregar o imóvel como encontrado.</p>
<p>Em caso de conflito, apresente queixa na <strong style="font-weight: 600 !important;">plataforma Reclamar</strong>, da DECO PROteste.</p>
<h2 style="font-weight: 800;">7. Denuncie as burlas</h2>
<p>Se perceber que foi burlado, <a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/noticias/denuncia-crimes-online-sem-ter-ir-esquadra" target="_blank" rel="noopener">participe imediatamente o caso</a> às autoridades policiais, munido de toda a documentação que tiver reunido: anúncio, e-mails, fotografias e comprovativos de pagamento.</p>
<ul>
<li>Deverá fazer a denúncia na <strong style="font-weight: 600 !important;">Polícia de Segurança Pública </strong>(PSP) ou na Guarda Nacional Republicana (GNR).</li>
<li>Caso a burla seja online, pode igualmente fazer a participação através do e-mail do <strong style="font-weight: 600 !important;">Gabinete de Cibercrime da Procuradoria‑Geral da República</strong> (<a style="font-weight: 800;" href="mailto:cibercrime@pgr.pt">cibercrime@pgr.pt</a>).</li>
<li>Também pode dar conhecimento de burlas online ao <strong style="font-weight: 600 !important;">Centro Nacional de Cibersegurança </strong>(<a style="font-weight: 800;" href="mailto:cert@cert.pt">cert@cert.pt</a>), embora esta comunicação não tenha valor de denúncia.</li>
<li>Se tiver chegado a fazer um pagamento, comunique a burla ao seu <strong style="font-weight: 600 !important;">banco</strong>.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">Alojamento local: como divulgar</h2>
<p>Antes de prestar <a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/impostos/noticias/alojamento-local-manual-instrucoes" target="_blank" rel="noopener">serviços de alojamento local</a>, confirme se existem limites para obter a <strong style="font-weight: 600 !important;">licença</strong>. Há várias formas de divulgar o imóvel, mas algumas implicam comissões a sítios de internet.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">Como evitar burlas no Airbnb</h2>
<p>Embora os casos de burla possam ocorrer em qualquer plataforma de reservas de alojamento, a visibilidade do <strong style="font-weight: 600 !important;">Airbnb</strong> torna-o num alvo preferencial. Por isso, ao fazer uma reserva neste site, deve tomar algumas precauções.</p>
<p>O Airbnb aconselha os utilizadores a fazerem <strong style="font-weight: 600 !important;">todos os contactos com os proprietários</strong> – desde a reserva ao pagamento – <strong style="font-weight: 600 !important;">na própria plataforma</strong>. Isto porque, nalguns tipos de burla, é fundamental que o utilizador abandone a plataforma para que o esquema seja bem-sucedido.</p>
<p>Alegando que a aplicação do Airbnb não funciona bem no seu computador, por exemplo, o proprietário convence o utilizador a manter contacto através de e-mail ou WhatsApp, mostrando-se, habitualmente, disponível para prestar todo o tipo de esclarecimentos, embora não aceite ser contactado diretamente através de chamada de voz. Está criado o engodo. A determinada altura, o proprietário envia os dados bancários ao hóspede, que acabará por pagar pela reserva de uma casa que não existe.</p>
<p><strong style="font-weight: 600 !important;">Desconfie</strong>, por isso, se um proprietário lhe enviar um NIB para que faça uma <strong style="font-weight: 600 !important;">transferência bancária</strong>. Os pagamentos das reservas no <strong style="font-weight: 600 !important;">Airbnb</strong> devem ser sempre feitos na plataforma, que tem um <strong style="font-weight: 600 !important;">sistema próprio de pagamentos</strong>. Na maioria dos casos, as contas indicadas correspondem a bancos estrangeiros, o que pode dificultar a identificação dos autores do crime de burla.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="font-weight: 800;">Cuidado com os sites que imitam o Airbnb</h2>
<p style="font-weight: 400;">Há esquemas que também envolvem o Airbnb, mas que têm origem noutros sites. A partir desses anúncios, os utilizadores são levados a clicar em links, acreditando que estão a ser reencaminhados para a página do Airbnb. Na verdade, estão a aceder a <strong style="font-weight: 600 !important;"><a style="font-weight: 800;" href="https://www.deco.proteste.pt/tecnologia/telemoveis/dicas/spoofing-mensagens-falsas-usurpam-identidade-levam-burlas" target="_blank" rel="noopener">páginas fraudulentas que imitam quase na perfeição a primeira</a></strong>.</p>
<p style="font-weight: 400;">Por este motivo, não abra links que supostamente o reencaminham para o Airbnb, seja através de um anúncio externo à plataforma ou no seguimento de um contacto mantido com um falso proprietário.</p>
<p style="font-weight: 400;">Não envie também informação sensível para <strong style="font-weight: 600 !important;">endereços de e-mail suspeitos</strong> (como &#8220;apoio@airbnb-lease.ltd&#8221;, por exemplo).</p>
<p style="font-weight: 400;">Pesquisar pela casa de férias diretamente na plataforma e não em motores de busca ajuda a evitar este tipo de problema. Para maior segurança, digite manualmente o endereço do Airbnb – www.airbnb.com ou www.airbnb.pt – na barra de pesquisa do seu browser.</p>
<p style="font-weight: 400;">A plataforma do <a style="font-weight: 800;" href="https://www.airbnb.com/report-phishing" target="_blank" rel="noopener">Airbnb faculta uma página online para denunciar o URL</a> de sites falsos. Esta página destina-se apenas a denunciar sites suspeitos.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Com as férias no horizonte, o que fazer quando há problemas com a reserva do hotel?</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/com-as-ferias-no-horizonte-o-que-fazer-quando-ha-problemas-com-a-reserva-do-hotel/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 May 2025 08:30:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=424493</guid>

					<description><![CDATA[<p>O hotel onde gostaria de passar férias não aceita crianças. Legal ou ilegal? Saiba como resolver os problemas mais frequentes ao fazer uma reserva.</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="f1104d4d-19ac-4e28-926d-e1da8cd9824e">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content search-content-scraper">
<p>Hotéis que não aceitam crianças, cobrança indevida por cancelamento de reservas, quartos muito diferentes dos que viu nas brochuras ou na Net, problemas nas instalações, preços cobrados excessivos&#8230; É extenso o rol de situações desagradáveis que podem ocorrer num momento em que se quer sopas e descanso. Saiba o que fazer para evitar contratempos nas férias, refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/hoteis-fazer-ha-problemas" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<h2>Crianças não permitidas, sim ou não?</h2>
<p>A <strong>lei dos empreendimentos turísticos</strong> refere que a acesso aos hotéis é livre, mas pode ser recusado a quem perturbe o seu “funcionamento normal”. Os estabelecimentos podem invocar a idade, como critério genérico, para limitar as reservas apenas a adultos? No entender do Turismo de Portugal, as únicas limitações admissíveis ao princípio do livre acesso aos empreendimentos turísticos constam do regime jurídico, onde não se enquadra a recusa de acesso a crianças ou menores. Ainda assim, defende que &#8220;nada impede que um empreendimento turístico esteja vocacionado para determinado segmento do mercado e como tal publicite a sua oferta&#8221;. Contudo, a DECO PROteste defende que tal apenas é possível desde que não se afete a liberdade de escolha dos pais.</p>
<p>A <strong>recusa do acesso</strong> só pode fundamentar-se &#8220;em causas objetivas&#8221;, já que o acesso aos hotéis é livre. Concretizando: &#8220;Pessoas que perturbem, ou sejam suscetíveis [&#8230;] de perturbar, o normal funcionamento do estabelecimento, designadamente em situações de embriaguez, prática de desacatos ou similares.&#8221; Se lhe foi vedada a entrada com crianças num hotel, sem uma justificação que considere válida, peça o livro de reclamações ou pondere o recurso ao <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/cidadania/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa" target="_blank" rel="noopener">livro de reclamações</a> eletrónico.</p>
</div>
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<h2><strong>Problemas com reservas</strong></h2>
<ul>
<li><strong>Fez a sua reserva por telefone, e-mail ou plataforma online, mas ao chegar ao hotel não existe essa indicação. </strong>Qualquer que seja a forma como efetuou a reserva, leve sempre consigo um documento com a confirmação, em papel ou formato digital, com as características principais da reserva.</li>
<li><strong>O cliente faz uma reserva e desiste da mesma, mas o hotel cobra-lhe o preço de uma noite.</strong> Quando o prazo para anular a reserva não é respeitado (por exemplo, o cliente cancela com dez horas de antecedência), o estabelecimento costuma cobrar o valor de uma dormida. Esta prática é frequente, mas só é possível desde que o cliente tenha dado o seu acordo (com a confirmação de compra ou pagamento de sinal, por exemplo).</li>
<li><strong>O cliente reserva um quarto com determinadas características (por exemplo, quarto triplo com banho) e é-lhe atribuído um quarto diferente (por exemplo, um quarto duplo com duche). </strong>Estes problemas podem ser evitados se, ao efetuar a reserva, pedir o respetivo comprovativo e exigir que o mesmo confirme os pormenores essenciais para si. Caso não obtenha o quarto que reservou, tente resolver a questão com o responsável do hotel. Se a substituição não for possível, exija uma compensação: redução do preço ou outros serviços, por exemplo.</li>
</ul>
<h2><strong>Lotação completa</strong></h2>
<p><strong>Chega ao hotel e é informado de que a lotação está completa. </strong>Tem o direito de pedir ao hotel que o ajude a encontrar alojamento semelhante ao contratado. O hotel, onde fez a reserva, suportará as despesas decorrentes dessa mudança. Se o hotel se recusar a fazê-lo, poderá apresentar reclamação recorrendo à <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataforma Reclamar</a> da DECO PROteste, ao Turismo de Portugal, à ASAE ou ao livro de reclamações físico ou eletrónico. Numa segunda fase, pode, ainda, recorrer às entidades alternativas de resolução de litígios de consumo. Tem o direito de exigir uma indemnização pelos danos sofridos, caso o hotel se recuse a indemnizar de forma “amigável”.</p>
<h2>Problemas no quarto</h2>
<ul class="bullet-list">
<li><strong>Os bens do consumidor são furtados dentro do quarto de hotel. </strong>Ao contrário do que muitas vezes consta nos avisos, os hotéis são responsáveis pelos furtos ocorridos dentro dos quartos.</li>
<li><strong>Um dos equipamentos do seu quarto está avariado (por exemplo, o ar condicionado) e não é possível mudar de quarto.</strong> Se os equipamentos existentes no quarto apresentarem defeitos, deverá deslocar-se à receção e exigir a mudança de quarto ou a reparação da avaria. Se a solução não for satisfatória, tente negociar a redução do preço ou uma compensação, como, por exemplo, meia pensão sem suplemento.</li>
</ul>
<h2>Cobrado preço excessivo</h2>
<p>Normalmente, os hotéis cobram valores muito elevados por serviços como consumo de bebidas do minibar ou lavandaria. Porém, os preços têm de estar afixados em local visível em cada quarto e no balcão da receção. O aconselhável é consultar o preçário antes de solicitar qualquer serviço extra. Caso o hotel tente cobrar um valor mais alto do que o afixado, poderá tratar-se de um crime de especulação. Neste caso, o cliente deverá apresentar queixa à ASAE, no livro de reclamações físico ou eletrónico. Também poderá apresentar a sua queixa na <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer">plataforma Reclamar</a>. Tal não inviabiliza que apresente <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-apresentar-queixa-policia-7-passos" target="_blank" rel="noopener">queixa junto das autoridades</a>, dado que a especulação está tipificada como crime.</p>
<h2>Situações de greve</h2>
<p>Em caso de greve, existe o direito de reclamação, mas é sempre necessário ter em conta a situação concreta, pois trata-se de um motivo de força maior. Existem diversos fatores em causa, como a taxa de ocupação e os efeitos colaterais que a greve possa ter (os hotéis também dependem dos seus fornecedores).</p>
<h2>Onde reclamar</h2>
<p>Pode fazer uma queixa na <strong>plataforma Reclamar</strong>. A DECO PROteste junta o seu nome à reclamação, para dar mais peso à mensagem. Se quiser, deixe o caso visível na lista de reclamações públicas, para aumentar a pressão sobre o hotel.</p>
<p>Além disso, existem entidades próprias para fazer as suas denúncias em caso de problemas.</p>
<ul>
<li><a href="http://www.turismodeportugal.pt/pt/Paginas/homepage.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Turismo de Portugal</strong></a>: de acordo com o regime atualmente em vigor, todos os lesados, pelo incumprimento ou cumprimento defeituoso dos contratos celebrados com as agências de viagens e turismo, beneficiam de uma proteção especial. Pode, desde logo, apresentar queixa no livro de reclamações tradicional ou eletrónico da agência de viagens, que deverá enviar o original da folha de reclamação para o Turismo de Portugal. As agências de viagens são convidadas a pronunciar-se sobre as mesmas e incentiva-se a resolução amigável do conflito. Quando este objetivo não é alcançado e em causa está um pedido de reembolso cuja apreciação compete à Comissão Arbitral, o processo a que a reclamação deu origem é instruído e submetido a esta entidade para apreciação.</li>
<li><a href="https://www.asae.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer"><strong>Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE)</strong></a>: autoridade administrativa nacional especializada no âmbito da segurança alimentar e da fiscalização económica. O site disponibiliza<strong> </strong>formulários específicos para apresentar queixas e denúncias, bem como ajuda no preenchimento correto do livro de reclamações.</li>
<li>Entidades alternativas de litígios de consumo.</li>
</ul>
</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Visitar destinos exóticos pode trazer sérios riscos para a saúde: saiba como se prevenir</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/visitar-destinos-exoticos-pode-trazer-serios-riscos-para-a-saude-saiba-como-se-prevenir/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 03 May 2025 11:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=423744</guid>

					<description><![CDATA[<p>Saiba o que pode acontecer nas suas próximas férias e como se prevenir.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os destinos exóticos escondem, muitas vezes, condições sanitárias deficientes e microrganismos que podem causar desde as incómodas diarreias a doenças graves, como malária e febre-amarela. Se viajar sobretudo para países da África, Ásia ou América do Sul, deve fazer a consulta do viajante, pelo menos um mês antes. Encontra-a nos centros de saúde e hospitais públicos e também no privado, refere a DecoProteste.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Início</h2>
<p>Em muitos destinos exóticos é exigida a vacina da febre-amarela e, dependendo da zona, poderá ser necessário tomar a das hepatites A e B. Nalguns destinos de África e Ásia, é recomendado o reforço da vacina da poliomielite e a da cólera, neste caso, se houver surto. A vacina da raiva é indicada se estiver em contacto próximo com animais.</p>
<table>
<tbody>
<tr>
<td colspan="3"><strong>Vacinas recomendadas na consulta do viajante</strong></td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="13" width="90"><strong>África</strong></td>
<td rowspan="3">norte</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="6">central</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Meningite</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Poliomielite</td>
</tr>
<tr>
<td>Febre amarela</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="4">sub-sariana</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Poliomielite</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="11"><strong>Ásia</strong></td>
<td rowspan="4">médio oriente</td>
<td>Meningite</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="2">China</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5">India e sudoeste</td>
<td>Tifóide</td>
</tr>
<tr>
<td>Encefalite japonesa</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Poliomielite</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="5"><strong>América</strong></td>
<td rowspan="2">central</td>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td rowspan="3">sul</td>
<td>Febre amarela (algumas regiões no Brasil e Venezuela)</td>
</tr>
<tr>
<td>Raiva</td>
</tr>
<tr>
<td>Hepatites A e B</td>
</tr>
<tr>
<td><strong>Europa</strong></td>
<td width="150">central</td>
<td width="300">Encefalite transmitida por carraças</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<h2>Utente prevenido</h2>
<p>Quando for à consulta, leve o boletim de vacinas e vá preparado para fornecer detalhes sobre a viagem: duração, itinerário, zona rural ou urbana, características do alojamento, transporte, atividades a desenvolver, se as refeições são por sua conta ou fazem parte do pacote de viagem e se a deslocação deve-se a trabalho ou lazer, entre outros.</p>
<p>Os destinos exóticos escondem, muitas vezes, condições sanitárias deficientes e microrganismos que podem causar desde as incómodas diarreias a doenças graves, como malária e febre-amarela.</p>
<p>O médico poderá ainda questioná-lo sobre os seus antecedentes de saúde: doenças, cirurgias e medicamentos que toma habitualmente.</p>
<h2>Cuidados vitais</h2>
<p>Na consulta, informe-se sobre as medidas a tomar antes, durante e após a viagem: além das vacinas, quais os cuidados a ter com a higiene pessoal, a água e os alimentos e os produtos a levar no estojo de primeiros socorros.</p>
<p>Poderá ainda obter informações sobre a assistência médica e condições de segurança no destino, bem como alguns sintomas que devem levá-lo ao médico. Entre estes, estão a febre e a diarreia.</p>
<p>Os doentes crónicos, grávidas, idosos e crianças exigem cuidados especiais. Nalgumas situações, é preciso um relatório do médico a indicar as limitações do doente, para receber a assistência necessária. É o caso de doentes com problemas respiratórios ou cardíacos, que podem precisar de oxigénio no avião.</p>
<p>Por fim, pode ser aconselhado a voltar à consulta ou a falar com o seu médico de família logo que regresse, para verificar se tudo está bem. Esta consulta é obrigatória em caso de febre, sobretudo em caso de diarreia, lesões na pele ou outros sinais que considere estranhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Conselhos úteis</strong></p>
<ul>
<li>Junte um estojo de primeiros socorros à bagagem para fazer face a pequenos problemas, com antissético, pensos rápidos e ligaduras.</li>
<li>Leve protetor solar, repelente de insetos (de preferência, com DEET na composição), soluções reidratantes e analgésicos.</li>
<li>Use apenas água engarrafada ou fervida para beber, lavar os dentes e a cara.</li>
<li>Nunca tome refrescos com gelo e coma apenas fruta descascada por si.</li>
<li>Evite mariscos, alimentos crus ou mal passados.</li>
<li>Para proteger-se dos mosquitos, sobretudo a partir do entardecer, use vestuário com mangas compridas, calças, meias e sapatos fechados. Evite produtos de higiene muito perfumados.</li>
<li>Verifique o interior dos sapatos antes de os calçar.</li>
<li>É aconselhável contratar um seguro de viagem, dado que os serviços de saúde nem sempre estão bem organizados e os cuidados médicos podem ser escassos. Se houver um acidente, pode não ter a assistência necessária e a repatriação, em geral, é difícil e cara.</li>
</ul>
<p>&#8211; Para mais informações consulte este <a style="text-transform: initial;" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/consulta-do-viajante-prepare-se-um-mes-antes-de-partir/conselhos-uteis" target="_blank" rel="noopener"><strong>link</strong></a></p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Se estiver de malas feitas para fora da Europa saiba como prevenir problemas de saúde: não estrague as férias</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/se-estiver-de-malas-feitas-para-fora-da-europa-saiba-como-prevenir-problemas-de-saude-nao-estrague-as-ferias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 09:40:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=423307</guid>

					<description><![CDATA[<p>Vai de férias para outro Estado da União Europeia ou do Espaço Económico Europeu?</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content-intro-journalistic content-intro-journalistic-main" data-type="ALineContentIntroJournalisticController" data-rendering="ContentIntroJournalisticMain">
<div class="panel panel--secondary padding-large panel--fat-titles panel--fontsize-large">
<div class="content-lede__text">
<p>«Peça o cartão europeu de seguro de doença. Para países asiáticos, africanos ou sul-americanos, previna-se e vá à consulta do viajante. Saiba, também, como transportar a medicação de que necessita», começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/viagens-que-levar-para-cuidar-saude-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
</div>
<div class="content-lede__info grid-wrap grid-wrap--no-gutter"></div>
<div class="responsive-image--with-text bottom">
<div class="responsive-image--with-text__content ">
<p class="author ">As pessoas que viajarem para outro Estado da União Europeia ou do Espaço Económico Europeu devem pedir o <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-pedir-renovar-cartao-europeu-saude" target="_blank" rel="noopener">cartão europeu de seguro de</a><strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-pedir-renovar-cartao-europeu-saude" target="_blank" rel="noopener"> </a></strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-pedir-renovar-cartao-europeu-saude" target="_blank" rel="noopener">doença </a><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-pedir-renovar-cartao-europeu-saude" target="_blank" rel="noopener">(CESD)</a>, através da internet na página da <a href="https://www.seg-social.pt/inicio" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Segurança Social Direta</a>. Diz a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/viagens-que-levar-para-cuidar-saude-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a> que «o documento é gratuito e válido por três anos nos <strong>27 países da União Europeia, Islândia, Liechtenstein, Noruega, Suíça e Reino Unido»</strong>.</p>
<p class="author ">A <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/viagens-que-levar-para-cuidar-saude-ferias" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>  alerta que «se viajar com a família, peça um cartão para cada elemento algum tempo antes», mas caso «o cartão não fique pronto a tempo, é emitido um certificado provisório de substituição, que garante os mesmos benefícios do cartão.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div class="" data-type="ALineSectionRendererController" data-rendering="SectionRenderer" data-datasource="{E0F604C3-8534-455D-AF1A-998225EFFAA0}">
<div class="wysiwyg">
<div class="panel panel--secondary padding-large panel--fat-titles panel--fontsize-large" data-selector="panel">
<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{B92D222C-0831-417D-99EA-E792A283A9D3}">
<div class="wysiwyg" data-selector="paragraph-content search-content-scraper">
<h2>Precauções especiais com destinos tropicais</h2>
<p>Para <strong>países asiáticos, africanos ou sul-americanos</strong>, tome medidas preventivas. Marque uma<strong> consulta do viajante </strong>com, pelo menos, um a dois meses de antecedência, para ter tempo, por exemplo, de se vacinar. Deve levar para a consulta:</p>
<ul>
<li>documento de identificação;</li>
<li>documento com número de utente de serviço de saúde;</li>
<li>boletim individual de saúde/vacinas ou <a href="https://www.sns.gov.pt/cuidados-de-saude-no-estrangeiro" target="_blank" rel="noopener noreferrer">certificado internacional de vacinação</a>.</li>
</ul>
<p>Esta consulta esclarece os viajantes sobre as <strong>vacinas </strong>que devem ser tomadas e a <strong>medicação preventiva </strong>que existe contra algumas doenças (para a prevenção da <strong>malária</strong>, por exemplo). Também informa sobre os cuidados com higiene, água e alimentos que devem ser tidos em conta. Os médicos da consulta do viajante aconselham e prescrevem a medicação que o viajante deve levar e dão informações sobre a <strong>assistência médica e os riscos </strong>para a saúde no país de destino. As consultas do viajante e os <a href="https://www.sns.gov.pt/cuidados-de-saude-no-estrangeiro/" target="_blank" rel="noopener">centros de vacinação internacional</a> estão disponíveis em todo o país. É possível localizar o centro mais próximo na área de utente do site ou da aplicação do <strong>Serviço Nacional de Saúde</strong>.</p>
<p>Dependendo do destino e do tipo de viagem, podem ser recomendadas <strong>vacinas específicas</strong>. Por norma, são aconselhadas as vacinas do tétano, difteria, hepatite B, gripe, sarampo, papeira e rubéola. Dependo também do destino, podem ser aconselhadas a vacina da febre tifóide, doença meningocócica, encefalite japonês, bem como a <strong>vacina da febre-amarela</strong> (obrigatória, aliás, para quem quer viajar para determinados países do continente africano e para a América Central e do Sul). Os <strong>medicamentos profiláticos da malária</strong> devem ser iniciados algumas semanas antes da viagem e só devem ser terminados algumas semanas após regresso.</p>
<p>Deve obter <strong>aconselhamento prévio </strong>com o seu médico assistente ou numa consulta do viajante. Tenha em atenção que as recomendações para viajantes são frequentemente atualizadas de acordo com a situação epidemiológica das doenças. Uma vez no destino, <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/doencas/dicas/cuidados-ter-destinos-tropicais" target="_blank" rel="noopener">não descure alguns cuidados</a>.</p>
<h2>Transportar medicamentos</h2>
<p>Vai viajar de avião nas férias e precisa de transportar <strong>medicamentos na mala de mão</strong>? Se não seguir as regras à risca, pode ser obrigado a deixá-los no aeroporto ou a entregar a bagagem para seguir no porão.</p>
<p>O <strong>transporte de medicamentos</strong> no porão deve ser evitado, uma vez que aí as temperaturas podem ser extremas (muito quentes ou muito frias), colocando em causa a estabilidade dos produtos. Além disso, se a sua bagagem de porão se extraviar, ficará sem a sua medicação.</p>
<h3>Medicamentos líquidos</h3>
<p>No que diz respeito aos medicamentos líquidos (como <strong>xaropes</strong>), em aerossol ou gel, estes devem ser transportados em frascos ou tubos com capacidade até 100 mililitros. Estas embalagens têm de seguir dentro de um saco de plástico transparente que possa ser aberto, para que as autoridades verifiquem o conteúdo. No total, cada passageiro só poderá transportar até um litro de líquidos.</p>
<p><strong>Passageiros </strong>que, por motivos de saúde, precisem de se fazer acompanhar de líquidos, aerossóis ou géis em recipientes com capacidade superior a 100 mililitros devem solicitá-lo à <strong>Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC)</strong>, através do e-mail <a href="mailto:dfs@anac.pt">dfs@anac.pt</a>. É necessário o envio dos seguintes documentos:</p>
<ul>
<li>formulário <a href="https://www.anac.pt/VPT/PASSAGEIROS/Paginas/Passageiros.aspx" target="_blank" rel="noopener noreferrer">disponibilizado no site da ANAC</a> devidamente preenchido;</li>
<li>cópia do documento de identificação do passageiro (<strong>cartão de cidadão e/ou passaporte</strong>);</li>
<li>declaração médica/hospitalar que ateste essa necessidade;</li>
<li>cópia do cartão de embarque ou informação do voo (data, hora e número do voo).</li>
</ul>
<p>Esta autorização só é válida para voos com saída de território nacional.</p>
<h3>Injetáveis e medicamentos sólidos</h3>
<p>Quanto aos medicamentos <strong>sólidos</strong>, como comprimidos ou cápsulas, não há restrições. É, ainda, permitido aos passageiros o transporte de <strong>injetáveis </strong>(por exemplo, insulina), sem que seja obrigatório qualquer pedido de autorização à ANAC. No caso dos injetáveis, também não é necessária a autorização da ANAC para transportar a <strong>seringa</strong> e as agulhas. Contudo, é aconselhável que o passageiro se faça acompanhar de um documento que comprove a sua necessidade, para facilitar e tornar célere o controlo de segurança nos aeroportos.</p>
<p>Aliás, a apresentação de uma <strong>receita ou declaração médica</strong> que ateste a necessidade do medicamento continua a ser aconselhável. Caso não tenha a prescrição, peça ao médico uma declaração. Segundo a ANAC, é recomendável que estes documentos estejam redigidos em <strong>inglês ou francês</strong>, para serem compreendidos mais facilmente em caso de inspeção no estrangeiro.</p>
<h3>Estupefacientes e psicotrópicos</h3>
<p>É importante também perceber se o país para onde está a viajar tem alguma restrição à entrada de determinados medicamentos. Alguns países restringem a entrada de medicamentos suscetíveis de abuso, como <strong>estupefacientes</strong> e <strong>psicotrópicos</strong>, mesmo que sejam legalmente prescritos ou comprados no país de origem. Outros podem ter uma regulamentação que exija uma permissão específica para o seu transporte.</p>
<p>Alguns medicamentos com efeitos colaterais no sistema nervoso central, tal como a <strong>pseudoefedrina </strong>e alguns <strong>anti-histamínicos, esteroides anabolizantes</strong> ou medicamentos preparados à base de plantas também podem ser restritos em alguns países. Neste caso, é conveniente procurar informação previamente à viagem. O <a href="https://portaldascomunidades.mne.gov.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal das Comunidades Portuguesas</a>, do <strong>Ministério dos Negócios Estrangeiros</strong>, proporciona informação útil para viagens a países concretos como, por exemplo, informação sobre países em que são necessárias precauções ou requisitos especiais relacionados com os medicamentos.</p>
</div>
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<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Se for viajar para fora de Portugal não se esqueça de cumprir estas regras</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/se-for-viajar-para-fora-de-portugal-nao-se-esqueca-de-cumprir-estas-regras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2025 14:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=423305</guid>

					<description><![CDATA[<p>Se viajar, há vários cuidados que deve ter em atenção, não só com a documentação necessária, mas também com a saúde. Conheça as principais regras a ter em conta para viajar para fora de Portugal.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="content-intro-journalistic content-intro-journalistic-main" data-type="ALineContentIntroJournalisticController" data-rendering="ContentIntroJournalisticMain">
<div class="panel panel--secondary padding-large panel--fat-titles panel--fontsize-large">
<div class="content-lede__text">
<p>«Para viajar não basta adquirir o bilhete, fazer as malas e embarcar», refere a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/regras-cumprir-viajar-fora-portugal" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>. «Entre os principais cuidados a ter, muitos estão relacionados com a documentação necessária», é ainda dito, contudo, «também há algumas precauções de saúde que deve considerar», alerta <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/regras-cumprir-viajar-fora-portugal" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<p>Para conseguir as melhores ofertas, compre o bilhete com alguma antecipação. Já para prevenir problemas, prepare a viagem com cautela, seguindo estas dicas, avança a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/regras-cumprir-viajar-fora-portugal" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
</div>
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<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{A3A50889-FBE9-4E7D-9E8D-D1D6775336E6}">
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<h2>Antes de ir, verifique documentos</h2>
<p>A lista de afazeres que deve verificar com antecedência, e antes de viajar, é detalhada e, como tal, merece a devida atenção.</p>
<ol>
<li>Verifique a validade do <strong>passaporte</strong>, caso seja preciso para o destino para onde viaja, e informe-se sobre os requisitos exigidos por cada país. É aconselhável fazer um agendamento prévio para <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/passaporte-como-fazer-onde-renovar" target="_self" rel="noopener">pedir este documento</a>, sendo que só o receberá passados uns dias (a menos que faça um pedido urgente). Alguns países exigem um prazo de validade para o passaporte que pode ir até aos seis meses após a realização da viagem (Singapura, por exemplo). Consoante o tipo de pedido de passaporte e a <strong>urgência</strong>, o custo oscila entre os 65 euros e os 135 euros.</li>
<li>No que diz respeito às viagens para o <strong>Reino Unido</strong>, incluindo escalas, desde 1 de outubro de 2021 que os cidadãos portugueses não residentes precisam de apresentar passaporte válido. E desde 2 de abril que é <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/viajar-reino-unido-novas-regras" target="_blank" rel="noopener">obrigatória uma autorização eletrónica de viagem</a>. Depois de concedida, esta autorização é válida durante dois anos ou até que o passaporte expire. Enquanto for válida, é possível utilizar a autorização eletrónica para múltiplas viagens ao Reino Unido. O cartão de cidadão, devidamente acompanhado do <strong>código do estatuto de residente permanente (settled status) ou provisório</strong> <strong>(pre-settled status)</strong>, só é suficiente para os cidadãos que tenham um desses estatutos. Nesses casos particulares não é exigido o passaporte, a não ser que o viajante, depois de 31 de dezembro deste ano, seja portador de documentos não biométricos (antigo bilhete de identidade, por exemplo). Após este prazo, estes viajantes têm de apresentar passaporte. Tenha em atenção que, se a viagem for para este destino, a chegada ao <strong>aeroporto </strong>deve ocorrer com maior antecipação, porque os controlos fronteiriços têm demorado. O mesmo ocorre no regresso.</li>
<li>Há também países que exigem <strong>visto</strong> para entrar. Informe-se junto da agência de viagens, da representação diplomática do país ou através do e-mail <a href="mailto:vistos@mne.pt">vistos@mne.pt</a>. Não parta sem obter o documento.</li>
<li>Verifique a<strong> validade do cartão de cidadão</strong>. Se estiver quase a expirar (nos próximos seis meses, por exemplo), <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/cartao-de-cidadao-o-que-fazer-se-perder-ou-caducar" target="_blank" rel="noopener">trate da renovação</a> o mais rápido possível. Se viajar para um dos 29 países que pertencem ao espaço Schengen (a maioria deles membros da União Europeia, e também a Islândia, o Liechtenstein, a Noruega e a Suíça), só precisará deste documento de identificação. Atenção que a <strong>carta de condução</strong> não serve de documento de identificação. Para ter a certeza de que o seu cartão de cidadão será aceite como válido fora do País, é preciso que a data visível no cartão abranja todo o período da viagem. Embora a <a href="https://www.deco.proteste.pt/tecnologia/telemoveis/noticias/como-usar-app-substitui-documentos-identificacao" target="_blank" rel="noopener">app id.gov.pt</a> seja cada vez mais usada, se for viajar para o estrangeiro, a mesma só é de aceitação obrigatória no embarque em Portugal.</li>
<li>Se quiser conduzir no país de destino, certifique-se de que a <strong>carta de condução</strong> está válida e será reconhecida. Esta informação pode ser obtida junto da embaixada ou do consulado desse país. Em caso de dúvida, pode obter, atempadamente, a <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/auto/carros-eletricos/dicas/carta-conducao-estrangeiros-fazer-troca" target="_blank" rel="noopener">licença internacional de condução</a></strong>.</li>
<li>Assegure-se de que dispõe de todos os meios necessários para a viagem, nomeadamente financeiros, por exemplo, se for necessário prolongar a permanência.</li>
<li>Verifique se os <strong>cartões de débito e crédito</strong> são válidos no país de destino. Pode valer a pena recorrer a aplicações com a <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/contas-ordem/noticias/pagar-fora-com-app-revolut" target="_blank" rel="noopener">app de pagamentos Revolut</a>. Além de poder ser utilizada de forma gratuita em mais de 150 países, a Revolut permite efetuar câmbio de moeda em qualquer momento.</li>
<li>Registe a viagem no <strong>Registo do Viajante</strong>, através do formulário disponível no <a href="https://portaldascomunidades.mne.gov.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal das Comunidades</a>, enviando um e-mail para <a href="mailto:gec@mne.pt">gec@mne.pt</a>, ou através da aplicação do portal. O registo é facultativo e gratuito. Ao realizarem o registo na aplicação, os viajantes recebem informações relativas às condições de segurança do local para onde vão, acesso aos contactos das representações diplomáticas e consulares de Portugal, bem como do Gabinete de Emergência Consular.</li>
<li>Faça uma <strong>cópia do passaporte e dos contactos do local onde vai ficar instalado</strong> e envie-os para familiares ou amigos, para que saibam quem contactar, se lhe acontecer alguma coisa durante a viagem.</li>
<li>Se <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/viajar-menores-conheca-documentos-necessarios" target="_self" rel="noopener noreferrer">viajar com menores</a>, informe-se das regras. Consulte, ainda, alguns sites que o manterão informado das regras em vigor: o <a href="https://portaldascomunidades.mne.gov.pt/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal das Comunidades</a>, o <a href="https://portaldiplomatico.mne.gov.pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Portal Diplomático</a> e o Re-open EU, para apurar toda a informação sobre as condições de segurança nos países europeus.</li>
<li>Pondere a contratação de um <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/qual-importancia-fazer-seguro-viagem" target="_self" rel="noopener">seguro de viagem</a>. A decisão vai depender do tipo de viagem, do destino e, até, da duração.</li>
<li>Se precisa de<strong> reclamar de uma viagem organizada</strong>, use o livro de reclamações (online ou físico) da agência de viagens. Se o consumidor quiser pedir uma <strong>indemnização</strong>, pode contactar o provedor da <strong>Associação Portuguesa de Agências de Viagem e Turismo</strong> através do número 213 553 010 ou do e-mail <a href="mailto:provedor@provedorapavt.com">provedor@provedorapavt.com</a>. Também pode contactar o <strong><a href="https://business.turismodeportugal.pt/pt/noticias/Paginas/turismo-de-portugal-lanca-plataforma-que-agiliza-processos-fgvt.aspx" target="_self" rel="noopener">Turismo de Portugal</a></strong>. Neste último caso, a reclamação será analisada por uma comissão arbitral, que irá decidir se há direito a compensação.</li>
</ol>
<h2>Consulta do viajante é essencial antes de embarcar para alguns destinos</h2>
<ol>
<li>Vá a uma <a href="https://www.sns24.gov.pt/guia/consulta-do-viajante/" target="_blank" rel="noopener">consulta do viajante</a>, pelo menos dois meses antes de viajar. Destinos tropicais podem exigir <a href="https://www.deco.proteste.pt/saude/doencas/dicas/cuidados-ter-destinos-tropicais" target="_blank" rel="noopener">cuidados especiais</a>. Durante a consulta, questione o médico sobre a eventual necessidade de <strong>cuidados de saúde especiais</strong> preventivos e curativos, que podem ir além das vacinas. Alguns países, por exemplo, exigem a apresentação do <strong>certificado internacional de vacinação</strong> contra a febre amarela. Já outros têm regras relativas à ingestão de água ou outros alimentos. A <strong>vacinação</strong> e a <strong>toma preventiva de alguma medicação</strong> podem ser cuidados especialmente importantes para grávidas, crianças, idosos ou pessoas com doenças crónicas.</li>
<li>Faça-se acompanhar do <strong>boletim de saúde/vacinas</strong> e do <strong>certificado internacional de vacinação ou de profilaxia</strong>, se já o tiver. Peça o certificado internacional de vacinação durante a consulta do viajante ou ao seu médico assistente, no centro de saúde.</li>
<li>Adquira ou renove o <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/como-pedir-renovar-cartao-europeu-saude" target="_blank" rel="noopener">cartão europeu de seguro de doença</a>, caso se desloque para outro país da União Europeia.</li>
<li>Informe-se sobre quaisquer <strong>acordos de assistência médica</strong> que possam existir com o país de destino da sua viagem. Se tiver <strong>seguro de saúde</strong>, procure saber em que termos pode beneficiar dele no estrangeiro. Em alguns países, como os Estados Unidos da América, se tiver algum problema de saúde inesperado, as despesas podem atingir custos muito elevados. Para uma viagem tranquila, pode ser indispensável subscrever um <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/qual-importancia-fazer-seguro-viagem" target="_blank" rel="noopener">seguro de viagem</a></strong>.</li>
<li>Se tenciona <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dossies/animais-estimacao-obrigacoes-detentores/viajar-seguranca-animais" target="_blank" rel="noopener">viajar com animais de companhia</a></strong>, o microchip, o <strong>passaporte de animal de companhia</strong> (PAC), o boletim de vacinas e a declaração emitida por um médico veterinário podem ser exigidos para o transporte. Consulte o <a href="https://www.dgav.pt/vaiviajar/conteudo/animais-de-companhia/" target="_blank" rel="noopener">site</a> da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária antes de viajar.</li>
</ol>
<h2>O que fazer ao chegar ao destino</h2>
<p>&nbsp;</p>
<p>Quando chega ao país de destino, também há alguns cuidados que não deve esquecer.</p>
<ol>
<li>Evite circular com os seus documentos originais. O portal das Comunidades Portuguesas aconselha a que, sempre que possível, os deposite, juntamente com os bilhetes de regresso, no cofre do alojamento. No entanto, é importante que verifique se o país de destino aceita a <strong>cópia dos documentos</strong> com a aposição de selo do hotel.</li>
<li>Informe-se sobre as <strong>condições de segurança do país de destino</strong> antes de viajar. Em alguns países pode ser aconselhável evitar exibir sinais de riqueza para fugir aos pequenos furtos, principalmente em maiores aglomerados de pessoas. Tenha também atenção aos locais que frequenta, sobretudo sozinho ou nos períodos noturnos.</li>
<li>Mantenha-se atento à sua bagagem e <strong>não aceite viajar com malas que não são suas</strong> e cujo conteúdo desconheça.</li>
<li>O portal das Comunidades Portuguesas aconselha ainda a não conduzir veículos de outras pessoas através de fronteiras.</li>
<li>O uso ou o <strong>contacto com drogas</strong> também é, igualmente, de evitar. Há vários países onde a sua posse, manipulação ou consumo contam com um regime sancionatório bastante pesado, o que em alguns casos também se aplica ao consumo de álcool.</li>
<li>É importante que <strong>respeite os hábitos e as tradições locais</strong>. Em países mais conservadores, designadamente alguns países muçulmanos, por exemplo, as mulheres devem ter algumas preocupações quanto ao vestuário (por exemplo, no Irão, entre outras regras, as mulheres devem aparecer em público com a cabeça coberta com um lenço que tape completamente o cabelo).</li>
<li>Atenção aos <strong>meios de pagamento</strong>. Depois de pagar uma compra com cartão bancário, não deve permitir que se repita a operação sem que o terminal apresente uma mensagem a atestar que a primeira tentativa foi anulada. Confirme na aplicação do seu banco se o valor foi debitado. Peça sempre o <strong>talão comprovativo </strong>da operação realizada e guarde-o até conferir os movimentos efetuados. Se detetar movimentos não realizados, contacte de imediato o prestador de serviços de pagamento emitente do cartão.</li>
<li>Se surgir alguma dúvida ou problema no país de destino, <strong>consulte o Gabinete de Emergência Consular </strong>(<a href="mailto:gec@mne.pt">gec@mne.pt</a>). Caso esteja num país sem representação consular portuguesa, peça ajuda a embaixadas ou consulados de outro Estado-membro da União Europeia (UE). Os contactos das representações diplomáticas e consulares dos Estados-membros da União Europeia estão disponíveis no <a href="https://consular-protection.ec.europa.eu/representation-offices_en" target="_blank" rel="noopener">site da Comissão Europeia</a>.</li>
</ol>
</div>
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<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Animais de estimação nos transportes públicos: conheça as regras e evite as multas</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/animais-de-estimacao-nos-transportes-publico-conheca-as-regras-e-evite-as-multas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 20:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=422686</guid>

					<description><![CDATA[<p>Transportar animais de estimação no metro, no comboio ou no autocarro pode ser prático e necessário, mas está sujeito a algumas regras. Veja os cuidados a ter.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{C857085A-E25F-4B6E-9F4E-20D1322FC8D6}">
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<p>De um modo geral, os <strong>animais de estimação podem ser levados nos transportes públicos</strong> desde que se encontrem <strong>acompanhados </strong>pelos respetivos detentores e se cumprirem algumas <strong>regras, começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dicas/animais-estimacao-transportes-regras" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para este efeito, consideram-se os transportes públicos rodoviários, ferroviários e fluviais, urbanos, suburbanos ou interurbanos, regulares ou ocasionais, de curta ou longa distância, e os seguintes animais:</p>
<ul>
<li>cães;</li>
<li>gatos;</li>
<li>pequenos roedores (hamsters, por exemplo);</li>
<li>aves de pequeno porte (como canários ou pintassilgos);</li>
<li>pequenos répteis (por exemplo, tartarugas);</li>
<li>e peixes de aquário.</li>
</ul>
<p>Em todas as companhias de transportes públicos está proibido o transporte de <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dossies/animais-estimacao-obrigacoes-detentores" target="_blank" rel="noopener"><strong>cães de raças perigosas ou potencialmente perigosas</strong></a>, tais como o cão-de-fila brasileiro, o dogue argentino, o <em>pit bull terrier</em>, o <em>rottweiller</em>, o <em>staffordshire terrier</em> americano, o <em>staffordshire bull terrier</em>, o <em>tosa inu</em> e “cruzamentos” com estas raças.</p>
<p>De resto, as regras são muito semelhantes:</p>
<ul>
<li>é permitido transportar, gratuitamente ou não, <strong>um animal de companhia</strong> ou um contentor<strong> por pessoa</strong>;</li>
<li>o transporte pode ser barrado caso os animais sejam <strong>agressivos</strong>, aparentem estar <strong>doentes </strong>ou estejam <strong>sujos</strong>;</li>
<li>os animais têm de ser contidos por <strong>trela </strong>ou <strong>açaime </strong>ou encerrados em <strong>contentor </strong>apropriado que possa ser transportado como volume de mão;</li>
<li>nem o animal de companhia nem o contentor podem <strong>ocupar um assento</strong>, mas apenas o espaço no chão perto do lugar do passageiro;</li>
<li>em alguns casos, os contentores podem ter de ser colocados em <strong>espaços específicos</strong>.</li>
</ul>
<p>O transporte de cada tipo de animal está sujeito a algumas regras e boas práticas, promovidas por cada empresa transportadora.</p>
</div>
</div>
<div class="paragraph" data-type="ALineParagraphController" data-rendering="Paragraph" data-datasource="{E5686992-69B1-4E0A-8D22-AEAB3B794206}">
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<h2 id="regras-para-metro-autocarro-eletrico-e-barco">Regras para metro, autocarro, elétrico e barco</h2>
<p>Abaixo reunimos exemplos de especificidades de cada companhia quanto ao transporte de animais no metro, autocarro, elétrico e barco. Em caso de dúvida, contacte diretamente a transportadora.</p>
<h3>Metro: transporte de animal é gratuito</h3>
<p>No <a href="https://www.metrolisboa.pt/viajar/informacao-legal" target="_blank" rel="noopener">metro de Lisboa</a>, os animais transportados devem estar devidamente <strong>acompanhados do tutor e sujeitos a meios de contenção</strong> – como trela ou açaime – que não lhes permitam causar danos a pessoas, a outros animais ou a bens. Se os cães não oferecerem perigosidade, o seu transporte não precisa de ser feito em caixas; basta que estejam devidamente açaimados, contidos à trela curta e acompanhados do respetivo boletim de vacinas atualizado e da licença municipal, se aplicável.</p>
<p>No <a href="https://www.metrodoporto.pt/pages/302" target="_blank" rel="noopener">metro do Porto</a>, os animais domésticos de pequeno porte (como cães, gatos, pequenos roedores, aves de pequeno porte, pequenos répteis e peixes de aquário) são admitidos nas seguintes situações:</p>
<ul>
<li>desde que viajem dentro de um <strong>contentor</strong>;</li>
<li>se não estiverem dentro de um contentor, desde que estejam devidamente <strong>acompanhados do tutor e sujeitos a meios de contenção</strong> que não lhes permitam causar danos ou a pessoas, outros animais ou bens. Consideram-se, para o efeito, como meio de contenção, a trela com um máximo de um metro, fixa a coleira ou peitoral e açaime.</li>
</ul>
<h3>Regras para autocarros e elétricos</h3>
<p>Tanto a <a href="https://www.carris.pt/viaje/informacao/boas-praticas" target="_blank" rel="noopener">Carris</a> como a <a href="https://www.carrismetropolitana.pt/perguntas-frequentes/1634" target="_blank" rel="noopener">Carris Metropolitana</a> garantem o <strong>transporte grátis de um animal ou contentor por cliente</strong>, desde que <a href="https://diariodarepublica.pt/dr/detalhe/portaria/968-2009-488788" target="_blank" rel="noopener">devidamente acondicionados</a>. Na Carris, os contentores de transporte devem ser transportáveis como bagagem de mão e colocados nos locais reservados para o efeito.</p>
<p>Na <a href="https://www.stcp.pt/pt/viajar/acessibilidade/regras-de-utilizacao" target="_blank" rel="noopener">STCP</a>, é permitido transportar gratuitamente animais de companhia, desde que devidamente acondicionados num <strong>contentor</strong>.</p>
<p>Na <a href="https://rede-expressos.pt/pt/termos-e-condicoes/transporte-de-animais" target="_blank" rel="noopener">Rede Expressos</a>, é permitido o transporte de animais de companhia de pequeno porte (cães, gatos ou pequenos roedores) no habitáculo do veículo se o animal viajar acompanhado e desde que devidamente acondicionado em contentor apropriado. O transporte está, contudo, sujeito à aquisição de um <strong>bilhete específico</strong>, ainda que o animal não possa tomar lugar nos bancos; deve ocupar o chão inerente ao lugar adquirido, o que significa que não pode ser maior do que esse espaço. Nos autocarros em serviço internacional, não são admitidos animais a bordo, <a href="https://www.deco.proteste.pt/auto/carros-eletricos/noticias/transporte-passageiros-cao-guia-cadeira-rodas-e-obrigatorio" target="_blank" rel="noopener">à exceção de cães-guia</a>.</p>
<p>A <a href="https://help.flixbus.com/s/article/PSSP-Posso-levar-o-meu-animal-de-estima%C3%A7%C3%A3o?language=pt_PT" target="_blank" rel="noopener">Flixbus</a> garante o transporte de animais de estimação desde que sejam transportados como bagagem de mão numa transportadora apropriada. <strong>Cada passageiro não pode levar mais do que um contentor</strong>. À semelhança da Rede Expressos, também os serviços internacionais da Flixbus interditam o transporte de animais de estimação, com a exceção dos cães-guia.</p>
<p>Na <a href="https://ttsl.pt/passageiros/utilizacao-do-transporte-fluvial" target="_blank" rel="noopener">Transtejo</a>, os animais de companhia podem ser transportados desde que <strong>devidamente acondicionados</strong> (em caixa, jaula, gaiola ou outros, ou açaimo funcional seguro com trela curta), “de maneira a não incomodar, perturbar ou atemorizar os restantes passageiros”. Nem o animal de companhia nem o contentor podem ocupar um assento. Caso o animal tenha um peso inferior a cinco quilogramas, o seu transporte é gratuito.</p>
<p>Na <a href="https://www.atlanticferries.pt/#pergunta13" target="_blank" rel="noopener">Atlantic Ferries</a>, é permitido transportar, gratuitamente, animais de companhia que não ofereçam perigosidade, desde que o façam no interior de viaturas ou devidamente encerrados em contentor apropriado que possa ser <strong>transportado como bagagem de mão</strong> no ferry. O contentor não deve exceder individualmente 100 x 60 x 30 centímetros.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="transporte-de-animal-no-comboio-pode-implicar-compra-de-bilhete">Transporte de animal no comboio pode implicar compra de bilhete</h2>
<p>Também para os comboios, as regras variam consoante as companhias.</p>
<p>No <a href="https://www.cp.pt/passageiros/pt/como-viajar/informacao-util/transporte-animais" target="_blank" rel="noopener">site da <strong>CP</strong></a>, a transportadora alerta que não são permitidos animais cujo “cheiro, ruído ou outro motivo objetivamente relevante, como, por exemplo, a sua dimensão, possam <strong>incomodar os passageiros</strong>”.</p>
<p>Nos <strong>comboios urbanos</strong> de Lisboa, Porto e Coimbra, no Alfa Pendular, no Intercidades, no InterRegionale no Regional, o transporte do animal é <strong>gratuito</strong>.</p>
<p>Na <strong>linha Celta</strong> (que liga diariamente Porto a Vigo), é garantido o transporte gratuito de <strong>um animal de companhia por passageiro, até aos dez quilos</strong>, desde que devidamente acondicionado em recipiente apropriado, que possa ser transportado como volume de mão, com dispositivo que permita guardar e retirar dejetos e cujas dimensões não excedam 60 x 35 x 35 centímetros.</p>
<p>O transporte de cão não acondicionado, no máximo um por cliente, é permitido mediante a aquisição de<strong> título de transporte específico</strong>, sendo que paga bilhete inteiro no Alfa Pendular e no Intercidades e meio bilhete nos comboios Regional e InterRegional. A venda destes bilhetes é feita exclusivamente nas bilheteiras. Nestas condições, o animal terá de ir devidamente açaimado, com trela curta, e não pode ocupar lugar no banco. Quando comprar o bilhete, tem de apresentar o <strong>boletim de vacinas</strong> do animal atualizado. Neste deve constar o código de identificação eletrónica do animal (o <em><strong>chip</strong></em>) – já obrigatório para todos os cães, gatos e furões – ou do <strong>documento de identificação</strong> <strong>de animal de companhia</strong> (DIAC). Na ausência de um destes documentos, não é possível emitir o bilhete.</p>
<p>Na <strong><a href="https://www.fertagus.pt/Fertagus-pt/Viajar/Transporte-de-Animal" target="_blank" rel="noopener">Fertagus</a></strong>, as regras são semelhantes, mas, <strong>fora das horas de ponta, é permitido o transporte de cães fora das caixas</strong>, desde que não pertençam a raças perigosas ou potencialmente perigosas, estejam devidamente açaimados, contidos à trela curta e acompanhados do respetivo boletim de vacinas atualizado e da respetiva licença, se aplicável. É apenas permitido o transporte de um cão por passageiro.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="taxis-e-tvde-nao-podem-recusar-transporte-de-animais">Táxis e TVDE não podem recusar transporte de animais</h2>
<p>Tanto os <strong>táxis </strong>como os veículos <strong>TVDE não são obrigados</strong> a transportar animais de estimação caso estes apresentem <strong>sinais de agressividade</strong>, de <strong>doença </strong>ou de <strong>falta de higiene</strong>. Caso contrário, o transporte não pode ser recusado, ainda que, nos táxis, possa implicar o <strong>pagamento de um suplemento</strong>.</p>
<p>Os cuidados a ter num táxi ou num TVDE são equivalentes àqueles que devem ser adotados nos restantes automóveis. Ou seja, o transporte do animal deve ser feito em <strong><a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dicas/como-transportar-cao-carro-seguranca" target="_blank" rel="noopener">contentores apropriados à espécie</a></strong> e ao número de animais a transportar, de modo que os mesmos estejam sujeitos a meios de contenção que não lhes permitam morder ou causar quaisquer prejuízos a pessoas, outros animais ou bens. Ainda assim, não há proibição legal de transportar os animais fora de contentor, desde que estejam devidamente acondicionados.</p>
<p>Nos veículos <strong>TVDE</strong>, é boa prática <a href="https://www.deco.proteste.pt/dinheiro/emprego/dicas/preciso-ser-motorista-tvde" target="_blank" rel="noopener">contactar o motorista</a> que aceita o seu pedido de transporte. Através da aplicação, pode enviar uma mensagem, transmitindo que pretende levar o animal de estimação. Assim, evitará surpresas desagradáveis, e pode <strong>procurar alternativas</strong>, caso haja alguma recusa. Se o motorista recusar o transporte sem um fundamento plausível – que poderá ser, por exemplo, o de o animal parecer perigoso, demonstrar sinais de falta de higiene ou não estar devidamente acompanhado ou acondicionado – pode <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa" target="_blank" rel="noopener">apresentar uma reclamação</a>.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="animais-de-estimacao-nos-avioes-contacte-a-companhia">Animais de estimação nos aviões: contacte a companhia</h2>
<p>O <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dicas/como-trazer-cao-gato-brasil-portugal" target="_blank" rel="noopener">transporte de animais de estimação nos aviões</a> tem regras mais estritas. Primeiro, nem todas as companhias aéreas o permitem. As que garantem o transporte de animais de estimação têm <strong>regras distintas em função do peso, do tamanho, da espécie e da raça</strong>.</p>
<p>O local onde viajam os animais, bem como as taxas a pagar, também variam. A <strong>maioria das companhias aéreas permite que os animais de pequeno porte vão na cabine</strong>, mas algumas limitam as vagas disponíveis.</p>
<p>No momento da <strong>reserva</strong>, identifique logo o tipo de animal que pretende levar, as dimensões da caixa e o peso do animal dentro da caixa. Deve <strong>chegar ao aeroporto com antecedência</strong>, pois os procedimentos de check-in tendem a demorar mais. Antes de marcar tudo, informe-se com as companhias que voam para o destino que pretende e compare as condições e os documentos exigidos.</p>
<p>A <strong>TAP</strong>, por exemplo, <a href="https://www.flytap.com/pt-pt/viajar-com-animais/animais-de-estimacao" target="_blank" rel="noopener">transporta cães e gatos na cabine e no porão</a>, com regras distintas consoante o peso, o tamanho e a espécie. Aos detentores dos animais que viajam no porão, a TAP pede que assinem um<strong> termo de responsabilidade</strong>, pelo que devem fazer o pedido com antecedência. Na cabine só podem viajar cães e gatos cujo peso total (incluindo o da caixa) não exceda os oito quilos, dentro de caixas ou malas maleáveis, que retenham os fluidos.</p>
<p>De resto, a maioria das companhias aéreas permite <strong>cães de assistência na cabine</strong> e não impõe quaisquer custos adicionais, nem a obrigatoriedade de transporte em caixa própria. Os detentores devem, no entanto, fazer-se acompanhar de toda a documentação do cão e de atestado médico que comprove a necessidade de acompanhamento. Há países mais exigentes quanto aos cães-guia, tais como Marrocos, Reino Unido e Irlanda. Antes de viajar, esclareça as dúvidas a este propósito com a <a href="https://www.dgav.pt/animais/conteudo/animais-de-companhia-2/bem-estar-animal/transporte-de-animais-de-companhia" target="_blank" rel="noopener">Direção-Geral de Alimentação e Veterinária</a> e com a companhia aérea.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="se-nao-cumprir-as-regras-posso-ser-multado">Se não cumprir as regras, posso ser multado?</h2>
<p>Não acautelar as regras ao levar o animal de estimação nos transportes públicos pode sujeitar o detentor a coimas. Eis alguns exemplos:</p>
<ul>
<li>no <strong>metro do Porto</strong>, por exemplo, a violação das regras impostas pode ser punida com coima de <strong>valor mínimo correspondente a 100 vezes o valor do título de transporte</strong> de menor valor;</li>
<li>no <strong>comboio</strong>, as coimas podem oscilar <strong>entre 50 e 250 euros</strong>, dependendo da gravidade da infração.</li>
</ul>
</div>
</div>
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<h2 id="foi-me-recusado-o-transporte-do-animal-de-estimacao-mas-estou-a-cumprir-as-regras-que-fazer">Foi-me recusado o transporte do animal de estimação, mas estou a cumprir as regras. Que fazer?</h2>
<p>Se o transporte do seu animal de estimação num meio de transporte público for recusado, ainda que esteja a cumprir todas as regras, comece por dialogar para perceber os motivos. Se isso não resultar, pode <strong>apresentar reclamação</strong>. O botão para o efeito deve estar visível na página online dos sites das transportadoras e redirecionar para o <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/orcamento-familiar/dicas/livro-reclamacoes-preencher-seguir-queixa" target="_blank" rel="noopener">livro de reclamações eletrónico</a>.</p>
<p>Pode, ainda, reclamar através da <a href="https://www.deco.proteste.pt/reclamar?int_source=decoproteste&amp;int_medium=newsarticle&amp;int_term=&amp;int_content=&amp;int_campaign=reclamar2024" target="_blank" rel="noopener"><strong>plataforma Reclamar</strong></a><strong>, da DECO PROteste.</strong> O serviço é gratuito e permite guardar o histórico completo da situação e acompanhar a resolução do caso.</p>
<p>A recusa de transporte de animais dentro das condições estabelecidas pela lei pode resultar na aplicação de uma coima que vai dos 25 aos 3740 euros.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="posso-levar-um-cao-de-grande-porte-no-metro">Posso levar um cão de grande porte no metro?</h2>
<p>Pode, desde que não pertença a uma <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dossies/animais-estimacao-obrigacoes-detentores" target="_blank" rel="noopener">raça perigosa ou potencialmente perigosa</a>, que não ofereça perigosidade, e que esteja acompanhado do respetivo tutor e sujeito a meios de contenção, como açaime e trela curta, que não lhes permitam causar quaisquer danos. Também deve ser acompanhado de toda a documentação.<a class="block margin--bottom-medium align-right has-plugin" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dicas/animais-estimacao-transportes-regras#table-of-content" data-plugin="scrollToTarget" target="_blank" rel="noopener">Voltar ao topo <i class="icon-chevron-up"></i></a></p>
</div>
</div>
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<h2 id="o-meu-gato-nao-gosta-da-caixa-transportadora-posso-leva-lo-ao-colo-durante-a-viagem">O meu gato não gosta da caixa transportadora. Posso levá-lo ao colo durante a viagem?</h2>
<p>Em princípio, não, a menos que as regras de transporte não obriguem a usar a caixa.</p>
<p>Para evitar que o gato fique desconfortável durante a viagem, tente familiarizá-lo com a caixa transportadora previamente, utilizando-a em casa, para que se habitue. Levar brinquedos e mantas que ele conhece durante a viagem talvez possa ajudar.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="posso-transportar-animais-exoticos-como-cobras-ou-lagartos">Posso transportar animais exóticos, como cobras ou lagartos?</h2>
<p>Este tipo de animais geralmente <strong>não é considerado animal de companhia</strong>, e a sua detenção obriga a <strong>licença </strong>camarária. Muitos integram até a <a href="https://www.deco.proteste.pt/sustentabilidade/artigo/como-denunciar-infracoes-ambientais" target="_blank" rel="noopener">lista de <strong>espécies protegidas</strong></a>. Contacte o <a href="https://www.icnf.pt/cites" target="_blank" rel="noopener">Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)</a> para mais informações.<a class="block margin--bottom-medium align-right has-plugin" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dicas/animais-estimacao-transportes-regras#table-of-content" data-plugin="scrollToTarget" target="_blank" rel="noopener">Voltar ao topo <i class="icon-chevron-up"></i></a></p>
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<h2 id="o-meu-cao-precisa-de-acaime-no-comboio">O meu cão precisa de açaime no comboio?</h2>
<p>Sim. A menos que leve o cão num contentor ou caixa transportadora, os cães precisam de <strong>açaime e trela curta</strong> (um metro, no máximo) para andar nos transportes públicos</p>
</div>
</div>
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<h2 id="de-que-documentos-preciso-para-viajar-de-aviao-com-o-animal-de-companhia">De que documentos preciso para viajar de avião com o animal de companhia?</h2>
<p>Para viajar de avião com o animal de estimação, precisa de cumprir todas as <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/dicas/10-dicas-viajar-aviao-animal-estimacao" target="_blank" rel="noopener">exigências da companhia aérea</a>. Contacte-a antecipadamente para obter os devidos esclarecimentos.</p>
<p>Precisará de levar consigo um <strong>certificado sanitário </strong>(se for cão ou gato) emitido pelo veterinário, um <strong>passaporte de animal de companhia da União Europeia</strong> (para viagens na União Europeia e também na Suíça, na Noruega, em Andorra, na Islândia, no Liechtenstein, no Mónaco, em São Marino, no Vaticano e na Irlanda do Norte) o <strong>microchip</strong> de identificação ou tatuagem legível (a data de nascimento do animal que ainda pode ser tatuado varia de país para país) e o <strong>boletim de vacinas atualizado</strong>.</p>
<p>Os animais devem estar <strong>vacinados contra a raiva</strong>, que deve:</p>
<ul>
<li>ter sido administrada quando o animal tinha, pelo menos, 12 semanas;</li>
<li>ter ocorrido na mesma data ou posteriormente à aplicação do microchip;</li>
<li>ter sido administrada há mais de 21 dias (primeira vacina);</li>
<li>ter sido administrada dentro dos prazos legais (revacinação).</li>
</ul>
<p>Em alguns países, <strong>pode ser autorizada a entrada de animais com menos de 12 semanas não vacinados contra a raiva</strong>, ou com idade entre 12 e 16 semanas com vacinação antirrábica ainda não válida nos seguintes países:</p>
<ul>
<li>Áustria;</li>
<li>Bulgária;</li>
<li>Croácia;</li>
<li>Dinamarca;</li>
<li>Eslováquia;</li>
<li>Eslovénia;</li>
<li>Estónia;</li>
<li>Finlândia;</li>
<li>Grécia;</li>
<li>Lituânia;</li>
<li>Luxemburgo;</li>
<li>República Checa;</li>
<li>Roménia;</li>
<li>Suíça.</li>
</ul>
<p>Qualquer atualização a estas regras será disponibilizada no <a href="https://food.ec.europa.eu/animals/movement-pets/eu-countries-specific-information_en" target="_blank" rel="noopener">site da Comissão Europeia</a>.</p>
<p>No caso de cães que viajam para a República da Irlanda, a Irlanda do Norte, Malta, Finlândia ou Noruega, os animais devem ser submetidos a<strong> tratamento desparasitante contra <em>Echinococcus multilocularis</em></strong>, há mais de 24 horas e menos de 120 horas antes da chegada ao destino.</p>
<p>O transporte de outras espécies, tais como os coelhos, roedores, aves, répteis e peixes de aquário, podem ser sujeitos a outros requisitos.</p>
</div>
</div>
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<h2 id="caes-de-assistencia-nao-podem-evidenciar-doenca-ou-perturbacoes">Cães de assistência não podem evidenciar doença ou perturbações</h2>
<p>Os <a class="wysiwyg" href="https://www.deco.proteste.pt/auto/carros-eletricos/noticias/transporte-passageiros-cao-guia-cadeira-rodas-e-obrigatorio" target="_blank" rel="noopener">cães de assistência a pessoas com deficiência</a> têm livre acesso à generalidade dos transportes públicos, como comboios, autocarros, metro, táxis, TVDE, barcos e aviões de companhias aéreas nacionais, desde que respeitem os requisitos legais. Este grupo inclui:</p>
<ul>
<li><strong>cães-guia</strong>, que auxiliam as pessoas com deficiência visual;</li>
<li><strong>cães para surdos</strong>;</li>
<li><strong>cães de serviço</strong>, que se destinam a auxiliar pessoas com outro tipo de deficiência.</li>
</ul>
<p>Tenha, contudo, atenção para o caso de os animais revelarem sinais de <strong>doença</strong>, <strong>agressividade</strong>, <strong>falta de higiene</strong> ou <strong>perturbações de comportamento</strong>. Nesta circunstância, o acesso aos transportes pode ser-lhes barrado, desde que seja apresentada uma justificação clara sobre o motivo.</p>
<p>Assegure-se também de que têm o <strong>cartão que certifica o treino </strong>em local visível. Os detentores, por sua vez, devem estar em condições de comprovar a <strong>identificação dos animais como cães de assistência</strong>, o cumprimento dos requisitos sanitários legalmente exigidos e a eventual existência de <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/animais-estimacao/simulador-seguro-animais" target="_blank" rel="noopener">seguro de responsabilidade civil</a>.</p>
</div>
</div>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Viajar e pagar pouco é o sonho de todos, mas há cuidados a ter: revelamos quais e como os resolver neste guia &#8220;low cost&#8221;</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/viajar-e-pagar-pouco-e-o-sonho-de-todos-mas-ha-cuidados-a-ter-revelamos-quais-e-como-os-resolver-neste-guia-low-cost/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 13:12:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=410956</guid>

					<description><![CDATA[<p>É possível alterar ou cancelar a reserva? Qual o limite de bagagens que podemos levar? São muitas as perguntas para quem viaja em companhias low cost. Veja aqui as respostas.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço é apelativo, é o clique que o faz passar do sonho à realidade de viajar, começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/viajar-low-cost-manual-instrucoes" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>. Mas deve ter muita atenção aos detalhes quando viaja por companhias de aviação low-cost, alerta logo de seguida. «Deve estar atento, logo à partida, enquanto efetua a reserva, pois os <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/12-dicas-planear-proxima-viagem" target="_blank" rel="noopener">preços variam muito</a> em função dos dias que faltam até ao voo, da bagagem que tenciona transportar consigo e do nível de ocupação do avião», sublinha a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/viajar-low-cost-manual-instrucoes" target="_blank" rel="noopener">DecoProteste</a>.</p>
<h2>Cuidados com reservas em low-cost</h2>
<p>Antes de tudo, certifique-se de que a reserva pode ser alterada ou cancelada em caso de necessidade. Nem sempre existe essa possibilidade na tarifa-base. E avalie se quer fazer o pagamento do custo adicional para o assegurar.</p>
<p>Se houver impossibilidade absoluta de viajar, o consumidor pode ter <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dossies/voo-cancelado-atrasado-quais-seus-direitos-que-deve-fazer" target="_self" rel="noopener">direito ao reembolso</a> do valor pago, por exemplo, em caso de doença grave ou luto de um familiar. Contudo, o viajante fica dependente das condições contratuais que aceitou no momento em que fez a reserva ou da boa vontade da outra parte em aceitar uma solução que agrade a ambos.</p>
<p>A contratação de um <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/dicas/qual-importancia-fazer-seguro-viagem" target="_self" rel="noopener">seguro de viagem</a> pode ser outra forma de se precaver contra imprevistos. Deve verificar, ainda durante a reserva, se o seguro faz parte do pacote adquirido. Ou, ainda, se acarreta um custo acrescido ou até se já dispõe de proteção, por exemplo, através de um cartão de crédito ou de outro seguro com este tipo de cobertura.</p>
<p>A escolha dos meios de pagamento também pode alterar o preço da viagem. É mais uma variável a ter em conta: pode, por exemplo, não haver acréscimo do preço ao pagar com MB Way ou cartão de débito, mas a fatura pode aumentar se usar os demais cartões, como os de crédito.</p>
<p>Para evitar um agravamento do custo, antes de confirmar, no passo final, a reserva da viagem, esteja atento ao valor definitivo. E também à eventualidade de o custo da reserva ser agravado por estar a usar um meio de pagamento que não seja o mais interessante. Faça uma simulação com as diferentes opções.</p>
<h2>Incertezas na bagagem</h2>
<p>O que pode levar a bordo e no porão? É uma das perguntas de mais difícil resposta nas viagens em <em>low-cost</em>. Quem viaja em <em>low-cost</em> opta por norma pela bagagem mais simples e o mais leve possível, para poder levá-la a bordo, e não no porão. As companhias <em>low-cost</em> cobram taxas variáveis de acordo com o número de malas e a ida para o porão pode significar um acréscimo de preço. E, em alguns casos, uma subida considerável de preço. Certifique-se da <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/escolha-mala-viagem-ideal" target="_blank" rel="noopener">dimensão permitida das malas de cabine</a>, já que pode variar conforme a companhia aérea.</p>
<h2>Refeições à parte</h2>
<p>O mesmo se aplica a refeições. Em viagens curtas, deve levar consigo algo que comer. Nas companhias <em>low-cost</em>, os alimentos disponíveis a bordo são vendidos à parte. Mais uma vez, deve fazer as contas: se a viagem for curta, é uma despesa que poderá evitar. Se, pelo contrário, estiver num voo de médio ou longo curso, deve avaliar o orçamento e, eventualmente, compará-lo com uma viagem numa companhia de bandeira. A diferença pode ser mínima e, mesmo pagando um pouco mais, viaja descansado, sem se preocupar com a alimentação a bordo.</p>
<h2>Viajar com crianças</h2>
<p>Além do brinquedo ou da manta preferidos da criança – um detalhe importante, a não esquecer – é fundamental que leve os documentos do menor e o respetivo boletim de vacinas. Se a criança tiver de <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/viajar-menores-conheca-documentos-necessarios" target="_self" rel="noopener">viajar sem os pais</a>, deve levar consigo uma autorização para tal.</p>
<p>Confirme o preço do bilhete: as crianças entre os 2 e os 12 anos ocupam, regra geral, um lugar próprio e os bebés podem viajar ao colo de um adulto. Os bebés também podem viajar numa cadeirinha de automóvel. Neste caso, é necessário fazer a reserva de um assento. Conforme o caso, convém falar previamente com a companhia aérea.</p>
<p>Deve ter em atenção, durante a viagem, com os horários da alimentação da criança e da toma de medicamentos, caso necessite.</p>
<h2>Satisfação média com as três principais low-cost</h2>
<p>Segundo um estudo da DECO PROteste realizado em outubro/novembro de 2022, o <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/tap-perde-altitude-satisfacao-clientes" target="_self" rel="noopener">grau de satisfação</a> com as três principais <em>low-cost</em> a operar em Portugal é mediano. Dentro da avaliação global – que incluía todas as companhias, incluindo as de bandeira – a satisfação com a Easyjet é de 6,8. Segue-se a Vueling, com 6,7 e a Ryanair, com 6,5. A escala utilizada foi de 0 a 10.</p>
<p><iframe title="companhias aereas low cost" src="https://e.infogram.com/dcc2fea7-fa98-42a9-a502-d9fa63320311?parent_url=https%3A%2F%2Fwww.deco.proteste.pt%2Ffamilia-consumo%2Fferias-lazer%2Fnoticias%2Fviajar-low-cost-manual-instrucoes&amp;src=embed#async_embed" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" data-mce-fragment="1"></iframe></p>
<p>Tenha em atenção todos estes fatores antes de viajar. Se o preço é um isco, pode também ser uma ilusão&#8230;</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>É um dos destinos mais concorridos em Portugal, mas no Natal ganha novo colorido: venha descobrir a Madeira no &#8220;mês da festa»</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/e-um-dos-destinos-mais-concorridos-em-portugal-mas-no-natal-ganha-novo-colorido-venha-descobrir-a-madeira-no-mes-da-fesra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 13:06:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sapo Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=410952</guid>

					<description><![CDATA[<p>Entre missas, presépios, sandes de carne, licores e fogos de artifício, o Natal e a passagem de ano são momentos únicos. Os madeirenses chamam-lhe o “mês da festa”. Um programa de Natal na Madeira custa no mínimo 665 euros para viagem a dois. Já o pacote de Ano Novo arranca nos 1598 euros.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/natal-fim-ano-madeira-roteiro-completo" target="_blank" rel="noopener">DECO PROteste</a> desafiou Marlene Marques, do <a href="https://marleneonthemove.com/" target="_blank" rel="noopener">blogue Marlene On The Move</a> para guiar os consumidores nos programas de Natal e passagem de ano na Madeira. Dezembro é sinónimo de festa, mas, na Madeira, ganha toda uma outra dimensão. Os madeirenses chamam-lhe o &#8220;mês da festa&#8221;, e o rótulo não é descabido. Das celebrações natalícias ao céu iluminado com um dos maiores fogos-de-artifício do mundo, a Madeira enche-se de razões para ser visitada.</p>
<p>Podem juntar-se-lhes as temperaturas mais amenas, comparativamente ao frio que se sente no Continente, tornando a Madeira no destino perfeito para fechar o ano.</p>
<h2>Tradições natalícias na Madeira</h2>
<p>Se, por um lado, a Madeira é internacionalmente conhecida pela passagem de ano, por outro, o Natal ocupa um lugar especial no coração dos madeirenses. Esta é a altura para celebrar a família e os amigos, e agradecer os bons momentos do ano. É assim em todo o lado, mas a Madeira fá-lo de uma forma muito própria, introduzindo a identidade cultural nas celebrações, e distinguindo-as das das outras regiões do País. A começar pelo presépio. Chamado &#8220;presépio-lapinha&#8221; ou apenas &#8220;lapinha&#8221;, o presépio madeirense tem a sua construção peculiar.</p>
<p>A &#8220;lapinha em escadinha&#8221; é um pequeno altar construído em três patamares (daí a &#8220;escadinha&#8221;), colocado numa mesa coberta com uma toalha, de preferência, com <strong>bordado da Madeira</strong>. No topo, surge a imagem do Menino Jesus, e os restantes degraus são preenchidos com as outras imagens do presépio. A estes, acrescentam-se frutas, como laranjas, maçãs, castanhas e nozes, e ainda as &#8220;searinhas&#8221;, que são pequenos vasos com trigo germinado, plantado umas semanas antes do Natal, para decorar os presépios e obter a bênção para as boas colheitas na ilha.</p>
<p>Já a &#8220;rochinha&#8221; é um tipo de presépio maior, que vai buscar as raízes da ilha, imitando as montanhas, os vales e as grutas. Neste cenário, são colocadas as figuras do presépio (o Menino Jesus surge na manjedoura numa gruta), bem como casas, igrejas, riachos, cascatas e até levadas. Há quem vista as figuras com trajes tradicionais da Madeira.</p>
<p>Se a maioria das casas madeirenses tem um pequeno presépio para assinalar a data, existem alguns que, pela sua dimensão ou antiguidade, merecem a visita. É o caso do presépio do Curral das Freiras. Com mais de duas décadas, é montado, todos os anos, pelos reformados da Associação Refúgio da Freira, e fica no centro cívico até meados de janeiro.</p>
<p>Também o centro cívico do Jardim da Serra tem sido o sítio escolhido para montar um grande presépio todos os anos. Por sua vez, a Lapinha do Galeão, em São Roque, distribui-se por dois pisos, num total de 600 metros quadrados, com centenas de figuras alusivas à quadra e à Madeira.</p>
<p>O Funchal também assinala a época com o seu presépio. Instalado perto da Sé, é decorado com as flores da ilha e os bordados da Madeira.</p>
<h2>As Missas do Parto</h2>
<p>Além de presépios montados, casas e ruas iluminadas, outra tradição se vive na Madeira: as Missas do Parto. Este costume data do século XVIII e dá o pontapé de saída para as celebrações natalícias na ilha, consistindo em nove missas de 16 a 24 de dezembro. A celebração religiosa realiza-se diariamente, entre as 5 e as 7 da manhã, em todas as freguesias madeirenses. Para lá do cariz católico, este é um momento de partilha e união entre a comunidade.</p>
<p>Após cada missa, a população reúne-se no adro da igreja, com comes e bebes que cada um traz. Por vezes, há até música tradicional para animar o início do dia. Há mesmo quem leve a tradição um pouco mais longe, e transporte ovelhas até à igreja, como na freguesia de Santo António, no Funchal.</p>
<h3>Todos ao Mercado</h3>
<p>Já em vésperas do Natal, a 23 de dezembro, acontece outra das grandes tradições. A Noite do Mercado enche as ruas em torno do Mercado dos Lavradores, no Funchal, e já se tornou numa das imagens de marca das celebrações natalícias.</p>
<p>Além de dezenas de bancas a vender todo o tipo de produtos regionais, das frutas aos legumes, passando por doces e bebidas típicas, existem inúmeras barraquinhas de comida e bebida, onde não faltam as sandes de carne em vinha-d&#8217;alhos e a tradicional poncha.</p>
<p>Nesta noite, a animação de rua inclui despiques e cantares de Natal, por grupos tradicionais que percorrem as ruas do centro, passando pela Rua Dr. Fernão Ornelas, a Rua Brigadeiro Oudinot, a Rua do Hospital Velho, a Rua Latino Coelho e a Rua D. Carlos I.</p>
<p>A Noite do Mercado do Funchal começou no antigo Mercado D. Pedro V, hoje Alfândega do Funchal, em 1890. Mas há registos que mostram que a população já se reunia na baixa da cidade antes disso.</p>
<p>A 23 de dezembro, as ruas eram invadidas por madeirenses que procuravam comprar as prendas de Natal, bem como os produtos hortícolas para a ceia e as flores para decorar a mesa. Não havia distinção entre classes. Mais ricos e mais pobres, todos se juntavam para conviver e deliciarem-se com as iguarias madeirenses.</p>
<p>Com a passagem do antigo mercado para o Mercado dos Lavradores, em 1940, a tradição manteve-se até hoje, sendo das festas da Madeira que juntam mais pessoas e envolvem várias zonas da ilha.</p>
<p>De facto, a Noite do Mercado é celebrada noutras partes da Madeira, como Santa Cruz, Santana, São Vicente, Calheta e Câmara de Lobos.</p>
<h3>A noite vira dia</h3>
<p>Do Natal ao fim do ano, são apenas alguns dias e, depois do 25, os madeirenses mudam a atenção para a última noite do calendário. O espetáculo de fogo-de-artifício é o culminar dos festejos. Durante oito minutos, o céu da noite transforma-se em dia, com milhares de explosões coloridas provocadas por foguetes atirados de 59 postos entre o Cais 8 e a Praia Almirante Reis, mas também do mar e da ilha de Porto Santo.</p>
<p>A história do <strong>espetáculo pirotécnico da Madeira</strong> terá começado em 1921, mas as referências vão mais atrás, ao século XVII, quando a comunidade madeirense celebrava a passagem de ano com o acender de fogueiras. Um século depois, também a comunidade inglesa que residia na ilha comemorava com o lançamento de fogo-de-artifício.</p>
<p>A tradição manteve-se, com as famílias abastadas da ilha a competirem para verem quem lançava o melhor fogo-de-artifício. Hoje, a <strong>Madeira investe mais de um milhão de euros (passagem de ano de 2023/2024) no espetáculo</strong> que cola todos os olhares ao céu do Funchal.</p>
<h2>Onde ver o fogo-de-artifício</h2>
<p>Pela sua dimensão, existem vários locais onde pode ver o fogo-de-artifício. Se não tiver um familiar, amigo ou conhecido dono de uma casa com vista privilegiada para o Funchal, pode ir até ao centro da cidade e parar na Avenida do Mar. É um dos lugares mais procurados.</p>
<p>Outras boas opções são o Parque de Santa Catarina, a Fortaleza do Pico, o Miradouro das Cruzes e o Monte. Um pouco mais longe, mas também boas alternativas, são o Garajau e o Miradouro do Cabo Girão. E quando terminar o fogo? A festa continua! Os principais hotéis oferecem festas de réveillon, assim como o Casino da Madeira. Já o Parque de Santa Catarina recebe o evento de passagem de ano organizado pela autarquia, com concertos e DJ.</p>
<p>Para dançar até de manhã, o Vespas Club é a discoteca mais antiga da Madeira e um dos lugares a ir depois da uma da manhã. Fora do Funchal, Porto Moniz (Porto de Abrigo do Porto Moniz), Machico (Largo da Praça da Cidade de Machico) e Porto Santo (Largo das Palmeiras) também fecham com chave de ouro o &#8220;mês da festa&#8221;.</p>
<h2>Informações úteis</h2>
<p><strong>A viagem a dois de 23 a 26 de dezembro custa, no mínimo, 665 euros com alojamento no Funchal</strong> em hotel de quatro estrelas, pequeno-almoço e jantar de gala na ceia de Natal. O orçamento inclui voos de ida e de regresso (Lisboa/Funchal/Lisboa) e seguro de viagem. O pacote em regime de pensão completa começa nos 1089 euros.</p>
<p>E quanto custa a <strong>viagem a dois de passagem de ano na Madeira</strong>? O <strong>alojamento no Funchal, de 29 de dezembro a 2 de janeiro, em hotel de três estrelas, com pequeno-almoço e jantar de fim de ano, custa desde 1598 euros</strong>. O pacote inclui voos de ida e de regresso, transfers e seguro. O preço de 799 euros por pessoa depende do hotel e do regime escolhido. Este duplica facilmente para um hotel de categoria superior. Os preços foram recolhidos online a 28 de outubro de 2024.</p>
<h3>Clima e vestuário</h3>
<p>O clima é ameno nesta altura do ano, com as temperaturas a variarem entre os 17 e os 22°C. Leve roupa confortável e camadas leves, mas tenha um casaco para as noites, que podem ser frias. A chuva também nunca deve ser descartada. Por isso, um impermeável e um guarda-chuva podem ser úteis.</p>
<h3>Transportes</h3>
<p>Durante a época festiva, os transportes públicos podem estar mais lotados e o trânsito ser intenso. Se estiver pelo Funchal, o melhor será mesmo andar a pé, apreciando as ruas decoradas.</p>
<h3>Atividades extra</h3>
<p>No primeiro dia do ano, além de aproveitar as levadas, pode ver o nascer do sol no Pico do Areeiro, se estiver bom tempo, visitar o Jardim Botânico, explorar as Grutas de São Vicente ou fazer o percurso pedestre da Ponta de São Lourenço. Existem também empresas que organizam passeios de barco para ver golfinhos e baleias, quando o mar o permite.</p>
<p>Foto: site oficial do turismo da Madeira</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Se vai viajar de avião conheça os seus direitos e tenha uma viagem tranquila</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/se-vai-viajar-de-aviao-conheca-os-seus-direitos-e-tenha-uma-viagem-tranquila/</link>
					<comments>https://viagenseresorts.pt/se-vai-viajar-de-aviao-conheca-os-seus-direitos-e-tenha-uma-viagem-tranquila/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2024 14:12:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para chegar ao seu destino, pode ser necessário fazer uma viagem de avião. No entanto, e como já vem sendo habitual no período de Verão, a DECO tem conhecimento de muitas situações de atraso e cancelamento de voos. </p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://deco.pt/mobilidade-e-transportes/deco-informa-sobre-os-direitos-dos-passageiros-consulte-o-nosso-guia/" target="_blank" rel="noopener">A DecoProteste</a> dá-lhe a conhecer os seus direitos como passageiro dos transportes aéreos, para que possa antecipar contratempos e assim ter uma boa viagem!</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Como posso antecipar eventuais cancelamentos de voo?</h4>
<p>Verifique o horário do voo no dia anterior ao embarque, devido a circunstâncias diversas, o voo pode sofrer alterações. Desta forma, poderá planear melhor o seu dia para garantir que chega ao aeroporto no horário certo.</p>
<p><strong>Esteja também especialmente atento às notícias e verifique no site da transportadora aérea e do aeroporto, </strong>assim como eventuais disrupções no seu regular funcionamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Cheguei ao aeroporto. E agora?</h4>
<p>O aeroporto é um espaço grande, com muitos passageiros a circular e outros tantos milhares de funcionários essenciais ao seu regular funcionamento, pelo que é fácil perdermo-nos.</p>
<p>Por isso, para que não perca o voo, <strong>cumpra sempre com a antecedência indicada pela transportadora e pelo próprio aeroporto.</strong></p>
<p>Precisará deste tempo para fazer o check-in, despachar as malas, passar o controlo de segurança, e eventualmente, o Serviço de Controlo de Fronteira e, por fim, encontrar a porta de embarque correta – e ainda ter uma margem de segurança para algum imprevisto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>Dica DECO! Não se esqueça que se viajar num grupo grande, com crianças pequenas, com pessoas com mobilidade reduzida, numa época festiva ou época alta deverá equacionar chegar ainda mais cedo.</h4>
<p>Se leva o seu amigo de quatro patas, lembre-se que o check-in de passageiros com animais pode demorar mais tempo, pelo que sugerimos que se informe junto da companhia aérea sobre com que antecedência deve estar no aeroporto e quais os procedimentos que tem de cumprir.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h4>DIREITOS em caso de atraso ou cancelamento de voo</h4>
<h4>O seu voo foi cancelado?</h4>
<ol>
<li>
<h5>Em caso de cancelamento de voo, devem oferecer-lhe escolha entre:</h5>
</li>
</ol>
<ul>
<li>O reembolso no prazo de sete dias;</li>
<li>O reencaminhamento, em condições de transporte equivalentes, para o destino final, na primeira oportunidade; ou</li>
<li>O reencaminhamento, em condições de transporte equivalentes, para o destino final numa data posterior, da conveniência do passageiro, sujeito à disponibilidade de lugares.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="2">
<li>
<h5>Tem, ainda, direito a assistência, o que inclui:</h5>
</li>
</ol>
<ul>
<li>Refeições e bebidas em proporção razoável com o tempo de espera;</li>
<li>Alojamento em hotel, caso se torne necessária a estadia ou estadia adicional;</li>
<li>Transporte entre o aeroporto e o local de alojamento;</li>
<li>Duas chamadas telefónicas, mensagens via fax ou por correio eletrónico.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<ol start="3">
<li>
<h5>Pode haver lugar ao pagamento de uma indemnização, cujo montante oscila entre €250 e €600, salvo se, os passageiros:</h5>
</li>
</ol>
<ul>
<li>Tiverem sido informados do cancelamento pelo menos duas semanas antes da hora programada de partida, ou</li>
<li>Tiverem sido informados do cancelamento entre duas semanas e sete dias antes da hora programada de partida e se lhes tiver sido oferecido reencaminhamento que lhes permitisse partir até duas horas antes da hora programada de partida e chegar ao destino final até quatro horas depois da hora programada de chegada, ou</li>
<li>Tiverem sido informados do cancelamento menos de sete dias antes da hora programada de partida e se lhes tiver sido oferecido reencaminhamento que lhes permitisse partir até uma hora antes da hora programada de partida e chegar ao destino final até duas horas depois da hora programada de chegada.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p>Tenha, no entanto, presente que, a transportadora aérea não é obrigada a pagar uma indemnização, se puder provar que o cancelamento se ficou a dever a circunstâncias extraordinárias que não poderiam ter sido evitadas mesmo que tivessem sido tomadas todas as medidas razoáveis, como é o caso de condições meteorológicas adversas. <strong>Se, por exemplo, o cancelamento se dever a má gestão da companhia ou falta de recursos, por exemplo, o passageiro poderá exigir o pagamento da compensação.</strong></p>
<p>Além desta compensação automática, verificando-se determinados pressupostos e fazendo prova correspondente, os passageiros poderão, ainda, exigir uma indemnização suplementar à companhia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5> O meu voo foi cancelado. Sou obrigado a aceitar um vale de viagem?</h5>
<p>Soluções alternativas como vales de viagem ou de outros serviços dependem do acordo do consumidor. O passageiro tem direito ao reembolso em 7 dias, pelo que a companhia não deve impor um vale.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>O meu voo foi cancelado e recebi uma mensagem a remarcar o voo para os próximos dias. Sou obrigado a aceitar?</h5>
<p>Não. Deve ser dada a possibilidade de escolha ao passageiro entre o reembolso ou o reencaminhamento, pelo que se perdeu o interesse na viagem, pode exigir o reembolso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>O meu voo foi cancelado. Tenho direito a indemnização?</h5>
<p>Depende da antecedência com que lhe foi comunicado o cancelamento e do motivo do cancelamento. A transportadora aérea não é obrigada a pagar uma indemnização, se puder provar que o cancelamento se ficou a dever a circunstâncias extraordinárias que não poderiam ter sido evitadas mesmo que tivessem sido tomadas todas as medidas razoáveis, nem se comunicar o cancelamento com determinada antecedência. Veja a informação supra em detalhe.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>O meu voo foi cancelado e o voo alternativo apenas parte no dia seguinte, no entanto, não recebi qualquer indicação ou voucher para efeito de refeições e alojamento. O que devo fazer?</h5>
<p>As transportadoras são obrigadas a oferecer assistência ativamente, devendo informar os passageiros. <strong>No entanto, caso isso não aconteça, deve contactar a transportadora para o efeito.</strong> Não devem ser os passageiros a encarregar-se de tomar as medidas necessárias, por exemplo, a encontrar e pagar o alojamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contudo, se a assistência não for prestada quando deveria ter sido, os passageiros que tenham tido de pagar refeições/bebidas, alojamento e transporte entre o aeroporto e o local de alojamento, podem obter o reembolso das despesas realizadas junto da transportadora aérea, desde que estas tenham sido necessárias, razoáveis e adequadas. <strong>O mesmo acontecerá se a transportadora o indicar expressamente ao passageiro.</strong> Tenha, no entanto, atenção, que será necessário apresentar documentos comprovativos das referidas despesas, pelo que deve guardar os mesmos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>O seu voo está atrasado?</h5>
<p>Se a companhia aérea previr um atraso superior a duas horas, ou mais, consoante a distância, deve oferecer ao consumidor refeições, bebidas, e ainda, alojamento e transporte entre o aeroporto e o local de alojamento, quando a hora de partida razoavelmente prevista for, pelo menos, o dia após a hora de partida previamente anunciada. Além disso, <strong>devem ser oferecidas aos passageiros, a título gratuito, duas chamadas telefónicas, mensagens via fax ou por correio eletrónico.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Contudo, se o atraso for igual ou superior a 5 horas, o consumidor pode exigir o reembolso do bilhete e, se for o caso, a ser transportado de volta ao local de partida original.</h5>
<ul>
<li>Duas horas ou mais, no caso de quaisquer voos até 1500 quilómetros; ou</li>
<li>Três horas ou mais, no caso de quaisquer voos intracomunitários com mais de 1500 quilómetros e no de quaisquer outros voos entre 1500 e 3500 quilómetros; ou</li>
<li>Quatro horas ou mais, no caso de quaisquer voos não abrangidos pelas alíneas a) ou b),</li>
<li>Se se chegar ao destino final com um atraso de 3 horas ou mais, pode haver direito a uma indemnização idêntica àquela que é oferecida quando o voo é cancelado, a menos que a companhia aérea consiga provar que o atraso tenha sido causado por circunstâncias extraordinárias.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Cheguei ao meu destino com um atraso de mais de 4 horas. Tenho direito a indemnização?</h5>
<p>Sim. Pode ter direito a uma indemnização, desde que o atraso não tenha sido causado por circunstâncias extraordinárias.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>Quando cheguei ao aeroporto o atraso era já de cerca de 6 horas, o que me leva a perder os compromissos no destino. Posso exigir o reembolso?</h5>
<p>Sim, no caso de o atraso ser superior a 5 horas, pode exigir o reembolso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h5>O seu embarque foi recusado?</h5>
<p>Quando tiver motivos razoáveis para antecipar a recusa do embarque para um voo, a transportadora deve, em primeiro lugar, apelar a voluntários que aceitem ceder as suas reservas a troco de benefícios, em condições a acordar entre o passageiro e a transportadora. A<strong> companhia deverá, ainda, oferecer a possibilidade de escolha entre o reembolso do bilhete ou o reencaminhamento para o destino final.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Se for recusado o embarque a passageiros contra sua vontade, a transportadora aérea operadora deve indemnizá-los e prestar-lhes assistência em termos semelhantes ao que acontece em caso de cancelamento. Ao passageiro deve, ainda, ser oferecida a possibilidade de escolha entre o reembolso ou o reencaminhamento.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Escolher uma boa mala de viagem nem sempre é fácil, mas com estas dicas nunca mais vai falhar</title>
		<link>https://viagenseresorts.pt/escolher-uma-boa-mala-de-viagem-nem-sempre-e-facil-mas-com-estas-dicas-nunca-mais-vai-falhar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 16:49:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
		<category><![CDATA[Viagens&Resorts]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://foreveryoung.sapo.pt/?p=395177</guid>

					<description><![CDATA[<p>A escolha de uma mala de viagem que seja resistente e que consiga transportar com conforto exige atenção a alguns detalhes.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma diferença fundamental entre as malas de viagem: umas são <strong>rígidas </strong>(feitas de plástico) e outras são <strong>semirrígidas </strong>(feitas de náilon ou poliéster), começa por referir a <a href="https://www.deco.proteste.pt/familia-consumo/ferias-lazer/noticias/escolha-mala-viagem-ideal" target="_blank" rel="noopener">DECO</a>.</p>
<p>«As <strong>malas rígidas</strong> protegem melhor o que é transportado no interior e são, por norma, mais resistentes (em situações de queda e de entrada de água, por exemplo», é dito, enquanto que «as <strong>malas semirrígidas</strong>, que tendem a ser mais leves e mais baratas, também são resistentes. Contudo, não protegem tão bem o interior da entrada de água. Este problema pode ser minimizado com uma capa impermeável».</p>
<p>De acordo com a DECO, «as malas com <strong>rodas que giram 360 graus</strong> são mais eficientes, uma vez que é possível deslocá-las em qualquer direção com facilidade. Ainda assim, as malas de duas rodas são uma boa escolha para pisos irregulares».</p>
<p>Uma nota: a <strong>pega extensível</strong> é essencial para manobrar a mala. «Deve adaptar-se a mãos de diferentes tamanhos e deve estar preparada para ser utilizada durante muito tempo sem magoar. A sua extensão deve atingir, pelo menos, <strong>105 centímetros</strong>, para que os utilizadores mais altos não batam com o <em>trolley </em>nos tornozelos enquanto caminham. A possibilidade de ajustar a pega em várias posições permite adaptá-la a pessoas de diferentes alturas», sublinha a DECO..</p>
<p>Um ponto referido como importante pela DECO é a organização: «organizar o espaço interior é <strong>mais fácil nos modelos rígidos</strong>. Estes abrem ao meio, em duas partes iguais, enquanto os modelos semirrígidos têm apenas um grande compartimento com uma espécie de tampa».</p>
<p>Como a estrutura da pega extensível encaixa no corpo da mala, «é mais difícil manter a roupa bem esticada nas malas semirrígidas, pois não têm um segundo compartimento completamente plano. Para que a roupa não saia do sítio, a mala deve ter <strong>cintos </strong>(elásticos ou não), <strong>fechos </strong>ou <strong>redes»</strong>.</p>
<p>Para o caso de ser necessário fazer <strong>reparações</strong>, a DECO chama a atenção que «o forro deve ter fechos que deem acesso aos mecanismos da pega extensível e às rodas. Estes devem estar fixos com parafusos para poderem ser substituídos facilmente com uma chave de fendas».</p>
<p>Outro conselho: « prefira as malas com <strong>cadeado integrado</strong>, que é útil na prevenção de furtos e na proteção da bagagem, caso a mala sofra uma queda ou o fecho de correr se danifique», enquanto que «para fechar a mala podem ser usados <strong>trincos </strong>ou <strong>fechos de correr</strong>, sendo os segundos mais resistentes. Há modelos com um segundo fecho, que permite aumentar a capacidade de armazenamento da mala».</p>
<p>A DECO refere ainda que «as medidas permitidas podem variar mediante o<strong> tipo de bilhete</strong>. Para que a mala seja considerada bagagem de cabine, as suas dimensões têm de obedecer a determinadas <strong>regras</strong>, dependendo da companhia aérea em que viajar».</p>
<p>«Lembre-se também de que, em alguns casos, pode ter de pagar um <strong>valor acrescido</strong>. Consulte as <strong>medidas permitidas</strong> pelas principais transportadoras quanto ao <strong>tamanho </strong>(altura x comprimento x largura) e ao <strong>peso»</strong>, conclui a DECO.</p>
<div class="js-scroll-table-wrapper">
<div class="js-sticky-td-table">
<table class="table table-bordered">
<caption> </caption>
<thead>
<tr>
<th class="fiability">Companhia aérea</th>
<th class="fiability"></th>
<th class="fiability"></th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td class="rowheader">AMERICAN AIRLINES</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">AIR EUROPA</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">AIR FRANCE</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">BRITISH AIRWAYS</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">BRUSSELS AIRLINES</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">EASYJET</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">EMIRATES</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">EUROWINGS</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">FINNAIR</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">IBERIA</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">ITA AIRWAYS</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">KLM ROYAL DUTCH AIRLINES</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">LUFTHANSA</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">NORWEIGIAN</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">QATAR AIRWAYS</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">RYANAIR</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">SAS SCANDINAVIAN AIRLINES</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">SWISS</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">TAP</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">TRANSAVIA</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">TURKISH AIRLINES</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">VUELLING</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">WIZZ AIR</td>
<td class="middle"></td>
<td class="middle"></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
<div class="js-scroll-table scroll-table--horz">
<table class="table table-bordered">
<caption>MEDIDAS DA BAGAGEM DE CABINE EM CADA COMPANHIA AÉREA</caption>
<thead>
<tr>
<th class="fiability">Companhia aérea</th>
<th class="fiability">Tamanho (cm)</th>
<th class="fiability">Peso (kg)</th>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td class="rowheader">AMERICAN AIRLINES</td>
<td class="middle">56x36x23</td>
<td class="middle">Sem limite</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">AIR EUROPA</td>
<td class="middle">55x35x25</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">AIR FRANCE</td>
<td class="middle">55x35x25</td>
<td class="middle">12</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">BRITISH AIRWAYS</td>
<td class="middle">56x45x25</td>
<td class="middle">23</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">BRUSSELS AIRLINES</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">EASYJET</td>
<td class="middle">45x36x20</td>
<td class="middle">15</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">EMIRATES</td>
<td class="middle">55x38x22</td>
<td class="middle">7 ou 10*</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">EUROWINGS</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">FINNAIR</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8 ou 12*</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">IBERIA</td>
<td class="middle">56x40x25</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">ITA AIRWAYS</td>
<td class="middle">55x35x25</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">KLM ROYAL DUTCH AIRLINES</td>
<td class="middle">55x35x25</td>
<td class="middle">12</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">LUFTHANSA</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">NORWEIGIAN</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">10 ou 15*</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">QATAR AIRWAYS</td>
<td class="middle">50x37x25</td>
<td class="middle">7 ou 15*</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">RYANAIR</td>
<td class="middle">55x40x20</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">SAS SCANDINAVIAN AIRLINES</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">SWISS</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">TAP</td>
<td class="middle">55x40x25</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">TRANSAVIA</td>
<td class="middle">55x35x25</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">TURKISH AIRLINES</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">8</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">VUELLING</td>
<td class="middle">55x40x20</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
<tr>
<td class="rowheader">WIZZ AIR</td>
<td class="middle">55x40x23</td>
<td class="middle">10</td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
</div>
<p>*Varia consoante o tipo de bilhete.</p>
<p><strong>COMO ARRUMAR BEM A MALA DE VIAGEM? A DECO ENSINA:</strong></p>
<p><strong> <img decoding="async" src="https://www.deco.proteste.pt/-/media/edideco/images/home/familia%20consumo/ferias%20e%20lazer/news/2018/malas%20viagem/content-mala.jpg?la=pt-pt&amp;rev=173e015c-8d59-4414-9973-06d67017f828&amp;mw=660&amp;hash=9C1A26FBD9DFAD1E5AD951484FFD6E4A" alt="mala viagem" title="Escolher uma boa mala de viagem nem sempre é fácil, mas com estas dicas nunca mais vai falhar"></strong></p>
<ol>
<li>As<strong> protuberâncias da pega extensível</strong> levam a que uma das superfícies da mala não seja totalmente plana. Pequenos objetos, como bolsas ou meias, permitem aproveitar este espaço.</li>
<li>Guarde os <strong>objetos mais frágeis por cima</strong>, enrolados em peças de roupa, que os protejam em caso de impacto.</li>
<li>Coloque no <strong>fundo da mala, junto às rodas, objetos que suportem bem o peso</strong> da restante bagagem, como sapatos.</li>
<li><strong>Fazer rolos com a roupa </strong>ajuda a ganhar algum espaço, e as peças até podem ficar menos amarrotadas.</li>
<li>Para abrir a mala com facilidade, coloque <strong>menos peso num dos lados</strong>.</li>
<li>Para retirar rapidamente da mala uma <strong>peça de roupa extra ou um objeto que possa ser útil </strong>para a viagem, coloque-os por cima de toda a roupa sem os prender com os cintos.</li>
</ol>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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		<title>Como evitar burlas com casas de férias?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Forever Young com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 10:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Viagens]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ir para uma casa que já conhece ou recorrer aos contactos de amigos podem ser formas de evitar burlas. </p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Para evitar dissabores, há alguns cuidados a ter sempre que procura uma casa para férias. O fator confiança é fundamental neste tipo de negócio. É aconselhável recorrer a um imóvel no qual já tenha passado férias. Os contactos de uma pessoa amiga ou de um conhecido também podem ser úteis. Assim saberá que a casa existe e que se encontra no local indicado.</p>
<p>Há vários anúncios na internet ou nos jornais cujos imóveis não pertencem a quem, supostamente, os disponibiliza. Por vezes, nem sequer se localizam no sítio indicado porque as imagens são editadas. Por estas razões, deve procurar casa para férias em plataformas ou jornais fiáveis.</p>
<p>Comece por confirmar no anúncio o número de registo Alojamento Local (AL) e, de seguida, confirme-o no site do Turismo de Portugal. Assim, ficará a saber a localização da casa, quem é o seu titular e os respetivos elementos de identificação (contribuinte, telefone e e-mail).</p>
<p><strong>Como evitar burlas</strong><br />
Quem procura casa para férias deve evitar precipitações, sobretudo na altura de pagar e quando a reserva é feita através da internet.</p>
<p><strong>Se recorrer a plataformas como o Airbnb há cuidados específicos a ter.</strong></p>
<p><strong>Desconfie se é barato</strong><br />
Desconfie sempre de ofertas demasiado baixas, como casas com preços muito baixos, que se encontrem, por exemplo, muito bem decoradas ou equipadas e com vista privilegiada para o mar.</p>
<p>Se a oferta for, realmente, apetecível, deve comparar ofertas idênticas no mesmo local e, se for o caso, pedir para visitar a casa. Pense duas vezes se notar alguma resistência por parte do proprietário em fazê-lo. Desculpas como residir no estrangeiro são habituais.</p>
<p><strong>Pesquise em várias plataformas</strong><br />
As comissões cobradas aos proprietários variam consoante a plataforma e o mesmo apartamento pode estar anunciado em vários sítios com preços diferentes. Procure a melhor oferta.</p>
<p><strong>Visite o imóvel</strong><br />
Quer tome conhecimento do imóvel através de um anúncio de jornal, plataforma ou por contacto direto, se possível, é aconselhável que o visite primeiro. Por vezes, as fotografias criam uma imagem diferente da que vai encontrar.</p>
<p><strong>Confirme antes de pagar</strong><br />
Antes de entregar um sinal da casa para férias através da internet, confirme:</p>
<ul>
<li>numa pesquisa na internet, se há anúncios semelhantes, com as mesmas fotos, ou se há denúncias de burlas sobre aquele anúncio;<br />
a veracidade do anunciado, pedindo outras fotos do interior da habitação, além das anunciadas, e perguntando sobre os equipamentos ou serviços associados;</li>
<li>a identidade do anunciante ou da pessoa com quem tem contactado por e-mail ou telefone (pode, por exemplo, contactar a administração de condomínio para se certificar que a pessoa de contacto é a proprietária do imóvel);</li>
<li>se a identidade do titular da conta bancária a depositar coincide com a do anunciante (pode fazê-lo num terminal ATM);</li>
<li>se o contacto de telemóvel que lhe foi dado se mantém ativo desde o primeiro contacto (pode simular uma nova chamada a reservar o imóvel para o mesmo período e confirmar se continua disponível);</li>
<li>se não obtiver validação do perfil de utilizador durante o processo de registo na plataforma online, não avance para o pagamento de qualquer reserva de casa, nem dê autorizações para pagamentos através do cartão de crédito.</li>
</ul>
<p>Desconfie sempre que lhe solicitarem algum pagamento através de cheque, dinheiro ou recurso a serviços de transferência em dinheiro.</p>
<p><strong>Reclame se correr mal</strong><br />
Quando a casa não corresponde ao anunciado (pelas fotos ou condições de alojamento, por exemplo) deve pedir o livro de reclamações em formato físico, que os estabelecimentos de alojamento local são obrigados a ter.</p>
<p>Em caso de reclamação, o original da folha é enviado para a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), a entidade responsável pelo cumprimento da lei. O titular da exploração do alojamento local está, ainda, obrigado a ter no sítio da internet (caso o tenha), em local visível e de forma destacada, o acesso à plataforma digital que disponibiliza formato eletrónico do livro de reclamações. A principal vantagem deste meio de reclamar é facilitar a apresentação de reclamação em qualquer lugar e momento, mesmo já tenha abandonado o local onde ocorreram os factos que deram origem à reclamação. Além disso, a resposta é mais rápida, uma vez que tem de ser emitida no prazo de quinze dias</p>
<p>Da parte dos turistas há a obrigatoriedade de não danificar o imóvel e os equipamentos e de entregar o imóvel como encontrado.</p>
<p><strong>Alojamento local: como divulgar</strong><br />
Antes de prestar serviços de alojamento local, obtenha a licença gratuita na câmara municipal. Há várias formas de divulgar o imóvel, mas algumas implicam comissões a sítios de internet.</p>
<p><strong>Burlas no Airbnb</strong><br />
Embora os casos de burla possam ocorrer em qualquer plataforma de reservas de alojamento, a visibilidade do Airbnb torna-o num alvo preferencial. Por isso, ao fazer uma reserva neste site, deve tomar algumas precauções.</p>
<p>O Airbnb aconselha os utilizadores a fazerem todos os contactos com os proprietários – desde a reserva ao pagamento – na própria página. Isto porque, nalguns tipos de burla, é fundamental que o utilizador abandone a plataforma para que o esquema seja bem-sucedido.</p>
<p>Alegando que a aplicação do Airbnb não funciona bem no seu computador, por exemplo, o proprietário convence o utilizador a manter contacto através de e-mail ou WhatsApp, mostrando-se, habitualmente, disponível para prestar todo o tipo de esclarecimentos. Está criado o engodo. A determinada altura, o proprietário envia os dados bancários ao hóspede, que acabará por pagar pela reserva de uma casa que não existe.</p>
<p>Desconfie, por isso, se um proprietário lhe enviar um NIB para que faça uma transferência bancária. Os pagamentos das reservas no Airbnb devem ser sempre feitos na plataforma, que tem um sistema próprio de pagamentos.</p>
<p><strong>Cuidado com os sites que imitam o Airbnb</strong><br />
Há esquemas que também envolvem o Airbnb, mas que têm origem noutros sites. A partir desses anúncios, os utilizadores são levados a clicar em links, acreditando que estão a ser reencaminhados para a página do Airbnb. Na verdade, estão a aceder a páginas fraudulentas que imitam quase na perfeição a primeira.</p>
<p>Por este motivo, não abra links que supostamente o reencaminham para o Airbnb, seja através de um anúncio externo à plataforma ou no seguimento de um contacto mantido com um falso proprietário.</p>
<p>Não envie também informação sensível para endereços de e-mail suspeitos (como apoio@airbnb-lease.ltd, por exemplo).</p>
<p>Pesquisar pela casa de férias diretamente na plataforma e não em motores de busca ajuda a evitar este tipo de problema. Para maior segurança, digite manualmente o endereço do Airbnb &#8211; www.airbnb.com ou www.airbnb.pt &#8211; na barra de endereços.</p>
<p>Leia mais artigos em https://viagenseresorts.pt</p>
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